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Espetáculos de humor e música programados para o Teatro Marajoara em 2018

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Global Eva Wilma traz “Casos e Canções”, fechando o mês de fevereiro - Fotos: Divulgação

Ao iniciar as programações artísticas de 2018 no Teatro Marajoara, o comediante Hallorino Jr. traz a Lages o espetáculo “O Show da Família Pobre Brasileira”. A apresentação será no domingo (18 de fevereiro) às 20h30. Apresentado para mais de dez mil pessoas em todo o Brasil, a comédia de Hallorino Jr. mesmo traz performances de stand up comedy, paródias, imitações, personagens e interatividade com a plateia. Segundo a sinopse do espetáculo, o comediante apresenta ao público histórias da sua infância e cotidiano de uma forma cômica e interativa.

Serviço

O quê – espetáculo humorístico “O Show da Família Pobre Brasileira”, com Hallorino Jr.

Onde – Teatro Municipal Marajoara

Quando – dia 18 de fevereiro

Horário – 20h30

Ingressos – R$ 30 (meia-entrada)/R$ 35 (promocional antecipado) no Teatro

Eva Wilma no dia 25

A atriz global Eva Wilma fará em Lages, no dia 25 de fevereiro, às 20h, um espetáculo diferente do que os seus fãs estão acostumados a assistir. “Casos e Canções” é mais que um show musical, a atriz leva para a plateia, de forma lúdica, as memórias de 65 anos de carreira que começou em aulas de violão e canto com a icônica Inezita Barroso.

Acompanhada por Johnnie Herbert e William Paiva, entremeia suas conversas com a interpretação de canções que fizeram parte de sua e nossa história. No repertório, além de clássicos de Inezita, Baden Powell e Vinicius de Moraes, Eva transforma suas memórias de infância com Lupicínio Rodrigues, entre outros grandes compositores.

Serviço

O quê – “Casos e Canções” com Eva Wilma;

Onde – Teatro Municipal Marajoara

Quando – dia 25 de fevereiro

Horário – 20h

Ingressos – R$ 30 (meia-entrada)/R$ 60 no Teatro

Produtor local: Roger Andrade

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Desafio: Meu Look Essencial

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Imagens: Agnes Samantha e arquivo pessoal

No universo da moda cada vez mais nos deparamos com o slow fashion. Conceito de moda sustentável que está super em alta no mundo todo.

Entre os diversos processos em que ela se enquadra, também vemos cada vez mais pessoas aderindo a um armário enxuto.

Você já ouviu falar no armário-cápsula? A técnica consiste em escolher uma quantidade de roupas limitadas, entre 30 e 50 peças, para vestir durante um tempo determinado, sem adquirir nada de novo, apenas criando combinações entre as peças definidas.

Neste conceito, Courtney Carver, escritora e fotógrafa norte americana, através de seu amor pelo minimalismo criou o Projeto 333. Durante 3 meses utilizou apenas 33 peças, e foi contando sua experiência no blog pessoal. Seu intuito era mostrar que é possível escolher bem as nossas peças, as que mais combinam entre si e estar sempre bem vestida. Dentro, é claro, do estilo pessoal de cada pessoa. E deu certo, o projeto ganhou fama mundial e está sendo aderido por muitas pessoas.

Parece fácil? Bem, para muita gente, não é. Quando você analisa que vai ter uma quantidade limitada de peças para utilizar no trabalho, happy hour e ir passear no parque, por exemplo, parece bem mais complicado.

Pensando nisso, em conversa com algumas mulheres, o Essencial decidiu lançar um desafio: o #meulookessencial. Diferente do projeto de Courtney, ninguém precisou se desfazer de nenhuma peça. Durante o mês de abril, mais de 10 mulheres fotografaram os looks de seu dia a dia (com exceção do pijama) e ao final contabilizaram todas as peças do seu guarda-roupa.

