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Curta-metragem Rio da Madre será exibido no Centro Cultural, nesta sexta

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Foto: Divulgação

O curta metragem Rio da Madre será exibido, nesta sexta-feira (11), no Centro Cultural Vidal Ramos, em Lages. O filme de 19 minutos conta a história de uma comunidade do interior, em que nunca se ouviu o bebê de um casal da vizinhança chorar.

Trata-se do silêncio, representado pela criança que, estranhamente, não chora. Numa sociedade isolada em que todos se importam com a vida dos outros mais do que com as suas, cogitam coisas que não existem e o mistério habita o lugar.

Filmado em 2015, na localidade de Índios, interior do município de Lages, a obra cinematográfica é baseada no livro Riomadrenses, lançado pelo diretor Fábio Brüggemann, em 1999.  “A história é uma metáfora como a sociedade contemporânea caminha. É uma reflexão sobre a linguagem e o silêncio. É um filme esperançoso, uma obra aberta, que não é objetiva”, comenta Fábio. 

Rio da Madre

Local: Centro Cultural Vidal /  Lages-SC

Data: 11/05/2018

Hora: 20 horas

Entrada Gratuita

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Bailarinos se apresentarão com orquestra pela primeira vez

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Músicos e bailarinos ensaiam para apresentação - Fotos: Camila Paes

Mais de 40 crianças e adolescentes serão estrelas do espetáculo, na noite desta quinta-feira (19), no Teatro Marajoara. Acompanhadas da orquestra do 6º Festival Internacional Música na Serra, apresentarão coreografia inspirada no filme A Noviça Rebelde, de 1965.

No ensaio de quarta (18), os sorrisos estavam soltos nos rostos dos bailarinos. Entre saltos e piruetas, a professora Mayra Ceron Pereira e o maestro Jean Reis ajustavam os detalhes para que coreografia e música ficassem em sintonia perfeita.

Para algumas das bailarinas esta é a primeira vez que sobem a um palco tão grande, como o do Teatro Marajoara, mas para quem observa, a ansiedade para apresentar o espetáculo ensaiado com tanto esmero é maior que o nervosismo.

As amigas Letícia de Oliveira Chaves e Tainara Pereira, ambas com 11 anos, estiveram no ensaio. Está é a primeira vez que Letícia se apresentará, já que foi neste ano que passou a fazer aulas de ballet. Para ela, a experiência de dançar juntamente com a orquestra tem sido muita boa e a ansiedade e nervosismo começam a subir. Já Tainara estará no palco pela terceira vez e por causa da experiência, ajuda a amiga a controlar os ânimos antes da pré-apresentação.

Os 47 bailarinos que fazem parte do espetáculo tem de 6 a 12 anos, além dos dois solistas mais velhos. Os ensaios começaram há três semanas e envolveram alunos da Escola de Dança Movere, do programa Lages Melhor e do Colégio Bom Jesus Diocesano.

Os músicos Samuel Moreira de Mello, 30 e Ataler Navarro, 31, tocam violino e fazem parte  da orquestra que participará do espetáculo junto com os bailarinos. É a primeira vez deles no Música na Serra e estão gostando da experiência. Para Samuel, a importância de um evento como este é, principalmente, pela troca de experiências com professores, colegas e o maestro Jean Reis. Ataler ressalta que, durante o período do festival, ficam em contato com música durante quase todo o dia e têm a oportunidade de focar e aprimorar seus talentos.

Samuel é bolsista e participa da orquestra

Valorização dos novos alunos

A coreógrafa Mayra Ceron explica que no ano passado o grupo de bailarinos fazia parte das turmas mais avançadas. Nesta edição, a ideia é abrir espaço para quem está começando e a maioria dos alunos faz aula de dança há menos de um ano.

A importância do encontro de dança e orquestra é para dar a oportunidade para que estejam em contato com música de qualidade, principalmente porque os dançarinos vivem também da música. “Eu fiz questão de enaltecer que nesta apresentação eles são instrumentos da música”, ressalta Mayra.

A apresentação de ballet e orquestra ocorre às 20h e a entrada é gratuita. A programação do Música na Serra se estende até sábado, com o concerto de encerramento com Orquestra Sinfônica e o solista Lyndon Taylor. Amanhã, além do coro infanto-juvenil e Música na Serra, haverá apresentação de suíte versão reduzida do ballet Carmen de Bizet.

Música leva alegria para hospital

Foi só os primeiros acordes dos instrumentos de sopro começarem a ecoar pelo quarto dos pacientes do Hospital Infantil Seara do Bem, que as crianças internadas abriram seus sorrisos ou até mesmo, se acalmaram.

