Brasil começa a Copa enfrentando Suíça, Costa Rica e Sérvia – CL+
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Brasil começa a Copa enfrentando Suíça, Costa Rica e Sérvia

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Sorteio dos grupos hoje, em Moscou, atraiu a atenção de inúmeros países. Foto: Rener Pinheiro / Mowa Press/Divulgação

O Brasil terá como adversários, na primeira fase da Copa do Mundo 2018, na Rússia, pelo Grupo E, Suíça, Costa Rica e Sérvia. A definição dos oito grupos da primeira fase foi feita nesta sexta-feira (1º), em cerimônia organizada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), em Moscou.

A partida de estreia da Seleção Brasileira será no dia 17 de junho, contra a Suíça, na cidade de Rostov-on-Don. Depois, o Brasil jogará com a Costa Rica, em São Petersburgo, no dia 22. E a terceira partida será disputada em 27 de junho, contra a Sérvia.

Caso o Brasil se classifique em primeiro lugar, enfrentará nas oitavas de final o segundo colocado do grupo F, formado por Alemanha, México, Suécia e Coréia do Sul. Caso se classifique em segundo lugar pelo grupo E, o Brasil terá pela frente o primeiro colocado do grupo F.

Confira como ficaram os grupos da Copa do Mundo da Rússia 2018:

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Esportes

Tandara Alves Caixeta

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Foto: Vinicius Prado

A bicampeã olímpica Tandara Alves Caixeta, de 29 anos, não iniciou no voleibol por acaso, mas a modalidade foi uma das últimas escolhas em suas atividades esportivas. Uma escolha certeira que logo completa 20 anos de carreira. Começou aos 10 e não parou mais. Já disputou 15 Superligas Femininas de Vôlei, ganhou duas Olimpíadas e, nesta semana, esteve em Lages, disputando as finais da Copa Brasil Feminina de Vôlei. O fruto de sua dedicação alavancou e, hoje, é um dos maiores destaques da Seleção Brasileira e melhores atacantes do vôlei. Maior em desempenho e em altura, com seus 1,86 metro.

Correio Lageano: O que te levou a jogar voleibol?

Tandara Alves Caxeta: Eu já tinha passado por todos os esportes. Tinha feito natação, fiz, por incrível que pareça, balé, já tinha feito handebol. Mas sempre muito preguiçosa, esse negócio de correr, ir para um lado e outro. E eu sempre fui forte e tinha medo de machucar as pessoas que entravam em contato comigo, porque eu não sou nenhum pouco delicada em relação a contato corporal. Quando eu iniciei, era um esporte com menos contato e que eu me identifiquei mais. Além disso, eu tive uma facilidade de aprender.

Como você avalia sua carreira que começou tão cedo?

Comecei aos 10 anos, jogava na equipe de base em Brasília. Saí de casa aos 14 anos para ir a Uberlândia, meu primeiro clube fora de Brasília, para iniciar minha carreira. Retornei a Brasília aos 15 anos, onde joguei minha primeira Superliga pela Brasil Telecom. Joguei três temporadas. Em seguida, fui para Osasco, depois Pinheiro, Brusque, voltei para Araçatuba, fui para Osasco novamente, fui para o Sesi, Campinas, e voltei para o Osasco. Pra mim, é importante tudo isso. Tenho 29 anos e 15 superligas nas costas. Acredito que das 15, 11 são jogando e eu sempre busquei um time em que eu iria jogar. Isso me fez crescer e amadurecer muito rápido, também. Em 2011, foi a minha primeira ida para a Seleção Brasileira. Estava na Seleção de novos, mas me destaquei e fui para a equipe adulta. Já no primeiro ano, fui campeã em Guadalajara. No ano seguinte, me consagrei campeã olímpica. Então, é uma luta muito grande, diária, pois são de seis a oito horas diárias de treino, sem folga, sem feriado. Enfim, a gente abdica de muita coisa, mas ao mesmo tempo, é o nosso trabalho.

E é um trabalho que passa rápido.

Exatamente. Passa muito rápido. E é o que a gente ama fazer, é o meu trabalho. Enfim, agradecer o carinho que as pessoas têm por mim. Então, é o reconhecimento do trabalho que a gente faz.

Você está a quanto tempo no Osasco?

Eu joguei 2007 e 2008. Voltei em 2011 e 2012. Retornei em 2016, 2017 e 2018.
Quando você foi convocada, e se destacou, qual foi a sensação? Por que a Seleção é a maior realização do jogador profissional.
Sim, com certeza. É o que todo atleta almeja, defender o seu país. Eu jogo na seleção há sete anos e, somente ano passado, comecei a jogar e ser muito mais acionada. Mas os outros seis anos, pra mim, foram de crescimento, porque tinha a Sheilla do meu lado, tinha a Fabiana, a Jaqueline, que me ajudaram muito. Porque são jogadoras bicampeãs olímpicas e que têm uma experiência muito maior que a minha. Então, o crescimento é muito maior. Ano passado foi um ano em que eu joguei muito bem. Foi o que eu busquei, era o que eu esperava. Em campeonatos, em que o time era desacreditado, a gente conseguiu chegar. Isso mostra a qualidade do Brasil, das jogadoras. Enfim, eu tenho um balanço muito bom da minha vida. Tem três temporadas que eu venho me mantendo ali em cima, como maior pontuadora. Meu objetivo é sempre defender da melhor maneira. Buscar mais desafios, crescer. Buscar muito mais a regularidade. Todos esses prêmios e destaques que eu tenho que são a consequência do meu trabalho.

