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Licitação para revitalizar Centro foi adiada

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Pavimento do calçadão tem parte em pedra brita - Foto: Susana Küster

Desde 2013, o projeto de revitalização do Centro de Lages é divulgado pela prefeitura, mas até agora, de concreto, foi feito o saneamento básico em algumas ruas, a instalação do cabeamento subterrâneo e a demolição do Colégio Aristiliano Ramos.

A parte visual mais importante, que é a revitalização dos calçadões Túlio Fiúza e João Costa, não ocorreu. Ontem, a prefeitura divulgou, através da sua assessoria de imprensa, um áudio informando que a abertura do processo de licitação, que seria feita ontem, foi adiada. A justificativa foi de que seriam feitas adequações técnicas no projeto, principalmente, de infraestrutura subterrânea.

Não foi informado que data será lançado novo edital, mas o secretário de Planejamento e Obras, Claiton Bortoluzzi, diz que nos próximos 45 dias, através de licitação, a empresa que irá fazer a revitalização será conhecida.

Segundo informações divulgadas pela prefeitura, o secretário alega demandas nos calçadões que precisam ser incluídas no projeto, mas não especifica quais são. Entre as alterações a serem incluídas no projeto, estaria a implantação de uma estrutura fixa na Rua Nereu Ramos, para comportar a decoração de Natal.

O secretário frisa que prorrogar a abertura de um edital de licitação é um ato normal dos órgãos públicos para que as obras fluam sem aditivos e surpresas. Ele destaca que os recursos para a obra estão garantidos, cerca de R$ 20 milhões.

As ruas contempladas pela revitalização serão a Nereu Ramos, Coronel Córdova e Correia Pinto, os calçadões das praças Túlio Fiúza de Carvalho e João Costa, além da praça João Ribeiro, localizada em frente à Catedral Diocesana.

Demora

Uma questão que emperrou bastante a revitalização do Centro de Lages foi o processo na justiça que decidia se o Colégio Aristiliano Ramos seria demolido ou não. O debate começou em 2015 e terminou no final do ano passado. O Governo do Estado sempre foi a favor da demolição, mas o Ministério Público entrou com ação civil pública contra esse posicionamento.

Também aconteceram problemas com o cabeamento subterrâneo e a colocação de novos postes. As empresas compartilhadoras de TV, internet e telefonia, que precisavam passar seus cabos na tubulação subterrânea, ainda não retiraram todos os fios, sendo que quase todos os postes novos foram instalados. Essa parte do cabeamento começou em 2013 e o prazo de conclusão era de um ano.

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