A Farmácia Básica Municipal de Lages, vinculada à Central de Assistência Farmacêutica, oferece atualmente 124 tipos de medicamentos para tratamento de doenças comuns como diabetes, hipertensão e asma. Para facilitar o acesso da população e dos profissionais da saúde, a lista completa e atualizada dos medicamentos pode ser consultada diretamente no site oficial da Secretaria Municipal da Saúde.
Notícias de Lages no seu WhatsApp
Fique por dentro de tudo o que acontece na cidade e região
Consulta digital com informações em tempo real
A relação de medicamentos é atualizada diariamente e traz dados sobre quais itens estão disponíveis, quais estão temporariamente em falta, os motivos do desabastecimento e, quando possível, a previsão de reposição. O objetivo é tornar o atendimento mais rápido, evitar deslocamentos desnecessários e aumentar a transparência no serviço.
Entre janeiro e dezembro de 2025, a Farmácia Básica realizou 218.639 atendimentos, com uma média de mais de 800 pessoas por dia. Os números refletem a relevância do serviço para a comunidade lageana.
Plataforma orienta e organiza o atendimento
Segundo a gerente da Central, Andréia Bragagnolo, a ferramenta online é um recurso essencial tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde. “Ela permite que a pessoa se programe antes de sair de casa, verificando se o medicamento está disponível e evitando filas ou idas desnecessárias.”
A secretária municipal da Saúde, Rose Cristina Possato, destaca que a Farmácia Básica é um dos pilares da atenção à saúde básica em Lages. “O cuidado permanente com o serviço expressa o compromisso da gestão municipal com a saúde pública. Transparência e organização fazem parte da nossa prioridade.”
Quem pode retirar e como acessar a lista
Para ter acesso aos medicamentos, o paciente deve residir em Lages, estar cadastrado na UBS de referência e apresentar documento com foto e receita médica válida. A consulta à lista de remédios está disponível no site da Secretaria de Saúde de Lages, na seção “Relação de Medicamentos”.
Vale lembrar que nem todos os medicamentos prescritos por médicos fazem parte da lista básica definida pelo SUS. Nesses casos, a ausência na lista não representa falta no estoque, mas sim que o item não é distribuído pela rede pública.
Como isso impacta sua vida?
Com a lista digital e atualizada, o cidadão tem mais autonomia, evita idas desnecessárias à unidade e ganha agilidade no atendimento. Para os profissionais da saúde, a ferramenta melhora a gestão e a orientação ao paciente. Em tempos de alta demanda, tecnologia e informação se tornam aliados essenciais da saúde pública.