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Hospital é alvo de denúncias, direção contesta as informações

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Foto: Susana Küster

Altos índices de infecção hospitalar; falta de medicamentos para o tratamento do câncer; equipamentos quebrados ou que funcionam de forma precária; suspensão de atendimento por clínicas particulares contratadas de forma emergencial por falta de recebimento dos contratos; biópsias que demoram 60 dias ou mais para obter o resultado e falta generalizada de materiais do setor cirúrgico à área burocrática.

Esses são os problemas do Hospital Tereza Ramos, divulgados em um documento que alguns funcionários do hospital fizeram e entregaram para o deputado estadual Fernando Coruja (MDB). A direção contesta as informações.

O parlamentar enviou o documento para o governador em exercício, Eduardo Pinho Moreira, e ao secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, pedindo que verifiquem as informações e solucionem os problemas.

No arquivo, os servidores destacam a falta de medicamentos para o tratamento dos cânceres de mama, próstata, estômago, esôfago, e bloqueadores hormonais. Um dos remédios é o Anastrozol, fornecido com irregularidade no ano passado e em falta completa desde dezembro até meados de fevereiro.

Este último problema, foi divulgado no início do mês de fevereiro pelo Correio Lageano. Na época, a Secretaria de Saúde do Estado informou que não tinha o remédio porque o fabricante deixou de enviá-lo para o hospital por conta do recesso de fim de ano. E, que isso seria resolvido em 10 dias.

Sobre os equipamentos que estão quebrados ou que funcionam precariamente, o documento relata que são os que fazem tomografia, ressonância magnética, mamografia e endoscopia, e até a câmera de diluição de quimioterápicos entrou na lista de reclamações.

Embora os funcionários deem destaque para o setor oncológico, em todo o hospital, o arquivo relata que há falta generalizada de materiais.

O deputado frisa que o Tereza Ramos é um hospital de referência para cinco regiões, e atende dois mil pacientes/mês, somente na área oncológica. Por isso, pediu para que o governador e o secretário de saúde verificassem as informações e resolvessem os problemas.

Diretora frisa que acusações são falsas

A diretora do hospital, Beatriz Montemezzo, afirma as denúncias são falsas e que provavelmente foram feitas por alguém insatisfeito com a troca de postos de trabalho, em uma reestruturação que a hospital passou recentemente.

Sobre a alegação de alto índice de infecção hospitalar, a diretora comprova com um documento de que a denúncia é falsa. Em dezembro, o índice de contaminação era de 1,20%, o que é considerado baixo, de acordo com a demanda de pacientes que o hospital recebe. “Não há um número indicado por algum órgão de saúde, mas o que temos é considerado bem baixo”.

Em dezembro, faltaram alguns medicamentos por conta da demora do laboratório na entrega, que inclusive, foi notificado pelo governo estadual. “A demanda de todos remédios já voltou ao normal”.

A câmera de diluição de quimioterápicos não possui problemas, tem manutenção a cada três meses e recentemente foram trocados os filtros. “Estamos com uma licitação em aberto para ser construída uma segunda cabine”.

Sobre os equipamentos estragados, Beatriz frisa que o tomógrafo está funcionando, e desde dezembro, está aberto um chamado para a equipe da Philips consertar o aparelho de ressonância magnética.

“Eles vieram, porém foi preciso parar porque é necessário comprar uma placa e foi aberta uma licitação para a compra”. Em relação ao tomógrafo, ela conta que ele estragou, mas até na sexta-feira estará em funcionamento.

A mamografia está funcionando sem problemas. “É bom ressaltar que todos pacientes não deixam de fazer exames por conta de aparelhos quebrados, porque eles são encaminhados para clínicas”.

A denúncia sobre as clínicas particulares, que foram contratadas, pararem de fazer exames também mentira, segundo a diretora. Apesar do pagamento atrasar, eles não deixarem de atender os pacientes.

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Justiça arquiva delação contra Raimundo Colombo

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Foto: Arquivo CL

Atualizado às 16h35

O processo que apurava a delação premiadas envolvendo o então governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, foi arquivado. O juiz Fernando Vieira Luiz, da 2ª vara criminal da Capital, aceitou a recomendação do Ministério Público de Santa Catarina. 

“Sempre acreditei na Justiça e tinha absoluta certeza de que esse seria o resultado. Por uma questão de consciência, porque não havia cometido nenhum crime ou ilegalidade”, afirma o ex-governador.

A delação envolvia integrantes do PSD apontados como beneficiários de R$ 10 milhões da empresa JBS. O acordo envolvia dinheiro para campanha eleitoral em troca da venda da empresa estatal de água e saneamento, a Casan.

Colombo foi denunciado em abril. A Procuradoria-Geral da República ainda não havia apresentado uma denúncia sobre essa investigação,  a investigação estava com  27ª Promotoria de Justiça, que atua na área de moralidade administrativa.

Em um parecer de 14 páginas, a promotora Rosemary Machado Silva entende que a narrativa do delator Ricardo Saud, ex-executivo da JBS, não sobrevive à contextualização dos fatos.

