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Escola de Leoas inicia suas atividades em 2018

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Mais de 70 meninas se inscreveram para o primeiro dia de aula nas escolinhas – Foto: Divulgação

Com objetivo de levar o futsal feminino até a comunidade e divulgar a modalidade entre os jovens, reiniciou hoje na APAE e na Escola Francisco Manfrói as escolinhas “Escola de Leoas”. Além da participação das atletas da equipe principal, o programa tem a supervisão da treinadora Rafaela Nicolete, que também é uma das idealizadoras deste projeto.

A primeira aula nos dois polos já contou com mais de 70 meninas, na próxima semana o projeto se inicia no colégio Zulmira, Mutirão, Santa Helena e Lúcia Fernandes. Outros pontos estratégicos ainda devem ser escolhidos para que outras crianças da cidade tenham acesso as escolinhas “Escola de Leoas”.

Segundo Rafaela Nicolete, além de disseminar o futsal feminino o projeto tem também como principal objetivo ajudar no desenvolvimento das meninas. “Já ouvimos bons relatos dos pais em relação ao desenvolvimento social das meninas.

Também ouvimos muito das meninas que dizem não saber o que seriam delas sem as escolinhas. Varia muito de um polo para o outro, o primeiro objetivos é proporcionar a pratica esportiva as meninas, posteriormente outros objetivos se somam, como o empoderamento feminino, sair da ociosidade, melhora na concentração, desempenho escolar, disciplina, atitude, entre outros fatores”.

Dentro das escolinhas as meninas tem a oportunidade de praticar o futsal, algumas acabam se desenvolvendo de forma rápida e logo são direcionadas para as equipes de treinamento das Leoas.

Um dos maiores exemplos dos frutos colhidos pelas escolinhas é a atleta Milena Agostinho, de apenas 14 anos, que na última segunda estreou em um amistoso na equipe adulta contra Rondofrio.

“A Milena é fruto do primeiro polo das escolinhas criado na igreja São Judas Tadeu, junto com o projeto Pedro Borssatto. Ela é uma menina muito dedicada que aos poucos vai demonstrando o seu talento natural. Assim como outras que temos em nossas escolinhas, ela é uma menina de muito futuro”, afirmou Rafaela Nicolete.

A pivô Tiga de 34 anos, que chegou para reforçar o time adulto das Leoas nesse ano também tem como missão ser uma das professoras das escolinhas. Para ela, isso tudo é a realização de um sonho.

“Sou completamente apaixonada pelo projeto por ele ser social e na modalidade que eu amo e respiro há 20 anos. Hoje na escola, vendo a felicidade daquelas meninas com uma aula, a admiração e o respeito delas por nós atletas foi algo único. Ver nos olhos delas a esperança e o carinho não tem preço, é muito gratificante e tenho muito orgulho de fazer parte desse projeto”.

 

Por Leoas da Serra

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