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Farmácia Básica praticamente zera falta de medicamentos ofertados gratuitamente à comunidade

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Foto: Toninho Vieira

A Saúde de Lages está com seu aprovisionamento de remédios praticamente em dia. A Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (Remume) possui 133 itens, destes somente dois estão em falta – Flufenazina e Topiramato, que já foram comprados, porém, ainda não entregues. Desta forma, as faltas serão praticamente zeradas.

A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) é composta por 187 medicamentos e a Relação Municipal conta com 133. A Remume de Lages tem 65 medicamentos a mais que não constam na Rename. Portanto, atualmente, dos 133, somente dois estão em falta: Flufenazina 25mg/ml ampola/injetável e Topiramato 50mg.

Em março de 2017, a Remume era formada por 122 itens (medicamentos) e 98 estavam em falta. Em junho do ano passado, depois de atualizada a Remume, pela Secretaria Municipal da Saúde, este número passou para 133.

“Também no mês de março de 2017 foi feita uma Dispensa de Licitação (DL), ‘compra emergencial’ dos principais medicamentos, pois se acreditava que esta compra duraria até maio (mês da licitação), mas não foi o que aconteceu. Em 20 dias já não tínhamos medicamentos. Foram dias terríveis, população carente necessitando de medicamentos”, assinala a gerente de Medicamentos, Bruna Eliane Sviercowski.

No início de 2018, a lista estava com somente 17 itens em falta. “Sempre estamos correndo atrás para que não haja faltas, mas ainda bem que exatamente um ano depois há somente dois itens faltantes”, comemora a gerente de Medicamentos.

A Paroxetina 20mg deverá estar disponível na Farmácia Básica do município a partir desta quinta-feira (24 de maio). O Metronidazol líquido chegou nesta terça (22), emprestado de Otacílio Costa. A Flufenazina e o Topiramato já foram comprados e agora se aguarda a entrega pelo fornecedor, atrasada devido à greve dos caminhoneiros.

Os trâmites

A licitação foi homologada em maio de 2017, com alguns itens fracassados ou desertos, e no final do referido mês os estoques da Farmácia Básica começaram, lentamente, a ser normalizados. “Porém as quantidades que eram solicitadas aos fornecedores não eram entregues, ou por falta de estoque das empresas (entrega parcial, o medicamento não ficava três dias na Farmácia e já faltava) – nessa época atendíamos em média 1.200 pessoas por dia, ou por atraso nas entregas ou devido ao valor dos empenhos, empresas pedindo troca de laboratórios, cancelamento de saldo (da licitação). Houve também um período de falta de matéria-prima, como por exemplo, Omeprazol. Dependemos de vários fatores para que a Farmácia esteja com seus estoques normalizados. É um setor dependente de outros departamentos também”, esmiúça a gerente.

O processo licitatório para compra de medicamentos deveria ser realizado uma vez no ano, contudo, a licitação não consegue contemplar todos os itens, já que alguns fracassam ou ficam desertos – preço cotado acima da tabela da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) ou não cotado por nenhuma empresa. Então é necessário lançar outros certames até que toda a Remume esteja licitada.

No ano passado, a licitação foi de R$ 3.608.17,50 e em 2018 R$ 12.524.387,71. Este aumento é referente à elevação do preço dos medicamentos e, em alguns casos, às quantidades. Mesmo com o período de faltas, em 2017 foram atendidos 245.680 pacientes.

A lista do Remume pode ser acessada em http://www.saudelages.sc.gov.br/medicamentos. Mais informações em http://www.saudelages.sc.gov.br. A diretora administrativa Léia Teixeira de Campos também é responsável pela Farmácia Básica, bem como por outros setores da Saúde.

Mais de 12 milhões unidades no ano passado 

A Farmácia Básica de Lages dispensou, em 2017, 12.970.909 unidades de medicamentos, incluindo básicos, controlados, alto custo, judiciais e leites. Tanto comprimidos como drágeas, cápsulas, frascos e pomadas.

Os medicamentos mais pedidos pela população são Omeprazol 20mg (esofagite de refluxo, gastrite e úlcera gástrica); Clonazepam 20mg (Rivotril) – anti depressivo de tarja preta; Fluoxetina 20mg (antidepressivo e  ansiolítico); Ácido acetilsalicílico (AAS) 100mg (previne infarto, acidente vascular cerebral – AVC e doença vascular periférica); Diazepam 10mg (ansiolítico de tarja preta); Ibuprofeno 600mg (analgésico e antitérmico); Paracetamol 750mg (analgésico e antitérmico), e Amoxicilina 500mg (antibiótico).

Como fazer para ter acesso ao medicamento prescrito em receituário?

O paciente precisa residir em Lages, ter cartão SUS, receita médica e carteira de identidade em mãos (no caso de antibióticos e controlados), dirigir-se à Farmácia Básica e solicitar sua senha. As senhas são diferentes para medicações básicas e antibióticos (senha A) e medicações controladas (senha C).

A Farmácia Básica funciona junto à Central de Atendimento de Saúde e está localizada na rua Padre R. Oliveira, esquina com a Felipe Schmidt, no Centro. O horário de atendimento é das 7h30 às 17h30, sem fechar para o almoço.

