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Karla foi morta na madrugada de quarta

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O inquérito policial que apura a morte da policial civil lageana Karla Silva de Sá Lopes será encerrado nos próximos dias. O Departamento de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú concluiu que o Karla foi morta pelo marido, com um tiro na cabeça. Fernando Lopes, policial militar da reserva, teria sido autor do feminicídio.

 

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Marido confessa ter matado policial civil lageana, Karla Silva de Sá Lopes

Na quarta-feira (06) as primeiras notícias do sumiço da policial começaram a surgir nas redes sociais. Quem reportou o desaparecimento foi o próprio Fernando, que informou que a mulher havia saído para caminhar em Itapema e não havia retornado para casa.

Karla era Agente Policial da Delegacia de Correia Pinto, na Serra Catarinense. O delegado da comarca, Fabiano Henrique Schmitt, explica que após conversar com o marido da policial, achou as informações muito desencontradas e acionou a DIC de Balneário Camboriú sobre o caso.

O delegado da DIC de Balneário, Vicente de Assis Mesquita Soares, explica que o suspeito não declarou nada durante a confissão, mas relatou informalmente para um policial militar que havia matado Karla e inclusive, fez um mapa do local onde enterrou o corpo. O crime teria acontecido na madrugada de quarta-feira (06), na casa onde o casal morava.

O corpo de Karla foi encontrado na quinta-feira (07), na restinga da praia de Taquaras, em Balneário Camboriú. Nesta sexta-feira (09), o corpo da policial já estava sendo velado em Lages, sua cidade natal.

A DIC emitiu um mandado de prisão preventiva para Fernando, que está no Batalhão da Polícia Militar. Após o julgamento, ele poderá ser encaminhado para um presídio. O crime será enquadrado como Feminicídio e a pena pode variar de 12 a 30 anos. 

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