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Suspensa a resolução da ANS sobre coparticipação de até 40% em planos de saúde

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Foto: Agência Brasil/ Divulgação

A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, suspendeu temporariamente nesta segunda-feira (16) a Resolução Normativa 433, de 28 de junho de 2018, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que “propõe-se a regulamentar, a utilização de mecanismos financeiros de regulação no âmbito dos planos privados de assistência à saúde, a exemplo de franquia e coparticipação”.

De acordo com a decisão, da presidente do STF, ao deferir a medida cautelar do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ajuizada no último dia 13 de julho, a resolução fica suspensa até o exame feito pelo ministro-relator, Celso de Mello, ou pelo plenário da Corte.

A resolução da ANS, publicada em junho, diz que os pacientes de planos deverão pagar até 40% no caso de haver cobrança de franquia e coparticipação sobre o valor de cada procedimento médico realizado.

“A referida resolução foi muito além e desfigurou o marco legal de proteção do consumidor no país”, ‘tendo usurpado’, “da competência do Poder Executivo (e também do Poder Legislativo) por parte da Agência Nacional de Saúde Suplementar, que arvorou-se a regulamentar matéria – mecanismos de regulação financeira (franquia e coparticipação) – sem a devida competência para tanto e, ainda, sem o devido processo legislativo”, diz a OAB na ação.

Nota da ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por meio de nota, informou que ainda “não foi notificada oficialmente da propositura da ação, tampouco da decisão do Supremo Tribunal Federal de suspender a Resolução Normativa nº 433, relativa às regras de coparticipação e franquia.”

A Agência destaca, no entanto, “que editou a norma observando rigorosamente o rito para edição de ato administrativo normativo, especialmente quanto à oportunidade de participação da sociedade. Além disso, a norma foi analisada pela Advocacia-Geral da União sem que tenha sido identificada qualquer ilegalidade ou inconstitucionalidade”.

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Praça do CEU objetiva potencializar a participação social

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Foto: Fabrício Furtado/ FCL/ Divulgação

Por meio da parceria entre União e municípios, 357 Centros de Esportes Unificados (CEUs) estão em construção no país. Destes, cerca de 161 foram inaugurados até maio deste ano. Se for considerar o número atual de municípios brasileiros, 5.570, Lages é um dos poucos privilegiados com a instalação e o funcionamento de um.

Localizado na rua Archilau Batista do Amaral, no Bairro Universitário, próximo ao Ginásio Jones Minosso, a Praça do CEU de Lages homenageia o Dr.  e desportista Luiz Carlos Silva. Ele foi advogado, escrivão no Fórum da Comarca de Lages/Nereu Ramos e também fez parte da equipe lageana de tiro ao prato numa das edições dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc).

O espaço dispõe de duas salas multiuso (aulas de artes, dança, xadrez, teatro, musicalização e afins), telecentro (informática), ‘cineatro’, ginásio poliesportivo, administrativo/almoxarifado, sanitários exclusivos para pessoas com necessidades especiais, pista de skate, local para atividades recreativas e físicas.

Com o objetivo de potencializar a participação social, além dos cursos em funcionamento, como balé e desenho na área de artes, oficinas de contação de história destinado para os professores da rede municipal, escolinhas esportivas (handebol e futsal) e atividades do Programa Vida Ativa (Programa que visa promoção de integração, convivência, fortalecimento de vínculos e práticas físicas para o público da segunda e terceira idade).

O superintendente da Fundação Cultural de Lages (FCL), Gilberto Ronconi, informa que até o dia primeiro de agosto estarão abertas as inscrições para o curso de violão. “As aulas serão ministradas pelo instrutor Eder Goulart, um dos principais músicos da canção nativista do município. O intuito é formar três turmas: a primeira nas quartas e sextas-feiras, das 9h às 10h, a segunda também nas quartas e sextas-feiras, porém das 10h às 11h e a terceira nas quintas-feiras, das 9h às 11h”, explica Gilberto.

O secretário de Assistência Social e Habitação de Lages, Samuel Ramos, destaca que esses cursos, oficinas, escolinhas e atividades ocorrem de forma gratuita e àqueles que possuem interesse podem realizar inscrição diretamente na Praça do CEU.

Gestão Compartilhada

A gestão em Lages é compartilhada pelas secretarias de Assistência Social e Habitação, Secretaria Municipal da Educação, Fundação de Esportes e Fundação Cultural de Lages (FCL), em parceria com as Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, Secretaria Municipal de Águas e Saneamento (Semasa) e Coordenação de Segurança e Trânsito. A Fundação Cultural de Lages é responsável pelo Grupo Gestor interno da Praça do CEU.

Para mais informações sobre as atividades na Praça CEU, basta entrar em contato pelo telefone da Fundação Cultural no (49) 3224-7425 ou mesmo com o atendimento da Praça pelo número (49) 3224-7163.

Por Prefeitura de Lages

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