Lancheira saudável para a volta às aulas – CL+
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Lancheira saudável para a volta às aulas

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Nathalia com o pequeno Davi, de 5 anos - Foto: Andressa Ramos

Com a volta às aulas acontece, também, em muitas famílias, o preparo, com cuidado, de uma lancheira com comida saudável para a criançada. E na hora de montar o cardápio, alguns dos responsáveis pelos pequenos estudantes ficam na dúvida sobre o que mandar para a hora do lanche.
Mãe e chefe de cozinha, Nathalia Reche explica que o mais importante é oferecer alimentos saudáveis. “Por mais que volte, o importante é o que você ofereceu”, ressalta. É nesta oferta que a criança terá a oportunidade de provar algo diferente e até compartilhar com os colegas de sala de aula. A mãe enfatiza que todos os grupos alimentares devem estar dentro da lancheira, mas sempre cuidando do horário. Por exemplo, se a criança estuda pela manhã, o lanche deve ser mais leve, já que dali a algumas horas terá o almoço e essa refeição não pode ser prejudicada. Já se a aula for à tarde, pode apostar num lanche um pouco mais completo.

Outro item que não pode faltar dentro da lancheira, segundo a chefe de cozinha, é a garrafa de água. A dica é utilizar gelos de plástico congelados dentro de uma outra garrafa para manter a água fresca. Águas saborizadas também são uma opção para matar a sede, Nathalia explica que basta congelar o suco natural em forminhas de cubos de gelo e, depois, colocar dentro de uma garrafa com água. “Minha dica para manter a temperatura dos alimentos e água dentro da lancheira, por mais tempo, é deixa-lá dentro da geladeira da noite para a manhã”.

Comidas caseiras são as melhores, segundo a mãe, porém, se não der tempo de fazer, a alternativa é comprar produtos orgânicos ou integrais. No caso das frutas também, mas se os preços forem altos, Nathalia sugere que sejam compradas frutas da estação, já que possuem menos agrotóxicos. Ela enfatiza, ainda, que tirar os biscoitos dos pacotes e guardar dentro de um pote pode ser uma forma de a criança comer algo diferente e não perceber qual é a marca. Minilegumes são atraentes aos olhos dos pequeninos e é uma chance de eles comerem diariamente algo nutritivo e saudável. No caso de salgadinhos, eles podem ser substituídos por pipoca.

Chefe de cozinha

A chefe de cozinha Maiara Liz destaca que os lanches preparados para as crianças precisam ser completos, conter leite, frutas e carboidratos na medida certa.

Procure fazer sucos naturais com baixo índice de oxidação, como abacaxi, maracujá, suco integral de uva (verificar rótulo), acerola (pode-se usar sucos de polpa). Lembrando sempre de mandar dentro de uma garrafa térmica, quanto mais fresco o suco, melhor. Por mais que sucos de caixinha sejam práticos, são maléficos para a saúde, portanto, evite.

Frutas: escolha frutas que a criança goste, não adianta forçar uma fruta, se ela vai e volta na lancheira, faça variações, brinque com sabores, uma salada de frutas com as preferidas da criança é uma boa. Não esqueça da refrigeração, coloque-as em uma lancheira térmica, pois algumas frutas fermentam com facilidade depois de cortadas. Seja criativo, criança adora alimentos coloridos e que sejam divertidos de comer. Faça desenhos, formatos diferentes, torne o lanche atrativo. Faça parceria com as mães dos amigos das crianças, para que todos levem lanches mais saudáveis, para evitar que a criança queira sempre o lanche do amigo, que pode ser diferente da proposta que você está fazendo.

Sanduíches com patês é uma forma de a criança comer legumes e verduras de maneira fácil. Sanduíches devem ser enrolados em papel-alumínio e colocados dentro de uma lancheira térmica, para evitar que estraguem até o momento do consumo.

Bolos: procure fazer bolos caseiros que sejam mais naturais, como bolos de cenoura, laranja, coco, e até mesmo chocolate (utilizando cacau em pó para a redução de açúcares). Evite bolos prontos, pois são cheios de conservantes.
Iogurtes e leites fermentados: podem ser consumidos, desde que sejam gelados. Mande-os sempre dentro de uma lancheira térmica, para que sejam consumidos frescos.

