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Deputados aprovam projeto de lei que transforma Fatma em Instituto

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O projeto de lei, que transforma a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) em Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), foi aprovado por unanimidade pelos deputados estaduais na sessão desta quarta-feira, 6. De autoria do Governo do Estado, o projeto visa atualizar e modernizar a estrutura do órgão ambiental que ainda é da década de 1970.

“É uma grande vitória e uma valorização para todos os servidores do órgão. A partir de agora, começamos uma transformação para uma nova fase, para tornar os processos mais ágeis, dar resposta mais rápida para a sociedade e fazer uma gestão efetiva do meio ambiente do Estado”, comemora o presidente da Fatma, Alexandre Waltrick Rates.

Com a aprovação do projeto de lei de número 0438.5/2017, a Fatma passará a ser uma autarquia, continuando o vínculo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável. A mudança dará mais autonomia para o órgão ambiental fechar convênios e projetos com instituições nacionais e internacionais, modernizar processos e sistemas tecnológicos e instituir licenciamento auto-declaratório com a fiscalização por auditagem.

Entre as mudanças na estrutura está a transformação do setor de Licenciamento em Diretoria de Regularização Ambiental, que abrigará gerências para atender obras públicas, atividades estratégicas e licenciamento rural. A diretoria também comportará toda a Fiscalização da área ambiental que deve ser mais efetiva. A Diretoria de Biodiversidade e Florestas substitui a atual Diretoria de Proteção dos Ecossistemas, que trará como novidade a Gerência de Bionegócios. Também será criada a Diretoria de Engenharia e Qualidade Ambiental, que compreenderá estudos, análises e monitoramento, como o da balneabilidade, realizado pela Fatma há 40 anos. As estruturas da Presidência, Administração e Procuradoria Jurídica permanecem as mesmas.

Após a sanção do governador Raimundo Colombo, o órgão terá um prazo de 120 dias para a transição para o novo formato e regras.

Tramitação do Instituto e plano de cargos

O projeto tramitou em caráter de urgência na Assembleia Legislativa por cerca de 40 dias. Passou pelas comissões de Constituição e Justiça, de Finanças e Tributação, de Trabalho, Administração e Serviço Público e de Turismo e Meio Ambiente. Na primeira, o texto recebeu a emenda que estabelece o prazo de 24 meses para que o Governo do Estado institua o plano de  carreira dos servidores.

A Fatma

A Fundação de Amparo à Tecnologia e ao Meio Ambiente (Fatma) foi criada em 30 de julho de 1975, pelo decreto nº 662. A instituição surgiu da ideia do padre botânico Raulino Reitz que percebia a necessidade de um órgão especial para cuidar da diversidade natural de Santa Catarina e, em especial, do recém-criado Parque Estadual Serra do Tabuleiro. Reitz encontrou no governador Antônio Carlos Konder Reis um parceiro para que o projeto fosse realmente efetivado. As atividades efetivas da Fatma começaram em 1981. No dia 5 de junho daquele ano, foi assinado o decreto de Proteção e Melhoria da Qualidade Ambiental que efetivava as ações de monitorar, fiscalizar e licenciar. Atualmente, a Fatma conta 380 servidores efetivos e comissionados.

Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina

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Música na Serra une músicos de várias partes do Brasil e do mundo

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Boaz Castro de Campinas participa pela segunda vez do evento - Fotos: Camila Paes

Dos diversos idiomas falados entre os participantes do 6º Festival Internacional Música na Serra, o da música é aquele que não há barreiras de compreensão. As masterclasses começaram e os cerca de 60 alunos e os 23 professores enchem as salas de aulas de escolas lageanas com música, dança e canto. Nesta terça-feira, sobem ao palco do Teatro Marajoara os professores de cordas e piano em apresentação gratuita.

O professor de viola e música de câmara, Marcelo Jaffé, participa do festival pela segunda vez. Foi através do maestro Jean Reis que Jaffé conheceu o evento, que considera sensacional, principalmente por acontecer durante, segundo ele, um momento delicado do nosso país. “Há uma falta de política cultural vindo do Governo Federal, por causa da crise houve uma diminuição muito grande do apoio”, acrescenta.

Por causa disso é grande a importância de eventos como o 6º Festival Internacional Música na Serra, principalmente para os jovens e crianças, o que gera uma preocupação com a cidadania e com aquilo que pode gerar uma diferença na vida dessas pessoas. “Como é um momento muito complicado, acredito que será preciso muito tempo para retomar o investimento na cultura. O Música na Serra é um bastião de resistência durante este período”, ressalta Jaffé.

O paulista Kauê Belisário da Silva, 28, estuda viola há cerca de 10 anos. Esta é a segunda vez que participa do Festival como bolsista e mesmo com as temperaturas acima dos 20ºC, estava com frio. Antes de começar a especializar na viola, Kauê tocava outros instrumentos, como violão e guitarra. A vontade de levar a música como profissão fez Kauê começar a estudar o novo instrumento.

Kauê e Jaffé participar do primeiro dia de masterclass

Evento deveria acontecer em mais cidades, avalia bolsista

Boaz Castro, 24, e Rafael Melo, 23, participaram nesta segunda da masterclass de violoncelo do professor Viktor Uzur. Esta é a segunda vez em Boaz, morador de Campinas (SP), que desde os 16 estuda violoncelo, é bolsista do Festival. Acostumado a participar de diversos festivais, ele acredita que eventos como o Música na Serra deveriam acontecer em mais cidades brasileiras.

