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Ideia é uma ampla área de lazer na praça ao lado do Centro Serra

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Vários projetos foram feitos para a área ao lado do Centro Serra - Fotos: Susana Küster

Em julho de 2016, foi inaugurado o Centro de Artes e Esportes Unificados (a Praça do CEU), ao lado do Ginásio Jones Minosso. O local possui três mil metros quadrados e entre outros espaços possui salas multiuso; biblioteca, que inclui livros em braile; laboratório de informática; teatro e auditório com 60 lugares; quadra poliesportiva coberta; pista de skate iluminada; academia de ginástica e playground.

Esse espaço de lazer pode ficar ainda maior porque ao lado do estacionamento do Centro Serra, há uma área que pode se tornar um horto agroflorestal com espécies nativas, compostagem de resíduos orgânicos domésticos, horta urbana e um labirinto, agregado à área recuperada e urbanizada pelo Centro Serra em um espaço verde, arborizado e florido.

Para receber os Jogos Abertos de Santa Catarina, o entorno do local já recebeu algumas melhorias.

Entenda o caso_ A princípio, o terreno foi doado pela Prefeitura de Lages, em 2004, com a finalidade dos investidores beneficiados construírem um Centro de Eventos. Em contrapartida, eles precisariam contruir o Parque da Cidade.

Como não foi construído, em 2009, os investidores receberam mais uma área, desta vez, de 15 mil metros quadrados, para investirem R$ 70 milhões. A ideia era construir o Shopping Pátio Lages, o que também não ocorreu.

Requerimentos obedecendo trâmites legais foram encaminhados para a prefeitura para que, em março deste ano, a Associação Comunitária Passeio Universitário (ACPU) fosse apresentada à comunidade em um evento que reuniu entidades público-privadas.

Equipe grande_ Estão envolvidos na construção deste projeto uma equipe de voluntários com diversas profissões, além de acadêmicos do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV/Udesc) e da Uniplac.

De acordo com a presidente da ACPU e também diretora da Secretaria de Serviços Públicos e do Meio Ambiente, Silvia Oliveira, a ideia é que seja feita uma parceria público-privada, já que os investimentos são altos. “Não queremos plantar só umas florzinhas, ali será um grande ambiente de lazer”.

Limpeza_ Enquanto o projeto não vigora, segundo Silvia, em breve, a secretaria deverá encaminhar uma equipe de roçada e jardinagem do horto municipal para limpeza da área. A grande equipe de profissionais é necessária em função de que árvores e gramíneas fazem parte do espaço e precisam ser preservadas.

Comunidade aproveita, também, a praça do CEU

Adolescente pratica mais esporte

Ter uma pista de skate disponível perto de casa, já que mora no Bairro Várzea e a área de lazer fica no Bairro Universitário, fez Lucas Rafael de Oliveira, 16 anos se tornar um skatista que pratica com frequência manobras radicais. Antes da pista no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU), ele fazia suas manobras em casa. Agora, vai quase todos os dias ao local e quando soube pelo CL que o espaço pode virar uma grande praça, ficou bem animado.

Quem acha que a rotina dele é só praticar skate está enganado. “Trabalho de manhã como ajudante de mecânico, estudo à noite e, à tarde, quando posso, venho aqui praticar”. Ele leva também seus amigos e até seu vizinho para verem suas manobras radicais.

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“Não teve como reverter”, diz médico sobre morte de paciente

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O Pronto Atendimento tem sofrido com a superlotação, o que acaba sobrecarregando o trabalho da equipe de médicos e enfermeiros - Foto: Adecir Morais

O diretor técnico do Pronto Atendimento de Lages, Pedro Iung disse, nesta terça-feira (17), que a equipe que atua na unidade fez de tudo para evitar a morte de uma mulher, de 55 anos, que deu entrada no local, na última segunda (16). Ele narrou a cronologia dos fatos e garantiu que todo o atendimento foi feito dentro do que determina o protocolo de atendimento.

De acordo com ele, a paciente, que morava em São José do Cerrito, chegou na unidade às 14h47, trazida por familiares. Às 14h51, passou pelo setor de enfermagem, quatro minutos mais tarde, recebeu atendimento de médicos e enfermeiros na sala de emergência. Ela morreu após sofrer uma parada respiratória, depois de sucessivas manobras na tentativa de reanimá-la.

Pedro afirmou que a mulher deu entrada na unidade em estado grave e com sintomas de infarto. No setor de emergência, recebeu todo o atendimento necessário. “A paciente chegou em estado gravíssimo, não teve como reverter [a morte]”, declarou o diretor, salientando que a mulher tinha histórico de pressão alta, diabetes, tabagismo e infarto.

Em relação a uma possível queda da paciente enquanto recebia atendimento, o diretor destacou que, ao tentar levantar-se da maca, ela foi acudida por uma enfermeira, mas “escorregou” e ficou de “joelhos no chão”, sendo socorrida imediatamente pela equipe de enfermagem.

“Em absolutamente nenhum momento a paciente ficou sozinha ou deixou de ser atendida. Infelizmente, a morte aconteceu em decorrência do problema cardíaco, conforme consta no atestado de óbito”, reforçou uma nota encaminhada pela Secretaria Municipal de Saúde. O CL não conseguiu contato com familiares da mulher.

