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Gasolina acaba em poucas horas no Petrolages

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Com pouca gasolina, motoristas empurravam carros até as bombas - Foto: Camila Paes

Foi por meio de mensagens no Whatsapp que muitos motoristas descobriram que o posto Petrolages, na Avenida Luís de Camões possuía gasolina para vender. Em poucos minutos, a fila na frente do estabelecimento se tornou quilométrica. A esperança dos motoristas era que conseguissem chegar a bomba. O posto Guarujá também recebeu gasolina na tarde desta segunda e há fila. No posto Ampessan, motoristas fazem fila esperando para abastecer, mas funcionários ressaltam que não há previsão de chegada de gasolina no estabelecimento.

Para não gastar o pouco de combustível que restava no carro, muitos empurravam os veículos em direção ao posto. Motoristas que chegavam, tentavam furar a fila e eram, imediatamente, proibidos por aqueles que estavam há horas esperando na fila. A Polícia Militar esteve no local, para evitar confusões.

De acordo com funcionários do posto, a gasolina chegou via caminhão por volta das 10h30. Foram cerca de 2 mil litros, que acabaram por volta das 13h30. Para controlar os motoristas, eram distribuídas senhas e sem elas, não era possível chegar na bomba. Com a gasolina acabando, a entrada do posto foi fechada e era liberada a entrada de um carro de cada vez, até que o combustível acabasse.

Muitas pessoas chegaram no posto carregando galões de plástico vazios, com a intenção de enchê-los. Até mesmo aqueles que esperavam na fila para abastecer seus carros, estavam com galões. Os funcionários avisaram que não estavam disponibilizando o combustível por galões.

Diego Delfes esperou cerca de 40 minutos na fila e não tinha certeza se iria conseguir abastecer seu carro, que já estava na reserva. “Se eu não abastecer, não sei nem se consigo voltar para casa”, explicou. Ele precisa do carro para ir até o trabalho. Nesta segunda-feira (28) pegou um ônibus para ir até a empresa, entretanto, ao chegar no local, foi dispensado pelo dia, já que a falta de gasolina também afetou seu trabalho.

Carlos Alberto é caminhoneiro e está participando da paralisação. Mas estava na fila do posto, porque a esposa precisa do carro para trabalhar e estava sem gasolina. Ele também aguardava a liberação para entrar no posto.

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