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Educação Financeira pode ser estímulo aos funcionários

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Foto: Andressa Ramos

Você está endividado e não sabe a quem recorrer. Com tantas contas para pagar e o dinheiro cada vez mais curto, pensa em fazer um empréstimo, mesmo não tendo certeza de que o que está fazendo é o certo. Pede para que o empréstimo seja descontado na folha de pagamento. A partir desse ponto, começa mais uma etapa do endividamento e é nessa hora que muita gente parte para a ala dos inadimplentes, pois, além de comprometer 30% do salário, mantém o mesmo padrão de vida, sem cortar gastos, nem fazer economia.

De acordo com o vice-presidente da Associação Brasileira dos Educadores Financeiros (ABEFIN) em Santa Catarina, Márcio Borges, um funcionário gasta, em média, 13% do seu dia em questões financeiras. Para evitar que os funcionários gastem dinheiro no que não devem e estimular investimentos, a educação financeira nas empresas está sendo motivada. Márcio ressalta que um colaborar com dificuldades financeiras, produz menos, tem estresse, insônia e irritabilidade, rendendo menos. E, ainda, que como em outros estados, 84% dos funcionários enfrentam dificuldades para lidar com o dinheiro, sofrem prejuízos ou não entendem de finanças.

 

Veja orientações para empresas iniciarem um programa de educação financeira

  1. Não entenda Programa de Educação Financeira para Empresas como palestras de finanças pessoais ou cursos de investimentos
  2. Trate Educação Financeira como responsabilidade social na empresa, beneficiando funcionários, familiares, comunidade e a própria empresa
  3. Adote critérios e oriente o funcionário antes de disponibilizar crédito consignado. É importante que o empréstimo seja consciente, para que realmente o ajude a solucionar o problema. Muitas vezes, é um alívio imediato, mas que, em poucos meses, se torna um problema ainda maior, principalmente porque seus ganhos líquidos mensais serão reduzidos em, aproximadamente, 30%
  4. Procure um programa estruturado de educação financeira que possa se adequar facilmente aos diferentes perfis de necessidade da empresa e dos funcionários
  5. Crie campanhas de conscientização e de mudança de hábitos e costumes em relação à utilização do dinheiro
  6. Antes de decidir por um programa de educação financeira, analise a sua estrutura, como tempo, método, material de apoio e disponibilidade dos funcionários
  7. A educação financeira independe do salário do colaborador. Os problemas podem ocorrer, até mesmo, nos maiores salários da empresa
  8. O problema da falta de educação financeira já está intrínseco em nossa sociedade. Sendo assim, não é culpa do trabalhador
  9. A empresa que investe em um programa de educação financeira também ganha, visto que seus colaboradores trabalham com mais prazer, mais tranquilidade e buscando crescimento, pois retomam a consciência de ter objetivos;
  10. Oriente os funcionários a combaterem a causa do problema financeiro e não apenas os efeitos.
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