Opções de cardápio

>>1) Uma fruta no pote (picada para facilitar), um sanduíche com patê de ricota, franguinho desfiado e cenoura ralada (envolvido em papel-alumínio) e suco de maracujá natural (dentro de garrafa térmica).

>>2) Salada de frutas no pote (use frutas que a criança mais gostar), um pedaço de bolo de cenoura ou chocolate (faça cobertura com cacau em pó para diminuir os açúcares), um iogurte ou leite fermentado (garanta que seja consumido gelado, mande-o em uma térmica).

>>3) Uma fruta no pote (picada para facilitar), dois pães de queijo (ou quantidade de acordo com o tamanho da criança) e suco de uva integral (verificar rótulo)

>>4) Uma fruta (banana, por exemplo), potinho com cereal integral e uma garrafinha térmica com leite (refrigerado em lancheira térmica).

Lembre sempre: mandar uma garrafinha de água, colher para comer o lanche, e HIGIENIZE muito bem as frutas.

Pingue-pongue com a nutri

A nutricionista Flaviane Barbosa, explica como preparar uma lancheira saudável para as crianças e o que não pode faltar nela.

1) Qual a melhor maneira de preparar um lanche para a criança?
>>Organização é o primeiro passo: elaborar um cardápio semanal, para comprar todos os ingredientes;
>>Dar preferência para ingredientes saudáveis (frutas, verduras, alimentos integrais) evitando oferecer industrializados, que são cheios de nomes estranhos na lista de ingredientes e alimentos ricos em açúcar;
>>Variar os alimentos, dar preferência para frutas da época.

2) O que não pode faltar na lancheira?
>>Garrafinha com água;
>>Fruta ou vegetal;
>>Carboidrato (pão, biscoito, bolo sem cobertura);
>>Proteína (requeijão, queijo, castanha do Pará)
>>Líquido (água de coco, iogurte, suco)
3) Como fazer um lanche atrativo, saboroso e saudável?
>>Incluir a criança na preparação do lanche, isso facilita a aceitação do mesmo;
>>Usar alimentos coloridos (frutas e verduras), cores de personagens infantis;
>>Variar a forma que oferece o lanche (espetinho de frutas, sanduíche, carinhas), abusar da criatividade!

4) Sugestão de cardápio para a lancheira:
>>Cookies de aveia, suco de uva, maçã;
>>Bolo integral de laranja, água de coco, ameixa;
>>Sanduíche natural, suco de abacaxi com hortelã, uva;
>>Pão com manteiga, iogurte natural (adicionar fruta picada), espetinho de tomate cereja com queijo;
>>Grissini, suco de maçã, mamão picado.

 

 

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Morro da Cruz continua sem voos livres e não há previsão de retorno

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Morro da Cruz foi cenário de belos voos de parapente - Foto: Marcelino Claudino

Desde fevereiro do ano passado, os voos livres (asa delta e parapente) estão proibidos no Morro Grande e no Juca Prudente, pois estão localizados em área urbana. A determinação é da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e até hoje a situação não mudou.

De acordo com informações do presidente do Clube de Voo Livre, Katio Letti, é possível combinar os horários e dias de voo mais adequados para não afetar os voos da Azul. Porém isso não é posto em prática, porque a prefeitura não abre um canal de diálogo. “As pessoas assistiam os voos com prazer, era um diferencial turístico que não existe mais”.

Segundo ele, a Notan, que é o órgão que delimita o espaço aéreo, autorizou o pessoal do Clube a fazer um acordo com o aeroporto. “Mas isso não acontece porque a prefeitura não ajuda. A gente fazia os voos há mais de 20 anos e nunca tivemos problema”, lamenta.

Ele acredita que teria como efetuar os voos sem risco para as aeronaves da Azul. Enquanto isso, os campeões catarinenses de Lages, viajam para Urubici, Santo Amaro ou Tangará para treinar. “Queríamos fazer campeonatos, mas sem apoio fica difícil. Tantas cidades que possuem voos e existe liberação aérea para parapentes, só aqui que isso não acontece”.

>> Contraponto O secretário executivo de Proteção e Defesa Civil, Jean Felipe Silva de Souza afirma que ninguém o procurou desde que o Morro da Cruz foi interditado. “É fácil. É só chegar aqui e marcar um horário. Mas, eles precisam de uma autorização da Anac para a liberação desses voos”. Na visão dele, há risco de voos livres no local devido o helicóptero Águia 4 e as aeronaves da Azul passarem próximo ao morro.

