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Essencial: Luz, câmera, ação! Conheça os bastidores do Música na Serra

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Créditos: Memorizze/ André Arcênio

A chamada dizia “Prepare-se para uma nova aventura! ”

Assim, foi divulgada a 6ª edição do Festival Internacional Música na Serra.

Como nos outros anos, a cidade era preparada para um evento que movimenta Lages e região e traz pessoas de todos os locais do Brasil e até mesmo do exterior.

Na mídia é possível ver toda a movimentação dos bolsistas e da equipe durante os 13 dias de Festival, com uma semana de concertos e os dias das master classes.

Aulas de canto, de música e dança. Durante uma semana o público aprecia as apresentações gratuitamente no Teatro Marajoara e se encantam com cada nota.

Tudo acontece quando a última sirene toca e as cortinas se fecham! Ou não?

Nos bastidores estão reunidas muitas pessoas, envolvidas para que tudo saia perfeito. São fotógrafos, cinegrafistas, designer, recepcionistas, professores, alunos e muita correria.

Meses antes do evento, começam as reuniões de equipe do Instituto José Paschoal Baggio (IJPB) para discutir quais serão as novidades da edição. Tudo muito bem planejado. Bárbara Zanoni vive há seis anos os bastidores do Festival Internacional Música na Serra. “Vimos o teatro com “meia dúzia” de pessoas até noites de muito frio e a plateia lotada. Nos primeiros anos ficamos ansiosas ao olhar pelas coxias do teatro. Hoje, abrimos as cortinas com sorriso no rosto, pois a cidade já vive o Música na Serra e se faz presente”, comemora.

Ela conta, que nas semanas de festival, cada um doa um pouco de si para que tudo aconteça em harmonia. “Cada correria vale a pena, quando a gente vê a emoção de todos que participam de um concerto social, acadêmico, o esforço dos estudantes para estar aqui. A lição maior do música na Serra é aprender a todo instante”, conta.

Mesmo com o evento em andamento, ainda há um intenso movimento, como inscrições dos alunos e atualização das redes sociais. Além da preparação para as apresentações noturnas, os bolsistas participam das master classes durante o dia e também de concertos sociais e acadêmicos em entidades locais.

Maria Isabel dos Santos, que também integra a equipe do IJPB, lembra que uma vez perguntaram a ela: “Que instrumento você toca?” e ela respondeu: “Ajudo a tocar os bastidores!”. E esse é o clima do festival. Cada um faz a sua parte para que tudo dê certo. “É muito gratificante poder participar do bastidores do Festival desde o primeiro ano. É sempre uma correria sem tamanho , mas também uma alegria rever amigos e fazer novas amizades e ter novos aprendizados”, afirma. Ela comenta que como o festival cresceu, Lages o acolhe como seu. “Isso nos motiva”.

Tirar cadeira, arrumar cadeiras! Um “ufa” como diria o músico André Chiomento, responsável pela organização do palco. André circula pelos dois universos, está nos bastidores e se apresenta com a Orquestra Sinfônica, além de percorrer a cidade com músicos durante os concertos sociais.

O teatro fica o dia todo com as portas abertas, para recepcionar turistas e interessados por informações do evento. E tem sempre muita gente pedindo informação. Solange Machado, a Sol, como é chamada, é uma dessas pessoas que não param. Ela recepciona, junto com outras mulheres, o público nas noites de apresentação.

Participou de todas as edições do festival e espera trabalhar nos próximos eventos. “A gente aprende muito e também troca experiências culturais”, conta.

Entre as necessidades, para dar conta da estrutura do evento, está a logística e o transporte. Uma Van, vai e vem, levando estudantes aos concertos. Haja combustível! Todas essas pessoas também precisam dormir. E com tanta gente de fora de Lages, que vem para o evento, são necessários muitos lugares. As irmãs Franciscanas são parceiras do Instituto José Paschoal Baggio, promotor do evento, e acomodam os bolsistas na sua casa, que fica no Bairro Copacabana.

Apresentações

E antes das apresentações ficarem prontas tem muito ensaio. Várias piruetas dos bailarinos, que pela primeira vez apresentaram-se junto com a orquestra, comandados pelas professoras Lia Comandulli e Maíra Ceron.

Ou os vários acordes junto com o maestro Jean Reis e demais professores. Cada detalhe conta.

E os concertos sociais fazem toda a diferença, o sorriso no rosto das crianças do Hospital Infantil Seara do Bem ao receber os bolsistas durante uma tarde. Ou as lágrimas nos olhos dos idosos do Asilo Vicentino.

Ao final de tudo, os suspiros de alívio. Por concluir mais um Música na Serra e preparar-se para a próxima edição.

Confira o vídeo dos bastidores do evento:

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