Música acalmou bebês internados

Na ala das crianças maiores, o pequeno Pedro Henrique Arruda de 6 anos, logo ficou animado quando os músicos começaram a se apresentar. Abriu um sorriso e os olhos permaneceram vidrados na apresentação. Internado devido a uma crise de asma, Pedro deve sair ainda na sexta-feira do hospital e a animação com a chegada da alta ficou ainda maior ao assistir aos músicos.

Na ala dos bebês, o medo era que a música fosse muito alta e eles se assustassem com a apresentação. Mas o que aconteceu foi o contrário, assim que a música começou, os pequenos ficaram mais calmos e passaram a prestar atenção no que acontecia. Um deles aproveitou a melodia tranquila para dormir. Assim que a música parou, alguns dos bebês ficaram mais agitados como se quisessem um bis da apresentação.

O Hospital Infantil faz parte dos concertos sociais do 6º Festival Internacional Música na Serra. Bolsistas que participam das masterclasses tiram um tempo na agenda para passar por instituições públicas de Lages e levar um pouco de alegria e cultura para as pessoas que passam por situações complicadas. No roteiro, estiveram os asilos Vicentino e Menino Deus. Irmandade Nossa Senhora das Graças e outras instituições como Maternidade Tereza Ramos, também receberão os músicos.

Pedro gostou do concerto no hospital Infantil

Programação

Quinta-feira (19)

Orquestra Acadêmica​

Ballet Infantil & Orquestra

Classe de Canto

Sexta-feira (20)

Coro infanto-Juvenil

Coro Música na Serra

Ballet ” CARMEN” de Bizet – Suíte versão reduzida

Sábado (21)

Concerto de Encerramento

Orquestra Sinfônica

Solista: Lyndon Taylor

Coro Música na Serra

Regência: Jean Reis

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Começam concertos sociais do Música na Serra

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Idosos acompanham apresentação - Fotos: Camila Paes

Com o término da última música apresentada pelos bolsistas do 6º Festival Internacional Música na Serra, o engenheiro mecânico aposentado, Flavio Antônio Zioni, 74, logo pediu bis. Por sorte, os músicos resolveram tocar o tango “Por Una Cabeza” novamente e o deixaram ainda mais emocionado, já que o estilo é um dos seus favoritos e quando mais novo, gostava de sair para dançar.

Com os olhos marejados de emoção por causa da apresentação, Flavio revela que esta terça-feira era seu segundo dia no Asilo Vicentino. Natural de São Paulo, veio parar em Santa Catarina para ficar mais perto do filho que mora em Lages e do neto de 16 anos, que mora em Sombrio, onde faz faculdade.

Engenheiro mecânico aposentado, ele chegou a trabalhar na China. Sobre suas paixões, ele ressalta que são música, carros antigos e mulheres bonitas. Além de gostar de dançar tango, ele dorme ao som de música clássica, por isso a apresentação dos bolsistas o emocionou tanto.

Não foi só seu Flavio que gostou da apresentação. Enquanto o som dos violinos, viola, violoncelo ecoavam pelo salão do asilo, muitos dos moradores batiam palmas, e, movimentavam os pés, sentados em suas cadeiras.

Alguns não queriam assistir a apresentação, mas quando começou, gostaram do que viam e ouviam, e, relembraram da apresentação do ano passado. No final, queriam mais e voltaram sorridentes para sua rotina.

A assistente social do Asilo, Rochele Ceolin Gewehr, explica que eventos como este são importantes para manter os idosos inseridos na sociedade. Além disso, a instituição sempre procura levar os moradores para passear, mas é ainda melhor quando o evento vêm até eles, devido às dificuldades de locomoção de alguns deles. Atualmente, há 83 idosos, que variam dos 60 aos 109 anos.

Além das apresentações gratuitas durante a noite no Teatro Marajoara, o 6º Festival Internacional Música na Serra realiza apresentações em várias instituições públicas de Lages. Entre as masterclasses, os bolsistas se revezam para passar pela Irmandade Nossa Senhora das Graças, Convento Franciscano, Asilo Menino Deus, Maternidade Tereza Ramos e Hospital Infantil Seara do Bem.

Grupo de Curitiba apresentará ballet Carmen

Seis bailarinos e a diretora e coreógrafa Lia Comandulli vieram de Curitiba e sobem ao palco do Teatro Marajoara na sexta-feira, para uma apresentação de uma suíte reduzida do ballet Carmen de Bizet.

Como explicou a coreógrafa, Carmen foi composta originalmente como uma ópera pelo francês Georges Bizet em 1875, baseada no conto do escritor também francês, Prosper Mérimée. Em suas adaptações, pode ser apresentada como dança flamenca e como será apresentada em Lages, em ballet. Em Lages, Lia preparou uma versão reduzida da coreografia.

Se preparando para a apresentação de sexta-feira, o grupo passa grande parte dos dias ensaiando no palco do Marajoara. No quarto de Lia no hotel Map, os figurinos dos personagens ficam pendurados em araras, esperando o dia da grande estreia.

