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Habitação mantém vivo o Carnaval de Lages

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Bloco Argemiro Madruga foi um dos que desfilou na Avenida Álvaro Nery dos Santos - Fotos: Susana Küster

Fantasias, passos ritmados, rostos estampados de alegria e música alta. Os ingredientes para um bom Carnaval também chegaram a Lages. E foi na Avenida Álvaro Nery dos Santos, no Bairro Habitação.

Aconteceu, mesmo sem apoio financeiro da prefeitura, que atendeu à recomendação do Ministério Público de Contas e não deu dinheiro para as escolas de samba, mas ofereceu estrutura logística, como sistema de som, arquibancadas, banheiros químicos e segurança.

Os recursos das fantasias e a estrutura para o desfile são próprios das escolas. Mesmo com a negativa da prefeitura, o presidente da Liga das Escolas de Samba de Lages e também da Protegidos de São Carlos, Luiz Lima Lins, ressalta que a motivação em insistir com o Carnaval em Lages é para ‘não deixar o samba morrer’.

“Nós temos um compromisso com a sociedade carnavalesca lageana. Eu acredito que 60% da população de Lages gosta de carnaval”. O local escolhido para os desfiles é pelo fato de as escolas de samba serem originárias do Bairro Habitação.

Lins estima que cerca de mil pessoas assistiram ao desfile. O público pôde conferir a dança e a música dos blocos Argemiro Madruga, Té e Protegidos de São Carlos, que teve ala infantil e adulta. O grupo de pagode Reinventar também alegrou os presentes que assistiram atentos à performance de quem se apresentou.

Família unida para desfilar e assistir ao Carnaval, no Habitação

 

Protegidos de São Carlos fez bonito no desfile carnavalesco

Cruz e Souza

No tradicional clube também teve Carnaval a partir das 23 horas de segunda e depois das 15 horas para as crianças, na chamada tarde infantil.

 

 

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