No Brasil, se torce muito para o futebol, mas o vôlei também é muito cobrado pela torcida. Como você lida com isso?

Querendo ou não, já estou “acostumada” com a cobrança. Todo mundo espera que a Tandara jogue a bola da decisão. Eu sempre tive, desde muito nova, essa cobrança. Primeiro minha, depois, da minha família, dos meus pais que também jogaram. O torcedor do voleibol é muito rigoroso, então, acredito que temos de lidar da melhor maneira, sem lidar pelo lado pessoal e que seja profissional, porque é alguém que está ali te admirando e quer que você cresça.

 

O empoderamento feminino tem sido uma grande pauta no esporte nos últimos anos. Como você vê essa questão da posição feminina no esporte?

Bom, é muito importante, porque a gente mostra a garra e determinação que a mulher tem. No ano passado, a gente teve uma campanha muito boa, fez um trabalho incrível com a Karol Conká. A gente mostrou que, independentemente das adversidades, toda mulher tem aquela força a mais. Isso é muito importante, nós enquanto mulheres estarmos nos destacando e tomando um espaço maior dentro do esporte, para que a gente mostre que pode chegar no nível masculino, também.

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Futuros profissionais de Lages prestigiaram as atletas

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Foto: Susana Küster

Assistir à uma partida de vôlei feminino. Para quem joga o esporte três vezes por semana foi um privilégio, como para a equipe da escolinha da Associação de Voleibol Feminino de Lages (Avofel). Os olhos estavam atentos aos lances das equipes e a cada ponto, comemoravam.
A maioria do time é composta por meninas, mas também tem meninos. Muitos deles e delas querem se tornar profissionais do esporte um dia e assistiram atentos à final da Copa Brasil de Vôlei Feminino, entre Dentil/Praia Clube (MG) e Vôlei Nestlé (SP) que ocorreu na noite de sexta-feira, no Ginásio Jones Minosso.

Alguns foram preparados para tirar selfies com as jogadoras do Vôlei Nestlé, levaram cartazes e quando terminou a partida, ficaram bem pertinho da grade que separava a quadra da torcida. Mas, apesar da insistência dos(as) futuros(as) jogadores (as), com a euforia das profissionais, foi difícil conseguir a foto tão esperada.

Futuros atletas

Aproximadamente, 90 crianças e pré-adolescentes fazem parte do time que joga toda semana no Jones Minosso. O projeto é da Fundação Municipal de Esportes e as aulas de vôlei são gratuitas. A equipe joga em campeonatos municipais e até estaduais.
Um dos destaques é Isabele Favero Lima, de 11 anos. Por incentivo dos pais que também praticavam o esporte, só que por lazer, ela começou a jogar com 6 anos. “Gosto muito de jogar, porque é onde me divirto e pretendo ser profissional”, avalia.

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Esportes

Depois de vencer o Avaí, Inter pega outra pedreira

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Foto: Adecir Morais

O Inter de Lages vai enfrentar, neste final de semana, talvez o adversário mais forte do futebol catarinense. Às 17h de domingo, o Leão Baio, que vem de vitória diante do Avaí, na estreia do Campeonato Catarinense, por 1 a 0, terá pela frente a Chapecoense, pela 2ª rodada da competição. O confronto será na Arena Condá, em Chapecó.

O técnico Leandro Niehues, que na tarde de sexta-feira comandou treino do Colorado no Estádio Tio Vida antes do confronto com a Chape, deu a entender que o time não vai mudar o jeito de jogar, mesmo tendo de encarar uma pedreira. “Como sempre disse, você não pode só se defender ou atacar, tem de existir equilíbrio.”

Para o duelo, a tendência é que Leandro repita a mesma equipe que venceu o Avaí. No treino de sexta, no entanto, o lateral esquerdo Sanchez alegou desconforto muscular e não treinou com bola. Apesar disso, o jogador deve ser titular no domingo.

Outros dois jogadores foram regularizados e poderão jogar contra a Chape. O meia Toshi, ex-Avaí e o atacante Raphael Lucas, ex-Coritiba, tiveram seus nomes publicados no Boletim Informativo da CBF (BID). Com isso, ambos poderão estrear em Chapecó.

 

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Lageano fatura o Rally Dakar

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Gustavo (E) comemora o título ao lado do colega de equipe, o paulista Reinaldo Varela - Foto: Sandro Barg/ Divulgação

O lageano Gustavo Gugelmin venceu, neste sábado (20), a 40ª edição do Rally Dakar, na categoria UTV. A competição teve início no dia 6 de janeiro, em Lima, no Peru, passando pela Bolívia e encerrando na Argentina. Ao todo, a prova contou com cerca de 10 mil quilômetros.

Gugelmin atuou como navegador, tendo como piloto o paulista Reinaldo Varela.

Mais informações na edição do CL da próxima segunda-feira (22).

 

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