Para Lia, que atua há 35 anos na área da dança e também é bailarina, atriz, coreógrafa, diretora de produção e diretora de espetáculo, eventos como o Música na Serra, tornam as pessoas mais conscientes e faz com que olhem a vida com mais esperança. “A arte tem que se unir para enriquecer as apresentações e o público se sentir mais completo”, completa.

Além do espetáculo dos profissionais de Curitiba, haverá apresentação do ballet infantil junto com a orquestra, na noite de amanhã.

Bailarinos ensaiam apresentação

Programação

Quarta-feira (18)

Fernando Ávila & Quinteto Versatilis

Acordeon – Quinteto de Cordas

Quinta-feira (19)

Orquestra Acadêmica​

Ballet Infantil & Orquestra

Classe de Canto

​Sexta-feira (20)

Coro infanto-Juvenil

Coro Música na Serra

Ballet ” CARMEN” de Bizet – Suíte versão reduzida

​Sábado (21)

Concerto de Encerramento

Orquestra Sinfônica

Solista: Lyndon Taylor

Coro Música na Serra

Regência: Jean Reis

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Feira de Orquídeas atrai admiradores em Lages

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A planta conhecida como véu-de-noiva é uma das mais procuradas, conta o criador e cultivador Claudio - Foto: Patrícia Vieira

A beleza e variedade das orquídeas chamam a atenção dos olhares curiosos durante a 1ª Feira de Orquídeas realizada no Lages Garden Shopping. O evento promovido pelo Orquidário Vismara, de São Paulo, reuniu cerca de 1500 plantas de 130 espécies, entre mudas a plantas floridas. A feira segue até este domingo (15).  Segundo o criador e cultivador de orquídeas, Claudio Vismara, na feira tem plantas para todos os gostos e bolsos. Os preços variam de R$ 30 até R$ 80. As suculentas são vendidas no valor de R$ 5. 

As orquídeas são unanimidade quando o assunto é favoritismo: todo mundo se rende aos encantos delas. Assim como a Edite dos Santos Ramos, que não resistiu ao charme de uma Cymbidium Pendente, e comprou o vaso com a flor. Uma das espécies mais apropriada para o clima frio, como o da Serra Catarinense. 

Edite dos Santos Ramos não resistiu ao charme de uma Cymbidium Pendente

 

Cultivo

Para se ter uma planta sempre bonita e saudável é necessário alguns cuidados.

Irrigação

O correto é regar a orquídea por cima, deixando sempre a água escorrer totalmente. Regue pelo menos duas vezes por semana quando o clima estiver quente. Ele deverá ficar sempre úmido, mas nunca encharcado. Os pratinhos embaixo dos vasos são dispensáveis para acumular água, que acarretará no apodrecimento das raízes. “O excesso pode apodrecer as raízes e matar a orquídea”, comenta Claudio.  

Escolha da planta

Procure escolher orquídeas que conseguirão se adaptar à sua região.

Vasos 

Os ideais para o plantio das orquídeas são os de barro com furos laterais ou os xaxins de palmeira.

Luminosidade 

 As plantas devem ficar em locais onde possam receber a luz solar no horário da manhã (até as 9 horas) ou no final da tarde (depois das 16 horas). A luz solar é um importante fator para o desenvolvimento das plantas, sem ela a orquídea não floresce.

Ventilação

O local onde as orquídeas ficarão seja bem arejado. Porém, evite sempre ventilação muito intensa, afinal, isso poderá acarretar na danificação das suas orquídeas e vasos devido a quedas.

Adubação

Todas as plantas precisam de nutrientes. As orquídeas não são diferentes. O ideal é adubá-las uma vez por semana. Pode ser adubos químicos ou orgânico. Caso escolha adubos líquidos foliares, adiciona algumas gotas à água e procure molhar a parte inferior das folhas de suas orquídeas. É nessa parte que se encontram os estômatos que realizam a absorção de água e nutrientes.

Pragas e doenças

Se suas plantas estiverem sendo cultivadas de forma adequada dificilmente serão atacadas por pragas e doenças. Estarão mais resistentes. Um exemplo é que caso não haja excesso de umidade, dificilmente fungos irão atacá-la.

Nunca corte o cabinho da flor

As orquídeas do gênero Phalaenopsis sempre florescem de novo a partir das hastes antigas. Corte a haste floral apenas no caso de a planta secar o cabinho por conta própria. Enquanto ele estiver verde, deixe-o na planta.

Não jogue fora o vaso

As pessoas pensam que as orquídeas morrem depois de dar flor. Isso não é verdade. Em alguns meses elas florescerão novamente. Algumas espécies do gênero Phalaenopsis, por exemplo, chegam a florir até três vezes por ano. (Com informações do blog.plantei.com.br)

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