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Doe amor às crianças no Projeto Acalento

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Aline (ao centro) com os dois irmãos que é madrinha - Fotos: Daniel Costa/ Divulgação

Crianças e adolescentes que estão nos abrigos do Bairro Guarujá e Santo Antônio, em Lages, possuem chance de receber amor, sem serem adotados. Trata-se do projeto Acalento, desenvolvido pela Secretaria de Assistência Social e Habitação, com o apoio do Poder Judiciário. Lançado em agosto do ano passado, possui 25 pessoas cadastradas que prestam serviço, são provedores ou padrinhos e madrinhas.

O objetivo é dar condições melhores para o desenvolvimento emocional e social dessas crianças e adolescentes, que muitas vezes não têm chance de voltar para suas famílias de origem e aguardam por uma adoção.

Sobre o projeto

Para divulgar mais o projeto, no dia 23 de maio, às 19 horas, na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Lages, a equipe responsável pela execução do Acalento apresentará para a comunidade. Há 40 crianças e adolescentes nos abrigos precisando de amor e a apresentação pode sensibilizar as pessoas.

Para a psicóloga e coordenadora técnica da Diretoria de Proteção Social Especial de Alta Complexidade, Ana Maria Pavão Silva, além de garantir o que é obrigação do Poder Público, como o direito à educação, saúde e alimentação, o projeto proporciona para os acolhidos a possibilidade de construírem novas histórias, por meio de experiências de vínculo, afeto e amor junto aos padrinhos e madrinhas.

Como participar

O padrinho/madrinha afetivo_ Voltada para pessoas físicas maiores de 21 anos de idade e que não possuam interesse definido para o momento em adoção ou termo de guarda. É aquele que visita regularmente à criança ou adolescente, buscando-o para passar os finais de semana, feriados ou férias escolares em sua companhia.

O padrinho/madrinha prestador de serviço_ Voltada para pessoas físicas e/ou jurídicas maiores de 18 anos de idade. É aquele que se cadastra para atender às crianças e/ou adolescentes conforme sua especialidade de trabalho, tais como médicos, enfermeiros, dentistas, professores de dança, música, artes, entre outras áreas.

O padrinho/madrinha provedor_ Também são voltadas para pessoas físicas e/ou jurídicas maiores de 18 anos de idade. É aquele que oferece suporte material e/ou financeiro às crianças ou adolescentes, seja com doações de materiais que supram suas necessidades diárias ou através de patrocínio de cursos profissionalizantes, apoio pedagógico, prática esportiva e até mesmo contribuição mensal em dinheiro.

OBS.: Em qualquer uma destas modalidades, o cadastro deve ser solicitado na Secretaria de Assistência Social e Habitação, localizado ao lado da Praça João Costa Ribeiro, 37, Centro.

Histórias de quem participa

  • Maryana Koech Ramos Rosa (22 anos)

“O meu fator motivacional para participar do Projeto foi à busca de conhecimento e de afetividade. Num primeiro instante, não sabia muito bem o que esperar, quem seriam os nossos afilhados e se teria afilhado para todos.

Pensei que logo no início fossemos construir o nosso vínculo, mas não foi bem assim. Isso acontece aos poucos, no dia a dia. No segundo encontro, quando fui buscar minha afilhada no Acolhimento, já conseguimos dialogar mais. Fiquei muito emocionada quando ela me chamou de dinda pela primeira vez. Eu e ela não somos apenas madrinha e afilhada, somos amigas, companheiras. Ela pode contar comigo para o que for necessário, tanto neste período do Acolhimento, como posteriormente.”

  • Denise Anselmo e Pedro Paulo Rosa de Liz (42 anos)

“Conheci o Acalento através de uma propaganda e logo pensei que fosse sobre adoção. Nós não conhecíamos a realidade de um Acolhimento, então decidi saber mais sobre o estilo de vida destas crianças e dos adolescentes e como eu poderia colaborar. A cada etapa do Projeto, ficávamos ainda mais ansiosos, pois era tudo novo para nós. É muito diferente do que pensávamos. Depois da prática, tudo se torna ainda mais interessante. Foi um início tranquilo. Mas tinha aquela coisa, não sabíamos o que conversar. Mas aos poucos tudo começou a fluir naturalmente. O momento mais marcante foi quando ela dormiu na nossa casa e no dia seguinte quando eu acordei, ela estava dormindo bem tranquila. Fiquei bastante emocionada porque eu pude perceber que ela de fato estava se sentindo acolhida ali. Como nós temos vários amigos, nós a levamos nas atividades em grupo.”

Pedro: “como nós não temos filhos, tem sido muito especial ser solidário com alguém. É uma realização. Nos primeiros encontros e reuniões do Acalento, pegamos a carta e conhecemos a história dela, parece que foi tudo planejado para sermos padrinho e madrinha dela. Esse Projeto vale a pena e é muito gratificante. Assim como tem pessoas que precisam, tem pessoas que podem ajudar. Então, podem encarar esse Projeto de frente que é maravilhoso.”

