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Joaquinense é convidada para expor em Festival Internacional de Arte Naïf

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Foto: Tereza Martorano/Arquivo pessoal

Apaixonada pelas artes, Tereza Martorano dedica 40 anos de sua vida à arte naïf. As paisagens de São Joaquim, na Serra Catarinense, cidade onde nasceu e cresceu, serve de inspiração para suas obras que são cheias de vida e história.

Sua telas chamam a atenção. As pinturas já foram expostas em diversas partes do Brasil e também em outros países.

Referência nacional, Tereza foi convidada a expor no 1º Festival Internacional de Arte Naïf, em Guarabira, na Paraíba. As duas obras da artista, viajaram mais de três mil quilômetros para serem expostas no festival, que começa nesta quarta-feira (23) e vai até 30 de junho.

A expressividade do festival se dá pela liberdade estética e criativa do artista, bem como pela ausência de rigores estilísticos e acadêmicos. Ao todo, serão exibidas no Centro de Documentação “Coronel João Pimentel” (CEDOC), em Guarabira, 170 obras, produzidas por 103 artistas, de 13 nacionalidades.

Inspirada pela neve de São Joaquim, Tereza pintou o quadro “Quando as temperaturas caem abaixo de zero no Sul do Brasil”. As pessoas fazem bonecos de neve e brincam com o fenômeno congelante.

A outra obra de arte também se refere à Serra Catarinense, os campos de altitude estão expressos em “Tempo de colheita, é uma Festa”.

 

A arte naïf

É a arte da espontaneidade, da criatividade autêntica, do fazer artístico sem escola nem orientação, portanto, é instintiva, e onde o artista expande seu universo particular. Arte naïf (do francês, arte ingênua) é o estilo ao qual pertence a pintura de artistas sem formação acadêmica sistemática. Trata-se de um tipo de expressão que não se enquadra nos moldes acadêmicos, nem nas tendências modernistas, nem tampouco no conceito de arte popular.

Assim, o artista naïf é marcadamente individualista em suas manifestações mais puras, muito embora, mesmo nesses casos, seja quase sempre possível descobrir-lhes a fonte de inspiração na iconografia popular das ilustrações dos velhos livros, das folhinhas suburbanas ou das imagens de santos. Não se trata, portanto, de uma criação totalmente subjetiva, sem nenhuma referência cultural.

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