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Indústria da transformação impulsiona economia

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Empresa Borges Madeiras dobrou o número de funcionários e aumentou um turno - Foto: Susana Küster

O saldo de empregos em Lages, no primeiro semestre deste ano, foi de 246 novas vagas. Sendo que o setor que mais impulsionou este resultado foi a indústria da transformação, que gerou 471 vagas no período. Analisando-se individualmente, o mês de junho foi negativo, com a diminuição de 21 postos de trabalho no município. Lages apenas seguiu a tendência estadual, já que Santa Catarina perdeu 4.020 mil vagas.

E, contrariando o que aconteceu no primeiro semestre, em Lages, o setor de indústria da transformação foi o que mais causou demissões em junho, em Santa Catarina. O setor fechou 2.531 vagas no Estado.

O saldo negativo de mais de quatro mil vagas em todos os ramos em SC, resultou em uma diferença de -0,20% no número de empregos em relação a maio. Todos os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho.

Avaliação

O vice-presidente regional da Fiesc para Assuntos da Serra Catarinense, Israel Marcon, percebe que esse avanço do setor de indústria de transformação em Lages é devido ao crescimento de algumas empresas, que inclusive aumentaram a quantidade de funcionários e turnos.

“No Estado, percebemos que o setor têxtil recuou bastante. Acredito que o mês de julho será diferente, observamos que o crescimento ficou estagnado, a euforia está baixando, talvez não reflita em desemprego, mas só em estabilidade no avanço de empregos”. Dados do Caged mostram que somente a indústria têxtil demitiu no Estado, 1.428 mil pessoas, em junho.

A empresa Borges Madeiras, no Bairro Ferrovia, é um dos exemplos de empreendimentos na indústria de transformação, em Lages, que alavancou no número de empregos. O empreendimento dobrou o número de funcionários e aumentou um turno, passando para cerca de 180 colaboradores. A empresa exporta madeiras serradas, principalmente para os Estados Unidos.

Desempenho nacional

No Brasil, o emprego formal se manteve estável em junho. Foram registradas no mês 1.167.531 admissões e 1.168.192 desligamentos, que resultaram em um saldo negativo de 661 vagas. As atividades que mais criaram vagas foram as ligadas à agropecuária, que teve saldo de 40.917 empregos, resultantes de 113.179 admissões e 72.262 desligamentos, uma expansão de 2,58%.

O segundo melhor desempenho da economia no mês de junho, foi o do setor de serviços industriais de utilidade pública, com saldo de 1.151 postos, resultado de 6.849 admissões e 5.698 desligamentos.

Desempenho por região

Quatro das cinco regiões brasileiras tiveram crescimento no emprego formal em junho. No Centro-Oeste foram criadas 8.366 vagas; no Sudeste, 3.612; no Nordeste, 3.581; e no Norte, 930. Apenas na região Sul, o saldo foi negativo, com o fechamento de -17.150 postos. Dezesseis unidades federativas registraram variação positiva no emprego e onze, negativa.

Lages

471 é o saldo da indústria da transformação

– 167 é o saldo do comércio

246 é o saldo total de empregos

* 1º semestre

Santa Catarina

– 2.531 é o saldo da indústria da transformação

– 4020 é o saldo total de empregos

* Junho

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