Casal Denise e Pedro são padrinhos de uma moça

  • Aline dos Reis Oliveira (27 anos) [Foto principal]

“Além de gostar de crianças, sempre quis me envolver com atividades diferenciadas. Assim que conheci o Acalento através do jornal, fiquei emocionada e ansiosa pra saber como tudo aconteceria. Isso despertou curiosidade nos meus amigos, inclusive, já tem um deles que também faz parte. Penso que será um tempo de aprendizado de ambas as partes. O primeiro encontro foi bem difícil, não sabia muito bem o que falar. Conforme os dias foram passando, fomos estabelecendo laços de confiança e amizade. Minha família reside em outro Estado, mas quando a minha mãe esteve em Lages, ela conheceu os meus afilhados, uma menina e um menino. Pelo fato de serem irmãos, não teria como ser madrinha apenas de um. Assim, eles possuem as mesmas oportunidades de vivências. Os meus amigos até sentem falta quando eles não estão comigo nas atividades de lazer. Pra mim já é como se eu fosse mãe.

Por Daniel Costa

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Fornecimento de gás natural em rede pode ser afetado pela paralisação em algumas cidades

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Foto: Divulgação

Em virtude da paralisação promovida por motoristas de caminhão que corre em todo país, a SCGÁS tranquiliza seus consumidores e informa que o abastecimento com gás natural veicular (GNV) aos postos de combustíveis, em sua maioria, não será prejudicado pelas paralizações. Os segmentos industrial, comercial e residencial também não serão afetados.

A SCGÁS atende atualmente 132 postos em Santa Catarina, e apenas nove deles podem ter suas atividades de fornecimento de gás natural afetadas, por serem atendidos pelo modal de gás natural comprimido – nesta alternativa de mercado, o gás natural é retirado da rede e transportado por caminhões até os postos. Os demais clientes do segmento veicular da SCGÁS são abastecidos por meio de redes canalizadas, o que garante fornecimento contínuo e ininterrupto.

Os estabelecimentos possivelmente prejudicados foram alertados pela Companhia, e terão seu abastecimento restabelecido gradativamente ao término da greve. Abaixo, a lista de postos atendidos que podem ser afetados:

  •        Posto AO Petrolages – Lages;
  •        Posto BR 4R – Rio do Sul;
  •        Posto BR Oenning – Braço do Norte;
  •        Posto IP Furnas Sombrio – Sombrio;
  •        Posto BB Fratelli São João do Sul – São João do Sul;
  •        Posto BB Guarujá – Lages;
  •        Posto Neogás Hoffmann – Orleans;
  •        Posto Neogás Michells Beach – Imbituba;
  •        Posto BB MIME 14 – Pouso Redondo;

O GNV, que proporcionava elevados percentuais de economia em relação aos combustíveis líquidos, abriu vantagem ainda maior frente aos seus concorrentes nos últimos dias. Após as altas recentes, com base nos preços médios da ANP em Santa Catarina, o gás veicular passou a apresentar 56% de vantagem comparado à gasolina e 66% em relação ao etanol. Em termos práticos, abastecendo R$ 30 de cada combustível, o motorista anda 65 km utilizando etanol, 82 km com gasolina, e 189 km rodando com GNV.

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Pontos da BR 116 com manifestação em Santa Catarina e Paraná

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Foto: Susana Küster

BR 116 em Santa Catarina:

 

Mafra:

Km 7: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva, sem registro de lentidão. Há paralisação de caminhões e carretas em acostamentos por aproximadamente 3 km em cada sentido.

 

Papanduva:

Km 54: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Caminhões parados no trevo de acesso ao município.

 

Santa Cecília:

Km 138: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

Km 141: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

Km 143: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

 

Ponte Alta do Norte:

Km 166: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

 

Correia Pinto:

Km 217: RODOVIA TOTALMENTE INTERDITADA

 

Lages:

Km 245: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível, não há registro de lentidão.

 

BR 116 no Paraná:

 

Curitiba:

Km 115: interditado para veículos de carga, os mesmos estão estacionados em acostamento, ambos os sentidos. Restante de veículos trafegam normalmente.

 

Fazenda Rio Grande:

Km 125: interditado para veículos de carga, os mesmos estão estacionados em acostamento, ambos os sentidos. Restante de veículos trafegam normalmente;

Km 127: interditado para veículos de carga, os mesmos estão estacionados em acostamento, ambos os sentidos. Restante de veículos trafegam normalmente.

 

Mandirituba:

Km 135: pista norte interditada e tráfego desviado para acostamento, tráfego da pista sul permanece sem obstrução. Não há registro de lentidão;

Km 152: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível e faixa de domínio, não há registro de lentidão.

 

Quitandinha:

Km 166: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível, não há registro de lentidão.

 

Campo do Tenente:

Km 191: ambos os sentidos liberados para veículos leves, ônibus, veículos de emergência e caminhões com carga viva. Veículos de carga estacionados em pátio de posto de combustível, não há registro de lentidão.

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Taxistas aderem movimento de caminhoneiros

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Foto: Divulgação

Os taxistas de Lages fizeram uma carreata na tarde desta quinta-feira (24) em apoio a greve dos caminhoneiros. Eles seguiram em direção ao Posto Ampessan, no entroncamento das BRs 116 e 282. Depois de conversarem com manifestantes foram até o Posto Palmeira e em seguida retornaram para o Sindicato dos Taxistas, entidade que organizou a carreata.

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