A experiência

De uma forma geral os depoimentos relataram que a maioria das meninas aceitou participar para analisar sua forma de se vestir e descobrir se utilizavam todas as peças do seu armário.

Além da curiosidade em saber a quantidade de roupas no guarda-roupa, afinal ninguém faz essa conta.

Ananda Sell, ama o mundo da moda e confirmou através do desafio que a maneira de se vestir é influenciada por várias coisas, inclusive pelo nosso humor.

Assim como outras, percebeu que tem muitas peças que quase não veste, mas deixa guardada na esperança de um dia utilizar.

O total de 169 peças estão no armário de Simone da Silva. Que mesmo fazendo uma “faxina” vez ou outra, concluiu que poderia viver tranquilamente com metade disso.

Camila Paes e Vanessa Almeida contabilizaram mais de 200 unidades. A diferença é que Camila diz utilizar variações de looks, então procura usar todas as suas roupas na produção. Isso já foi um trabalho para Vanessa que se viu utilizando sempre as mesmas peças.

“Durante o desafio percebi que isso mudou, quando estava indo dormir já pensava no que iria utilizar na manhã seguinte”, comenta ela.

Bruna Costa é lojista e se viu em um mar de roupas quando precisou contabilizá-las. “Percebi que tenho mais do que preciso, compro por impulso, mas também vi que utilizo várias peças durante o dia, já que em alguns casos troco mais de 3 vezes de roupa”, comenta.

Suzane Faita é consumidora de brechós, adepta da moda reutilizável, apesar de ter mais de 80 peças, acredita que pode reduzir. Uma de suas preocupações é prestar atenção nas lojas que exploram a força de trabalho para confecção das peças.

Suzani Rovaris é do estilo que procurar vestir-se de forma confortável, sendo assim suas produções matinais não variam muito. Mas o desafio despertou seu interesse por montar novas produções e tentar explorar seu estilo.

A experiência foi uma forma de comprovar a supervalorização da aparência, que por muitas vezes faz com que tenhamos mais do que realmente utilizamos.

“Se não houvesse vaidade, viveríamos com uma mala pequena, com certeza” comenta Ananda.

O resultado

A ideia teve uma repercussão positiva entre o grupo, com a conclusão de que o ideal seria pensar em mais peças chaves, para montar um guarda-roupa inteligente.

Com roupas que casem entre si, seria muito mais prático e rápido pensar em uma produção. É importante também ressaltar que definindo o seu estilo fica muito mais fácil de escolher as composições e na hora das compras.

O apego foi um dos “vilões” do desafio, já que muitas das meninas perceberam que tem coisas entulhadas.

“Vi o quanto acumulo roupas e crio um apego por coisas que estão ali apenas ocupando espaço” comenta Tamires Carvalho, outra desafiada.

Com essa percepção Kelly Stradioto, foi além. Depois do desafio percebeu várias peças que não eram utilizadas a muito tempo e através do whats fez um brechó entre as amigas. Além de tirar peças sem utilidade do guarda-roupa ainda conseguiu juntar um pouco de dinheiro.

O teste fez com que se pensasse no próprio estilo. Hellen Barros pode resgatar seu estilo, que andava adormecido, e voltou a utilizar composições fashionistas.

E para Maria Isabel dos Santos, foi revelador já que encontrou dentro do armário várias peças que não fazem mais parte de seu estilo.

Em outros casos a descobertas de peças que haviam sido esquecidas foi interessante, já que limitou uma nova compra, como aconteceu com Camilla Galli.

Camila Paes ficou feliz com o resultado do desafio e percebeu que utiliza muito bem as variações de look. Caprichou na produção e mesmo depois de concluir o desafio continua pensando nas produções como se tivesse que tirar fotos ao sair de casa.

“A forma como a gente se veste é a forma com que nos apresentamos ao mundo, nos apresentamos as pessoas” finaliza.

A melhor forma é o consumo consciente, levando em conta o clima da cidade podemos analisar se precisamos de mais casacos, vestidos ou cardigãs. E se forem necessárias 200 peças, ok!

