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Moradora reclama de transporte da secretaria da Saúde

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Foto: Divulgação

A moradora de Correia Pinto, Adelaide Rodrigues do Amaral, 80, há quase 11 anos, faz viagens semanais para Lages para a realização de hemodiálise. Entretanto, a preocupação da família, é com o transporte e com o fato de Adelaide não poder mais levar acompanhante, pela falta de um veículo que comporte pacientes e acompanhantes.

Marlene de Fátima do Amaral, filha de Adelaide, explica que há quatro anos a mãe precisa de acompanhante para as viagens, já que passou a se locomover só com cadeira de rodas. Desde então, a filha acompanhava a mãe, no veículo disponibilizado pela Prefeitura de Correia Pinto.

Mas há cerca de um mês, o carro que transportava cinco pacientes e seus acompanhantes, estragou e a prefeitura precisou utilizar um carro menor para o serviço. Desta forma, os acompanhantes não podem mais seguir com os pacientes, devido a falta de espaço. Uma enfermeira foi disponibilizada para auxiliar nas viagens.

A reclamação de Marlene é que o trabalho de auxílio não tem sido executado da forma correta. “Minha mãe precisou ir no banheiro e necessitou pedir ajuda às pessoas que estavam lá”, explica. Além disso, na última viagem, os passageiros precisaram esperar dentro do carro por um longo período, já que outro paciente passou mal e foi internado.

Outra reclamação é que, no dia que o veículo quebrou, os acompanhantes foram transportados em uma ambulância e segundo Marlene, sem o cinto de segurança.

Conserto da van foi licitado

O secretário de Saúde de Correia Pinto, Paulo Rausch, explica que a van que fazia o transporte estragou, mas já foi lançada licitação para o conserto. Por enquanto, o carro utilizado para viagem só possuí 07 lugares e como são 05 pacientes, só pode ser levado um acompanhante.

Desta forma, foi selecionada uma enfermeira para fazer o acompanhamento. Ele ressalta que a profissional está capacitada para atender as necessidades dos pacientes e inclusive, pode entrar na sala de hemodiálise para auxiliar, coisa que os familiares não podem fazer.

Ele ressalta que, no dia em que um paciente foi internado, foi a enfermeira que entrou em contato com a família do mesmo e o procedimento foi mais rápido.

Sobre o transporte na ambulância, Paulo explica que isso aconteceu no dia em que a van estragou e foi preciso uma solução de emergência para resolver o transporte dos pacientes e acompanhantes. Mas que todos foram transportados com segurança.

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