Onde buscar atendimento

Em Lages, existem dois estabelecimentos que atendem casos de urgência e emergência (Pronto Atendimento e Hospital Nossa Senhora dos Prazeres – HNSP). O diretor explicou que, pelo SUS, quando um paciente apresenta sintomas de infarto, precisa ser atendimento no Pronto Atendimento primeiro.

Nesta unidade, é avaliado o tipo de atendimento que o paciente precisa. Se houver diagnóstico de infarto, o médico encaminha o caso ao setor de emergência do HNSP, referência regional em cardiologia.

A unidade avançada do Samu também pode encaminhar casos de infarto para este setor. Pacientes que vêm do interior, encaminhados com diagnóstico, também são levados para este setor. Todos os atendimentos de urgência e emergência em Lages, exceto os casos de acidente de trânsito, precisam ser atendidos no Pronto Atendimento.

Vale lembrar que esta unidade, tem sofrido nos últimos dias com a superlotação, o que acaba sobrecarregando o trabalho da equipe médica e de enfermagem da unidade. Só nesta terça, havia 26 pacientes aguardando vagas em hospitais do município, sem falar de dezenas de pacientes que esperavam nos corredores.

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Polícia Militar realiza Operação 4000 em toda a Serra Catarinense

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Foto: Polícia Militar/ Divulgação

Mais de quatro mil policiais trabalharam na Operação 4000, que ocorreu em todo o estado de Santa Catarina nos dias 6, 7, 13 e 14 de julho. Na Serra Catarinense, a ação foi liderada pelo comandante da 2ª Região de Polícia Militar, Coronel Moacir Gomes Ribeiro. Os 21 municípios contaram com o apoio de 250 policiais do 6º BPM, Polícia Militar Ambiental, Cavalaria e Central Regional de Emergências.

Nos quatro dias de trabalho ostensivo, foram abordadas 1131 pessoas durante vistoria em 197 estabelecimentos comerciais. Nas 67 barreiras de trânsito foram atendidos 586 motoristas.

Na região de São Joaquim, que contempla ainda as cidades de Painel, Urubici, Urupema e Bom Jardim da Serra, foram realizadas 27 barreiras policiais e abordados 180 veículos. A PM esteve em 38 estabelecimentos, onde abordou 254 pessoas. Foi lavrado um termo circunstanciado por posse substância análoga à maconha, duas armas de fogo apreendidas e uma arma branca.

Em Otacílio Costa, Correia Pinto, Palmeira e Ponte Alta a Operação registrou 28 barreiras policiais e abordou 156 veículos, três deles foram removidos. A polícia fez vistoria em 59 estabelecimentos comerciais e abordou 321 pessoas nestes espaços. Houve apreensão de substância semelhante à maconha, duas CNHs recolhidas e dois estabelecimentos sem alvará.

Este tipo de ação policial tem um cunho educativo e busca reduzir a criminalidade, em especial, a letalidade violenta, vias de fato, furto, roubo e fatos relacionados com a violência contra mulheres, que no geral estão ligadas direta ou indiretamente a ingestão de bebidas alcoólicas e uso de drogas.

Por Catarinas Comunicação

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Defensoria Pública realiza força-tarefa no sistema prisional

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Defensor público Anderson Ouriques, que atua em Lages - Foto: Adecir Morais

A Defensoria Pública de Santa Catarina começou, ontem, uma força-tarefa no sistema prisional do Estado. O objetivo é analisar mais de sei mil processos de detentos do regime semiaberto, beneficiando aqueles internos que estão cumprindo pena de maneira irregular.  Os trabalhos seguirão até 14 de dezembro.

A força-tarefa, que já chegou à nona edição, envolve 25 defensores públicos em todo o Estado. Em Lages, serão analisados processos de detentos do Presídio Regional, que atualmente abriga 171 internos do semiaberto, isto é, a unidade comporta um número maior de sua capacidade.

Conforme o defensor público em Lages, Anderson Ouriques, Santa Catarina tem, atualmente, 4.903 presos no regime semiaberto, destes, 3.303 estão cumprindo pena no regime fechado por falta de vagas, o que contraria a legislação.

Com o mutirão, a ideia é fazer cumprir a Súmula Vinculante 56 do Superior Tribunal Federal (STF), de 2016, que estabelece que a falta de vagas em estabelecimento adequado nas prisões, não autoriza a manutenção do condenado na prisão em regime pior.

A ideia da força-tarefa é fazer com que os detentos que já estejam próximos de cumprir a pena, possam usar tornozeleira eletrônica em prisão domiciliar. O Estado tem 600 tornozeleiras. Além disso, a Defensoria vai pedir a liberação do interno que estiver perto de cumprir a pena.

Anderson destacou que a falta de vagas é um problema do sistema prisional catarinense. Atualmente, o Estado conta com mais de 20 mil detentos no total, cerca de 4,5 mil a mais que o número de vagas, que é de 16.309.

Regime semiaberto

O semiaberto é um dos três tipos de regimes de cumprimento das penas privativas de liberdade previstas no ordenamento jurídico, com base no Código Penal e na Lei de Execução Penal. Os outros dois são o regime aberto e o fechado.

Por lei, o preso deste regime tem o direito de trabalhar, dentro (em pequenas empresas no interior da unidade) ou fora da prisão (quando é liberado da carceragem pela manhã para trabalhar e volta no final da tarde). Além de progressão da pena (a cada três dias trabalhados, o preso tem o direito a um dia de redução da pena que cumpre), o benefício é uma forma de ressocialização.

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