Quer participar do desafio também? Então, marque a #meulookessencial no instagram @correiolageano e compartilhe conosco.

Ananda Sell – 260 peças

Camila Paes – 219 peças

Camilla Galli – + de 200 peças

Maria Isabel – 224

Hellen Barros – 220 peças

Kelly Stradioto – 93 peças

Suzani Rovaris – + de 100 peças

Simone da Silva – 169 peças

Vanessa Almeida

Suzane Faita – 86 peças

Bruna Costa – + de 300 peças

Tamires Carvalho – 161 peças

30Dicas de peças chaves:

Calça Jeans

Camisa Branca

Blazer Preto

Camiseta básica – branca ou preta

Vestido Preto

 

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Grupo tradicionalista lança projeto Quarteto Convida

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Foto: Stéfanie Telles/ Divulgação

O grupo Quarteto Coração de Potro que se apresentará na primeira noite  da 30ªFesta do Pinhão dia 25, lançou o  projeto “ Quarteto Convida”. Um dos integrantes do grupo, Ricardo Bergha, diz que o objetivo é movimentar o espaço cultural lageano, inovando a música tradicionalista, convidando intérpretes renomados da música gaúcha e outros grupos para participar de apresentações conjuntas.

“O planejamento para o futuro é trazer artistas internacionais para cantar junto ao nosso grupo. Isso torna o evento  especial, o pessoal vai gostar e se identificará. Serão shows nunca vistos, bem diferentes,” comenta Bergha.

O projeto consiste em convidar diferentes artistas a subirem ao palco com o Quarteto Coração de Potro para trocarem as interpretações. A primeira apresentação aconteceu para a imprensa, numa parceria com o  Happy Restaurante Lounge Bar, na quinta-feira, com um pocket show. “Queremos que este projeto entre para o calendário de eventos de Lages,” diz Bergha.

Sobre o grupo

Composto por quatro músicos, compositores, arranjadores, poetas e cantores, o Quarteto Coração de Potro é um grupo musical nativista que surgiu em meados de 2007, nas terras da Coxilha Rica, quando os jovens Lageanos Kiko Goulart, Vitor Amorim, Ricardo Bergha e Maicon Oliveira começaram a se reunir para cantar o campo e seus costumes.

Através da música tradicionalista, que é conhecida por cantar temas da natureza e do ambiente, o grupo passou a imprimir sua musicalidade na poesia, criando entre a letra e a melodia, uma música que resgata suas origens.

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Semana de Museus: Lages fecha mais uma edição com recorde de público

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Foto: Divulgação

Iniciada no dia 11 de maio, a 16ª Semana de Museus em Lages contou com diversas atividades. Espaços de memória como o Museu Histórico Thiago de Castro (MTC) e o Memorial Nereu Ramos receberam mais de mil pessoas nos seis dias de evento.  Para os organizadores, o perfil do público se diferencia a cada ano.

Segundo o coordenador do MTC, Ader Godoy, 2018 se destacou pela presença de crianças com idades a partir dos quatro anos e uma forte e constante participação de professores de história das redes pública e particular de ensino fundamental e médio, e até mestres e doutores. “A programação foi a mesma para crianças e doutores, por exemplo, as crianças se divertiram com o teatro de bonecos do Menestrel Faze-Dô, e mestres e doutores puderam acompanhar as mesmas dinâmicas”, informa.

Nesta edição, a preocupação dos gestores de cultura foi intensificar os estudos regionais, principalmente fatos de pessoas e locais. Palestras, oficinas de fotografia, teatro e música foram as bases de transmissão e troca de conhecimento com o público-alvo.

Ainda em 2018, na primeira quinzena de setembro, os museus e espaços de memória contarão com a “Primavera de Museus”, evento também coordenado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em todo o Brasil. Em 2017 a ação teve a colaboração de 932 espaços de memória no país.

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