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Grupo Raízes fecha as portas e deixa de atender pacientes e familiares

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Foto: Andressa Ramos

Nos últimos três anos, o número de jovens e adultos com HIV, o vírus da Aids, cresceu 43% em Santa Catarina. Com a descoberta da doença, muitas pessoas entram em depressão e sofrem com o preconceito de familiares e amigos. Porém, para quebrar com o tabu do vírus e da doença, grupos estão espalhados pelo Estado para ajudar pessoas que vivem e convivem com HIV ou Aids.

São formas de contribuir para superar e, até, entender todo o processo de tratamento. Em Lages, onde existe mais de mil pacientes, um dos grupos de fortalecimento de vínculos e incentivo é o Grupo Raízes.

Porém, quem participava ficará, por tempo indeterminado, sem atendimento, isso porque, devido aos editais do Marco Regulatório e as dívidas batendo à porta da entidade, foi preciso optar pelo fechamento da entidade.

O grupo atende há mais de dez anos os pacientes e suas famílias com cestas básicas, palestras, atendimento psicológico e oficinas de artesanatos, formas de aliviar a tensão do dia a dia.

Edilamar Albano, coordenadora do grupo, enfatiza que são mais de R$ 3 mil para pagar e acrescenta que se continuassem com o aluguel, não teriam condições de quitar a dívida.

Agora, para se enquadrar como entidade no Marco Regulatório, no âmbito da saúde, precisará fazer um plano de trabalho para oferecer como serviço à Secretaria de Saúde.

A secretária, Odila Waldrich, explica que eles precisam justificar qual o tipo de serviço eles podem oferecer para se enquadrar. Edilamar contrapõe e enfatiza que seu serviço é de caráter social, de auxílio às pessoas, como palestras e atendimentos.

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