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Ladrões invadem Escola Zulmira Auta da Silva para furtar fiação elétrica

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Os ladrões entraram pelo telhado da escola durante a madrugada - Foto: Adecir Morais

As marcas dos danos causados por ladrões na Escola Estadual Zulmira Auta da Silva, no Bairro Popular, em Lages, na Serra Catarinense, ainda são visíveis. Criminosos invadiram o local e deixaram um rastro de prejuízos. O caso aconteceu na madrugada de domingo (22), mas só foi divulgado na tarde desta terça-feira (24).

De acordo com a direção da escola, os criminosos entraram na unidade pelo telhado, após pular o muro da instituição. Eles tiveram acesso ao laboratório de química e biologia, possivelmente para furtar fios da rede elétrica. O alarme disparou e eles fugiram, deixando para trás cerca de cinco quilos de fios, um alicate e um moletom.

Assim que o alarme disparou, a diretora e a empresa responsável pela segurança do prédio estiveram no local e confirmaram o arrombamento.

Devido os danos na rede elétrica, o laboratório está sem energia elétrica, além disso, o telhado encontra-se danificado. A direção informa que encaminhou pedido de conserto à Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Lages, órgão responsável pelas escolas estaduais. Além disso, registrou um boletim de ocorrência na delegacia.

A principal hipótese, é que os criminosos invadiram a escola apenas para roubar fios elétricos de cobre, tendo em vista o seu valor no mercado paralelo. Geralmente, os ladrões furtam este tipo de material para vender no mercado negro, conseguindo dinheiro para comprar drogas.

Invasões em escolar são comuns

Apesar de serem monitoradas eletronicamente, as escolas da rede estadual têm se mostrado alvos fáceis para os bandidos. Os primeiros furtos aconteceram ainda no período de férias, em três escolas estaduais de Lages.

Na Escola de Educação Básica Professor Armando Ramos de Carvalho, no Bairro Pró-Morar, por exemplo, em um dos furtos, um homem ficou por mais de duas horas na escola escolhendo o que poderia levar. Mesmo com o disparo do alarme, ele permaneceu no local e ninguém apareceu para impedir a ação criminosa.

O primeiro arrombamento de 2018, na escola, foi no dia 7 de janeiro, logo depois das 22 horas, o alarme disparou e o assaltante conseguiu levar mais de cinco itens de dentro da escola, dentre eles uma caixa completa de ferramentas.

E as invasões não pararam por aí, na noite do dia 14, 20 garrafas de refrigerante e uma garrafa térmica foram levadas. Duas noites depois, entre dia 16 e 17, um homem aparece nas imagens de videomonitoramento por mais de duas horas.

Diversos aparelhos eletrônicos foram carregados. Ainda, não satisfeitos, com a quantidade de número de invasões, os assaltantes entraram no colégio na noite do dia 20 daquele mês e furtaram mais equipamentos.

A direção da Escola de Educação Básica Francisco Manfroi, no Bairro Santa Mônica, não teria sido avisada pela empresa Orsegups que os sensores das portas estavam estragados e a unidade se tornou alvo fácil para os assaltantes. Quatro portas foram arrombadas na secretária e uma televisão foi furtada. Em outra invasão, os bandidos atearam fogo na escola, destruindo várias salas.

Furtos são de madrugada_ Em 2017, a Polícia Militar registrou ocorrências de furto em mais de 30 instituições de ensino, estaduais e municipais na cidade de Lages. 64% das ocorrências de arrombamento ocorreram na madrugada.

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Fornecimento de gás natural em rede pode ser afetado pela paralisação em algumas cidades

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Foto: Divulgação

Em virtude da paralisação promovida por motoristas de caminhão que corre em todo país, a SCGÁS tranquiliza seus consumidores e informa que o abastecimento com gás natural veicular (GNV) aos postos de combustíveis, em sua maioria, não será prejudicado pelas paralizações. Os segmentos industrial, comercial e residencial também não serão afetados.

A SCGÁS atende atualmente 132 postos em Santa Catarina, e apenas nove deles podem ter suas atividades de fornecimento de gás natural afetadas, por serem atendidos pelo modal de gás natural comprimido – nesta alternativa de mercado, o gás natural é retirado da rede e transportado por caminhões até os postos. Os demais clientes do segmento veicular da SCGÁS são abastecidos por meio de redes canalizadas, o que garante fornecimento contínuo e ininterrupto.

Os estabelecimentos possivelmente prejudicados foram alertados pela Companhia, e terão seu abastecimento restabelecido gradativamente ao término da greve. Abaixo, a lista de postos atendidos que podem ser afetados:

  •        Posto AO Petrolages – Lages;
  •        Posto BR 4R – Rio do Sul;
  •        Posto BR Oenning – Braço do Norte;
  •        Posto IP Furnas Sombrio – Sombrio;
  •        Posto BB Fratelli São João do Sul – São João do Sul;
  •        Posto BB Guarujá – Lages;
  •        Posto Neogás Hoffmann – Orleans;
  •        Posto Neogás Michells Beach – Imbituba;
  •        Posto BB MIME 14 – Pouso Redondo;

O GNV, que proporcionava elevados percentuais de economia em relação aos combustíveis líquidos, abriu vantagem ainda maior frente aos seus concorrentes nos últimos dias. Após as altas recentes, com base nos preços médios da ANP em Santa Catarina, o gás veicular passou a apresentar 56% de vantagem comparado à gasolina e 66% em relação ao etanol. Em termos práticos, abastecendo R$ 30 de cada combustível, o motorista anda 65 km utilizando etanol, 82 km com gasolina, e 189 km rodando com GNV.

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Pontos da BR 116 com manifestação em Santa Catarina e Paraná

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Foto: Susana Küster

BR 116 em Santa Catarina:

 

Mafra:

Km 7: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva, sem registro de lentidão. Há paralisação de caminhões e carretas em acostamentos por aproximadamente 3 km em cada sentido.

 

Papanduva:

Km 54: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Caminhões parados no trevo de acesso ao município.

 

Santa Cecília:

Km 138: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

Km 141: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

Km 143: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

 

Ponte Alta do Norte:

Km 166: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

 

Correia Pinto:

Km 217: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

 

Lages:

Km 245: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível, não há registro de lentidão.

 

BR 116 no Paraná:

 

Curitiba:

Km 115: interditado para veículos de carga, os mesmos estão estacionados em acostamento, ambos os sentidos. Restante de veículos trafegam normalmente.

 

Fazenda Rio Grande:

Km 125: interditado para veículos de carga, os mesmos estão estacionados em acostamento, ambos os sentidos. Restante de veículos trafegam normalmente;

Km 127: interditado para veículos de carga, os mesmos estão estacionados em acostamento, ambos os sentidos. Restante de veículos trafegam normalmente.

 

Mandirituba:

Km 135: pista norte interditada e tráfego desviado para acostamento, tráfego da pista sul permanece sem obstrução. Não há registro de lentidão;

Km 152: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível e faixa de domínio, não há registro de lentidão.

 

Quitandinha:

Km 166: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível, não há registro de lentidão.

 

Campo do Tenente:

Km 191: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível, não há registro de lentidão.

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Taxistas aderem movimento de caminhoneiros

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Foto: Divulgação

Os taxistas de Lages fizeram uma carreata na tarde desta quinta-feira (24) em apoio a greve dos caminhoneiros. Eles seguiram em direção ao Posto Ampessan, no entroncamento das BRs 116 e 282. Depois de conversarem com manifestantes foram até o Posto Palmeira e em seguida retornaram para o Sindicato dos Taxistas, entidade que organizou a carreata.

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