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Piloto de moto fica gravemente ferido

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Fotos: Águia 04/Divulgação

O helicóptero Águia 4 foi acionado para prestar suporte aéreo a uma vítima de acidente neste domingo (24). Um piloto que praticava motocross ficou gravemente ferido após acidente, no interior do município de São José do Cerrito, na Serra Catarinense. A identidade da vítima não foi divulgada.

No local, a equipe médica do Samu verificou que a vítima apresentava Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave. Com isso, foi conduzido para Lages, pelo helicóptero. O trajeto durou apenas em apenas 10 minutos, sendo que, por solo, o tempo de deslocamento aproximado seria de 50 minutos, devido ao local ser de difícil acesso.

A equipe do Águia 4 salienta que com o apoio do helicóptero, é possível levar uma espécie de UTI até o local do acidente. Além disso, uma a equipe médica do Samu, equipamentos especiais e medicamentos, que, aliado ao curtíssimo tempo, poderão influenciar de maneira muito positiva na recuperação do paciente.

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Mais de 250 mulheres precisaram de proteção da Polícia Militar

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Foto: Andressa Ramos

Lages é conhecida por ser uma cidade machista e com alto índice de casos de violência contra a mulher. Por diversos fatores, como medo e insegurança, muitas das vítimas não conseguem denunciar seus agressores. Porém, a denúncia é importante para garantir que menos mulheres sejam agredidas e que os homens se conscientizem de tal fato covarde.

Prova de que a cidade tem números altos de violência à mulher, é o número de medidas protetivas que a Polícia Militar, por meio da Rede Catarina de Proteção à Mulher, acompanha. De fevereiro, mês do lançamento do programa na cidade, para cá, 258 mulheres foram atendidas; destas, 35 ainda estão em acompanhamento. 65 falaram aos policiais que não seriam mais necessárias as visitas, já que oficializaram as separações ou reataram.

A Rede Catarina entra em ação depois de receber, do Judiciário, as medidas protetivas. E a atenção não é voltada apenas à mulher, mas, também, ao agressor, a fim de saber se está cumprido o que é determinado pela medida, como ficar longe da mulher.

Na rede, atuam dois policiais, sendo uma mulher e um homem, para que na hora do atendimento possam conversar com vítima e agressor. As visitas acontecem nas casas onde estão os dois, para saber como está o relacionamento. C

aso o agressor seja visto novamente na casa da mulher, repetindo o crime ou chegando perto da casa sem o consentimento da mulher, pode ser preso. Desde abril, descumprir decisão judicial de medidas protetivas de urgência prevê pena de detenção de três meses a dois anos.

O coordenador da Rede de Catarina de Proteção a Mulher na cidade de Lages e Região, sargento Goedert, explica que a Rede Catarina trabalha em parceria com outros órgãos. “Periodicamente, nos reunimos para alinhar procedimentos.”

Diariamente, em média, a Polícia Militar recebe de quatro a cinco medidas protetivas para o acompanhamento. O sargento acredita que o número cresce devido ao sentimento de empoderamento das mulheres e, depois poderem contar com o apoio da Polícia Militar. “Depois que a Rede Catarina foi implantada, elas sabem que têm esse amparo. É importante que estejam empoderadas para denunciar”, ressalta.

Descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência

Art. 24-A. Descumprir decisão judicial que deferiu medidas protetivas de urgência previstas nesta Lei:

Pena – detenção, de 3 (três) meses a 2 (dois) anos.

  • 1o A configuração do crime independe da competência civil ou criminal do juiz que deferiu as medidas.
  • 2o Na hipótese de prisão em flagrante, apenas a autoridade judicial poderá conceder fiança.
  • 3o O disposto neste artigo não exclui a aplicação de outras sanções cabíveis.

Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 3 de abril de 2018; 197o da Independência e 130o da República.

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Tanque é alvo de vandalismo

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Uma impressora foi encontrada dentro da água - Fotos: Divulgação

Notícia atualizada às 18 horas

O Parque Jonas Ramos, o Tanque, no Centro de Lages, foi alvo de vândalos na madrugada domingo (24). Além de latas, garrafas e cacos de vidro espalhados pelo parque, dentro da água havia até uma impressora.

Em seu perfil no Facebook, o secretário do Meio Ambiente de Lages, Euclides Mecabô, lamentou a depredação e disse: “Isso representa uma falta de consciência da importância dos equipamentos públicos.”

Para o secretário, estes danos provocam prejuízos para o patrimônio público. A ideia é que a comunidade ajude nesses casos, denunciando quando possível. Ele ressalta que tem câmeras de segurança no local, e rondas da Polícia Militar. Porém, mesmo assim, não inibe esse tipo de ação. As providências serão tomadas junto aos órgãos competentes para que se possa identificar as pessoas e, posteriormente, fazê-las responder pelos atos.

Ainda de acordo com Mecabô, a impressora da marca HP pode ter sido furtada, pois o equipamento tem indícios que estava sendo usado, já que tinha o cartucho de tinta. “Pela aparência, não é era sucata,” acrescenta.   

Esta não é a primeira vez que a praça é atingida por atos de vandalismo e até de violência. Em fevereiro deste ano, a comunidade lançou uma página no Facebook, denominada  “Salve o Tanque de Lages”, com o objetivo de pedir às autoridades  que dêem mais atenção ao espaço que é um dos principais pontos de lazer do lageano e também, um cartão-postal da cidade.

 

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