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Médicos irão suspender atendimentos não emergenciais

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Foto: Andressa Ramos

Os mais de 100 médicos que atendem na emergência e na urgência do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages, pretendem suspender os atendimentos não emergenciais e as cirurgias eletivas, a partir de segunda-feira (19). Apesar disso, os atendimentos de urgência e emergência permanecem. O motivo, segundo o corpo clínico, é a falta de pagamento aos médicos, que afirmam estar há quase sete meses sem receber seus salários. Além disso, a Direção do corpo clínico ressalta que os atrasos de pagamentos Vêm acontecendo há sete anos. A decisão aconteceu na noite desta quinta-feira (15), após uma assembleia com todos os profissionais.

Há 30 dias, o corpo clínico encaminhou carta para o Conselho Regional de Medicina, Câmara de Vereadores, Corpo de Bombeiros, Agência de Desenvolvimento Regional, Secretaria Municipal de Saúde, Ministério Público e o próprio hospital. Na carta, estava o aviso de que se o caso não fosse resolvido neste período os médicos tomariam decisões drásticas, desta forma ficou resolvido pela diminuição dos atendimentos.

O corpo clínico explica que a partir dessa data não haverá mais cirurgias e nem atendimento pelo Sistema Único de Saúde, convênio e particular. Porém, nos casos de risco de morte os pacientes serão atendidos normalmente, como infarto, acidente vascular cerebral, acidente automobilístico, tiro, entre outros. “O objetivo é que ninguém morra.”

A direção do hospital não quis se pronunciar, disse apenas que, até a manhã desta sexta-feira (16), não havia recebido comunicado oficial sobre a suspensão dos atendimentos não emergenciais.  As verbas do hospital são captadas via Ministério da Saúde, Governo do Estado e Secretaria Municipal da Saúde.

Nota da SES

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) esclarece que não há atrasos de repasses por parte do Governo do Estado para o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages. O que ocorreu no ano passado foi um período de descobertura do convênio de custeio firmado com o hospital em Dezembro/2017, no valor de R$ 216,6 mil a parcela. “A SES está em contato com a direção e o corpo clínico da unidade avaliando as melhores ações para auxiliar o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres”.

A SES lembra que repasses relacionados aos serviços do SUS no hospital são todos feitos diretamente pelo Ministério da Saúde (MS), pois Lages é de gestão plena e, por isso, o MS envia os recursos diretamente para o município. É importante salientar que não há confirmação da paralisação dos médicos do hospital na próxima segunda-feira, 19.

Município

A secretária de Saúde, Odila Waldrich, explica que o recurso vindo do Ministério da Saúde é destinado para o custeio de procedimentos médicos do hospital e não para pagamento de funcionários.

Nota do sindicato

“O Sindicato dos Médicos de Santa Catarina, na defesa dos mais de 100 médicos que prestam serviços no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, informa que a partir do 19 de janeiro de 2018 os médicos irão suspender os atendimentos onde não há risco de morte. Importante esclarecer que o motivo da suspensão dos atendimentos decorre do pagamento de honorários médicos parcial há mais de sete meses. Ainda, há meses o Sindicato dos Médicos, juntamente ao Corpo Clínico, busca uma solução amigável ao descaso que a saúde se encontra, sem qualquer retorno, sendo a suspensão dos atendimentos necessária.”

 

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Cães são impedidos de usar abrigo no Sagrado

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Fotos: Patrícia Vieira e Diculgação

Para acomodar os cães de rua que viviam perambulando pelas calçadas, os irmãos Rafael Arruda e Raquel Montanari instalaram três casinhas. Em pouco mais de um ano, a estrutura que faz parte do projeto “Ajude um animal de rua”, ampara cerca de cinco cães aleatoriamente.

Os animais que andavam nos arredores das empresas Frangos Montanari e MEGAprojetos Eficiência & Tecnologia, localizadas na Rua Coronel Lica Ramos, no Sagrado Coração de Jesus, em Lages, hoje tem um local para dormir e se alimentar adequadamente.

