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Era destaque nacional na década de 1960

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Plínio Luersen recebeu homenagem pelos seus feitos nas 12 Horas de Lages - Divulgação

As novas gerações não imaginam, mas Lages já foi importante rota do automobilismo nacional, tendo atingido seu ápice em 1966, com a realização das 12 Horas de Lages. Única cidade do interior do país a realizar uma corrida com tamanha duração, na época. Até então só São Paulo e Porto Alegre tinham realizado tal tipo de prova.

A largada era dada na Avenida Presidente Vargas, em uma descida com o calçamento às vezes molhado e a mais ou menos 500 metros de uma ponte que parecia um funil. Seguia até a chamada “Curva do Coral” (que tinha esse nome por causa do bairro de mesmo nome) e seguia pela reta do Coral que era de paralelepípedos irregulares, estreita, abaulada e normalmente com um pouco de barro trazido das laterais pelo tráfego do dia a dia e que exigia correções de rumo ao final da reta.  Nas proximidades do Batalhão, uma chicane em piso de terra, seguido de um contorno à esquerda, demarcado por tonéis, para entrar na Avenida Duque de Caxias, e daí para frente era pé no fundo até chegar na conhecida “Curva do Muro”. A pista podia não ser lá essas coisas, mas era muito desafiadora.

>>Homenagem_ E foi nessas provas, que contavam com a participação de pilotos vindos de várias partes do país, que Plínio Luersen e Osni Pilar se destacaram com o Simca preparado por eles mesmos, chegando na frente de muita “gente grande “, tais como Wilson Fittipaldi e José Carlos Pace. E foi por esses feitos que Plínio Luersen foi homenageado no último arrancadão de carros, no último fim de semana, também comemorando os 50 anos das 12 horas de Lages.

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