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Essencial: Liberation não é para todos

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Crédito: Zoey Grossman/ Paper/ Divulgação

Vai fazer quase um mês que a cantora Christina Aguilera lançou seu oitavo álbum de estúdio. Uma obra que fala por si só e fala pela própria soprano, que durante sua pausa de seis anos (seu último lançamento foi Lotus, em 2012) olhou para o seu eu e trouxe nas 15 faixas de Liberation algo literalmente pessoal e introspectivo.

As músicas falam desde sua introspecção e o flerte com o lado espiritual, até o empoderamento feminino e a liberdade do corpo da mulher, que Aguilera tem como bandeira há bastante tempo, desde o álbum Stripped especificamente. A cantora testa em Liberation, literalmente, sua libertação da música.

Ela mesmo já disse na pré-divulgação do disco e nas entrevistas pós-lançamento que não busca atingir os rankings musicais –  os chamados charts. Aguilera se preocupou em conhecer vertente da música que, até então, não tinha tido a oportunidade de testar. O resultado é este, músicas que trazem desde o R&B e Soul – que ela canta tão bem – até o hip-hop e um pop mais lírico.

Das músicas que mais se destacam no CD está a própria introdução que, apesar de ser instrumental, te leva a atmosfera das próximas músicas. Outro destaque é Fall In Line, parceria com a cantora Demi Lovato. Like a Do é uma joia e Pipe também. O disco está nas principais plataformas de streaming como Spotify, Apple Music e Deezer, e você poderá desfrutar dessa obra-prima – que não é para todos.

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