Porém, para a surpresa dos irmãos, na manhã de quinta-feira, por volta das 7 horas, horário em que Raquel levava as crianças para escola, algo estranho aconteceu. “O cães estavam do outro lado da rua, sentindo-se desamparados”, conta Raquel. Foi então que a empresária percebeu que as entradas das três casas estavam fechadas com pedaços de madeiras escoradas com pedras. Além disso, os cobertores estavam todos bagunçados.

15 de fevereiro – Como amanheceram as casinhas na última quinta-feira.

14 de janeiro – Postagem no perfil do Ajude um animal de rua, mostra os cães abrigados no local

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para desabafar, ainda na quinta de manhã, o empresário Rafael Arruda, postou uma mensagem em seu perfil dizendo que começaria o dia com a frase: “Se os humanos fossem um pouquinho mais animais eles seriam mais gente”. Continua o texto “Sinceramente não sei o que leva algumas “pessoas” a terem esse tipo de atitude! Além de não ajudarem, fazem de tudo pra atrapalhar aqueles que o querem fazer…] e continua “[…Achem algo útil pra fazer, se não for pelos animais, façam pelas pessoas. Não prejudiquem aqueles que sempre se sacrificam por algum propósito. Que não faz nada e ainda atrapalha quem faz!…]”. Ele finaliza a postagem com um alerta “Aviso aos responsáveis, caso chegue até ele, que a partir de agora nossas casinhas serão monitoradas!”

Ainda não se sabe quem poderia teria cometido tanta “crueldade”, porém, os empresários têm suspeitos, já que os animais não são bem vindos por parte de algumas pessoas no bairro. Pois, um dos animais tem o costume de correr atrás de veículos.

Raquel ressalta que não são os abrigos que irão contribuir com o número de cães abandonados na cidade. Muito pelo contrário. “Eles já andavam por aí pelas calçadas. Neste caso, as casas foram para abrigar adequadamente os animais maltratados, que já viviam na rua”.

A ideia contagiou outros vizinhos, que além de água e ração, colaboram com a limpeza das casas, conta a empresária. Os irmãos afirmam que providenciarão câmeras de videomonitoramento específicas para o local.

Raquel e sua mãe Celga, mostram as pedras que foram usadas

O projeto

Fundado em maio de 2016, o projeto “Ajude um animal de rua”, já distribuiu 214 casas em vários pontos de Lages. Embora nem todas as casas estejam ocupadas, a grande maioria têm responsáveis por elas, que mantém limpas e abastecidas com alimentos para os animais.

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Horário de verão termina e brasileiros devem atrasar o relógio em uma hora

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Fotos: Adecir Morais

O horário de verão, que teve início no dia 15 de outubro do ano passado, encerra a 0h deste domingo (18). Com isso, os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil devem atrasar seu relógio em uma hora. Os brasileiros do Norte e Nordeste do paÍs, porém, não serão afetados.

O horário de verão foi instituído pela primeira vez em 1931 e, em 2008, ganhou caráter permanente no País. A medida tem como principal objetivo de economizar energia elétrica. Isso porque demora mais anoitecer, o que reduz o consumo eletricidade, conforme o governo.

Segundo a Agência Brasil, balanço do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostra que, em 2013 o Brasil, com a medida, economizou R$ 405 milhões, ou 2.565 megawatts (MW). No ano seguinte, essa economia baixou para R$ 278 milhões (2.035 MW) e, em 2015 caiu ainda mais, para R$ 162 milhões. Em 2016, o valor sofreu nova queda, para R$ 147,5 milhões.

No ano passado, o governo federal chegou a cogitar a possibilidade de acabar com o horário de verão, por entender que não havia consenso em relação à economia de energia elétrica. No entanto, mais tarde mudou de ideia e decidiu manter a medida, após avaliar que qualquer economia de luz é bem-vinda.

Nas ruas, o tema divide opiniões. Quem é a favor, como é o caso da vendedora Marli Borges, diz que a mudança aumenta o tempo de luz solar, fazendo com que o dia renda mais. “Prefiro o horário de verão, pois a gente chega em casa cedo e dá de fazer muita coisa [antes de anoitecer], mas para o meu trabalho, o inverno é melhor, porque a gente vende mais por causa do frio”, diz ela, que vende churros, pipoca, batata-frita e crepe em uma barraquinha, no Centro de Lages.

Prefiro o horário de verão, pois a gente chega em casa cedo, mas para o meu trabalho, o inverno é melhor”.Marli borges, vendedora

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