Já o catarinense Rafael Melo está pela terceira vez no Festival. Segundo ele, a importância de estar neste ambiente, além de aprender ainda sobre o instrumento, é poder estar em contato com colegas, amigos e fazer novos contatos. Além de aprender com bons professores e novas oportunidades, o que ele acredita faltar em Santa Catarina para os músicos.

Professor sérvio participa pela quinta vez

O professor sérvio, Viktor Uzur, está pela quinta vez no Festival. Em inglês, já que mora nos Estados Unidos e arriscando algumas palavras em português, Viktor deu aula para Boaz e Rafael nesta segunda-feira. Analisando as mudanças em que o Música na Serra passou nos últimos anos, ele percebe que o evento cresceu muito, já que começou com um grupo pequeno de músicos e agora têm uma orquestra completa e um coral.

Para ele é importante que o evento aconteça não apenas em capitais, mas também no interior, já que leva cultura para as diversos grupos de pessoas. “Assim, todos têm a vivência, principalmente a comunidade regional”, acrescenta. Viktor ainda exemplifica que, em eventos como este, é possível dar a experiência de ouvir artistas de diversas partes do mundo e músicas que foram compostas por artistas de outros séculos.

Um exemplo disso é a sonata para cello e piano, L.135 do francês Claude Debussy do século 19, que será apresentada nesta segunda-feira (16) por Viktor no violoncelo e pelo georgiano Guigla Katsarava no piano. O músico participa de festivais no Brasil há 10 anos e para ele, o Música na Serra é um dos maiores eventos do País.

Nesta terça, a partir das 20h, serão quatro apresentações com seis professores. Além da sonata L.135; os músicos tocarão Pieces in Folk Style de Roberto Schumann; Trio para violino, viola e cello No. 3 em C menor, OP. 9 de Beethoven e Flute Quartet No. 1 in D major, K. 285 de Mozart. O 6º Festival Música na Serra vai até sábado, com apresentações gratuitas durante todas as noites.

Professor Viktor está pela quinta vez no Música na Serra

Confira a programação completa:

Terça-feira (17)

Professores em cena

Cordas e Piano

Quarta-feira (18)

Fernando Ávila & Quinteto Versatilis

Acordeon – Quinteto de Cordas

Quinta-feira (19)

Orquestra Acadêmica​

Ballet Infantil & Orquestra

Classe de Canto

Sexta-feira (20)

Coro infanto-Juvenil

Coro Música na Serra

Ballet ” CARMEN” de Bizet

Suíte versão reduzida

Sábado (21)

Concerto de Encerramento

Orquestra Sinfônica

Solista: Lyndon Taylor

Coro Música na Serra

Regência: Jean Reis

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Homem é detido após furtar agropecuária

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Foto: Divulgação

Um homem de 32 anos foi detido na madrugada desta terça-feira (17) após furtar um estabelecimento na Rua Hercílio Luz, no Centro de Lages. Segundo a Polícia Militar, ao chegar no local, a guarnição avistou um homem pulando a grade da Agropecuária Marin, por volta de 01h50.

O suspeito fugiu em direção ao Mercado Público, onde foi abordado pela polícia. Com ele, foram encontrados R$ 435, em dinheiro, e uma chave de fenda. L.G de 32 anos, foi preso em flagrante. Ainda de acordo com a PM, a porta do estabelecimento estava aberta com sinais de arrombamento, e o caixa encontrava-se violado.

O responsável pela agropecuária foi comunicado e confirmou que havia aquela quantia de dinheiro no caixa. Os envolvidos foram levadas à Central de Plantão de Polícia.

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Temperaturas elevadas na Serra Catarinense

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Em Lages, os termômetros não devem ultrapassar os 20°C. Foto: Adailton Camargo/Divulgação

A frente fria que provocou chuva na Serra Catarinense já se afastou do Estado. A terça-feira (17) é de céu nublado com abertura de sol. Ainda há condição de chuva entre a Serra Catarinense e o Sul. Temperatura mais amena no Litoral Sul e elevada nas demais regiões. Máximas entre 21°C e 28°C na maior parte de Santa Catarina, e entre 16°C e 19°C na Serra Catarinense.

A quarta (18) e a quinta-feira (19) serão de tempo estável com predomínio de sol em todas as regiões de Santa Catarina. Temperatura elevada para época do ano. Principalmente à tarde. As manhãs devem ser mais fresquinhas na região Serrana, de acordo com o site Climaterra.

Mínimas entre 8°C e 17°C na maior parte de Santa Catarina, e entre 3°C e 6°C em vários pontos do topo da Serra, com possibilidade de geada muito isolada. Máximas oscilarão entre 21°C e 24°C nas cidades da Serra Catarinense, e entre 30°C e 33°C em pontos do Extremo Oeste e Litoral Sul.

Para sexta-feira (20) o tempo será de sol com aumento de nuvens, em Santa Catarina, no decorrer do dia. À noite condição de chuva fraca no Oeste e Sul do Estado.

O frio deve voltar no próximo fim de semana

Entre os dias 21 e 22 de julho, uma nova frente fria avança por Santa Catarina, provocando chuva mal distribuída, e na sequência queda significativa da temperatura devido ao avanço de uma massa de ar frio de origem polar. Por volta do dia 24 outra frente fria deve passar pelo Estado provocando chuva e novamente declínio de temperatura. As informações são da Epagri/Ciram.

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