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Fechamento de área no Salto gera polêmica

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Cerca fechou acesso dos veículos ao entorno da praça e Academia da Terceira Idade - Foto: Susana Küster

Segundo comerciantes, o Salto Caveiras, em Lages, não é um local que possui muitos atrativos turísticos e a restrição de acesso a um local usado como estacionamento, diminuiu mais ainda o movimento de visitantes. Edson Küster é um dos que reclamam do fechamento da área do parque e da Academia da Terceira Idade do Salto.

Ele mostra um abaixo assinado com 500 adesões de pessoas, que frequentam e moram no local. A área cercada era também utilizada como estacionamento, principalmente nos fins de semana.

E, isso segundo Küster, e, outro comerciante, chamado César Bastos, foi péssimo para as vendas. De acordo com relato dos dois, a cerca não só tirou vagas de estacionamento perto de seus estabelecimentos, mas reduziu a clientela.

Eles são os únicos que ficam próximo da academia e do parque. “O secretário Osvaldo Uncini me pediu para fazer esse abaixo assinado para reverter a situação”, diz Küster.

A informação de que o secretário de Agricultura e Pesca, Osvaldo Uncini pediu para ser feito um abaixo assinado não foi confirmada, porque ele estava afastado da pasta até o fim do feriadão de Carnaval e não atendeu o telefone celular para esclarecer o assunto.

O presidente da Associação de Moradores do Salto Caveiras, Sauro Tadeu dos Reis, afirma que muitos pais reclamavam de que não teria como levar suas crianças para brincarem na praça, devido à sujeira deixada por pessoas que utilizavam a área no fim de semana. “Não foi uma decisão minha, foi de todos os integrantes da associação”, destaca Reis.

A ideia é fazer um posto de saúde e uma quadra de areia no espaço que fica ao redor da academia da terceira idade e do parque. Atualmente, o atendimento na área da saúde para os moradores é feito na casa da associação.

“Mostramos a situação para o secretário do Meio Ambiente (Euclides Mecabô). Eles deixavam tudo sujo, traziam bebida de fora e quebravam as garrafas no local”, lamenta.

O presidente da associação nega a informação de que o movimento nos comércios diminuiu por conta da área cercada. “As pessoas que ficavam ali, nem compravam no Salto. Traziam comida e bebida de fora e deixavam tudo sujo local”.

Ele salienta que as pessoas podem usar a praça e parque, porque foi deixado um espaço aberto na cerca para não inviabilizar o acesso. O secretário do Meio Ambiente, Euclides Mecabô, afirma que não sabia da existência da cerca até o CL informar e que iria até o local checar a situação.

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Piloto de moto fica gravemente ferido

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Fotos: Águia 04/Divulgação

O helicóptero Águia 4 foi acionado para prestar suporte aéreo a uma vítima de acidente neste domingo (24). Um piloto que praticava motocross ficou gravemente ferido após acidente, no interior do município de São José do Cerrito, na Serra Catarinense. A identidade da vítima não foi divulgada.

No local, a equipe médica do Samu verificou que a vítima apresentava Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave. Com isso, foi conduzido para Lages, pelo helicóptero. O trajeto durou apenas em apenas 10 minutos, sendo que, por solo, o tempo de deslocamento aproximado seria de 50 minutos, devido ao local ser de difícil acesso.

A equipe do Águia 4 salienta que com o apoio do helicóptero, é possível levar uma espécie de UTI até o local do acidente. Além disso, uma a equipe médica do Samu, equipamentos especiais e medicamentos, que, aliado ao curtíssimo tempo, poderão influenciar de maneira muito positiva na recuperação do paciente.

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Mais de 250 mulheres precisaram de proteção da Polícia Militar

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Foto: Andressa Ramos

Lages é conhecida por ser uma cidade machista e com alto índice de casos de violência contra a mulher. Por diversos fatores, como medo e insegurança, muitas das vítimas não conseguem denunciar seus agressores. Porém, a denúncia é importante para garantir que menos mulheres sejam agredidas e que os homens se conscientizem de tal fato covarde.

Prova de que a cidade tem números altos de violência à mulher, é o número de medidas protetivas que a Polícia Militar, por meio da Rede Catarina de Proteção à Mulher, acompanha. De fevereiro, mês do lançamento do programa na cidade, para cá, 258 mulheres foram atendidas; destas, 35 ainda estão em acompanhamento. 65 falaram aos policiais que não seriam mais necessárias as visitas, já que oficializaram as separações ou reataram.

A Rede Catarina entra em ação depois de receber, do Judiciário, as medidas protetivas. E a atenção não é voltada apenas à mulher, mas, também, ao agressor, a fim de saber se está cumprido o que é determinado pela medida, como ficar longe da mulher.

Na rede, atuam dois policiais, sendo uma mulher e um homem, para que na hora do atendimento possam conversar com vítima e agressor. As visitas acontecem nas casas onde estão os dois, para saber como está o relacionamento. C

aso o agressor seja visto novamente na casa da mulher, repetindo o crime ou chegando perto da casa sem o consentimento da mulher, pode ser preso. Desde abril, descumprir decisão judicial de medidas protetivas de urgência prevê pena de detenção de três meses a dois anos.

O coordenador da Rede de Catarina de Proteção a Mulher na cidade de Lages e Região, sargento Goedert, explica que a Rede Catarina trabalha em parceria com outros órgãos. “Periodicamente, nos reunimos para alinhar procedimentos.”

Diariamente, em média, a Polícia Militar recebe de quatro a cinco medidas protetivas para o acompanhamento. O sargento acredita que o número cresce devido ao sentimento de empoderamento das mulheres e, depois poderem contar com o apoio da Polícia Militar. “Depois que a Rede Catarina foi implantada, elas sabem que têm esse amparo. É importante que estejam empoderadas para denunciar”, ressalta.

Descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência

Art. 24-A. Descumprir decisão judicial que deferiu medidas protetivas de urgência previstas nesta Lei:

Pena – detenção, de 3 (três) meses a 2 (dois) anos.

  • 1o A configuração do crime independe da competência civil ou criminal do juiz que deferiu as medidas.
  • 2o Na hipótese de prisão em flagrante, apenas a autoridade judicial poderá conceder fiança.
  • 3o O disposto neste artigo não exclui a aplicação de outras sanções cabíveis.

Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 3 de abril de 2018; 197o da Independência e 130o da República.

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Tanque é alvo de vandalismo

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Uma impressora foi encontrada dentro da água - Fotos: Divulgação

Notícia atualizada às 18 horas

O Parque Jonas Ramos, o Tanque, no Centro de Lages, foi alvo de vândalos na madrugada domingo (24). Além de latas, garrafas e cacos de vidro espalhados pelo parque, dentro da água havia até uma impressora.

Em seu perfil no Facebook, o secretário do Meio Ambiente de Lages, Euclides Mecabô, lamentou a depredação e disse: “Isso representa uma falta de consciência da importância dos equipamentos públicos.”

Para o secretário, estes danos provocam prejuízos para o patrimônio público. A ideia é que a comunidade ajude nesses casos, denunciando quando possível. Ele ressalta que tem câmeras de segurança no local, e rondas da Polícia Militar. Porém, mesmo assim, não inibe esse tipo de ação. As providências serão tomadas junto aos órgãos competentes para que se possa identificar as pessoas e, posteriormente, fazê-las responder pelos atos.

Ainda de acordo com Mecabô, a impressora da marca HP pode ter sido furtada, pois o equipamento tem indícios que estava sendo usado, já que tinha o cartucho de tinta. “Pela aparência, não é era sucata,” acrescenta.   

Esta não é a primeira vez que a praça é atingida por atos de vandalismo e até de violência. Em fevereiro deste ano, a comunidade lançou uma página no Facebook, denominada  “Salve o Tanque de Lages”, com o objetivo de pedir às autoridades  que dêem mais atenção ao espaço que é um dos principais pontos de lazer do lageano e também, um cartão-postal da cidade.

 

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