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CPI da Infelicidade prepara relatório final das oitivas

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Foto: Arquivo/CL

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), instaurada na Câmara de Vereadores de Lages para investigar supostas irregularidades envolvendo a decoração do Natal Felicidade 2016, encerrou as oitivas em 31 de janeiro. Ao todo, foram ouvidas 18 pessoas em quatro reuniões, que tiveram início no mês de dezembro.

A partir de agora, o relatório deve ser elaborado pelo relator da comissão, o vereador Lucas Neves (PP) – ele estima que concluirá o material até a próxima semana.

Na segunda-feira, 19, o relatório será compartilhado com os demais vereadores da comissão, antes da apreciação final. “Nosso objetivo é trazer às claras toda e qualquer irregularidade que tenha sido cometida na administração pública municipal”, comenta o relator Lucas Neves.

A CPI da Infelicidade apura suposto sumiço de materiais de decoração natalina do Natal de 2016. Os objetos teriam desaparecido do barracão, que fica na Avenida Marechal Floriano, e foi alugado pela prefeitura. Além dos vereadores, o Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC), por meio do Grupo de Atuação às Organizações Criminosas (Gaeco), também investiga o caso.

Outro ponto que a CPI pretende esclarecer é a relação de Lages com a cidade de Paulo Frontin (PR). A comissão tem informação de que Lages teria emprestado material de decoração para o prefeito da cidade paranaense, Sebastião Elias.

A expectativa é de que o relatório final seja concluído no início de março. Quando deverá ser apresentado em sessão extraordinária no Legislativo. A CPI tem até o dia 14 de março para encerrar os trabalhos. O relator da comissão, garantiu, porém, que a apuração será concluída dentro do prazo.

O documento também deverá ser encaminhado ao Ministério Público e aos demais interessados, Prefeitura de Lages e de Paulo Frontin.

 

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Grave acidente na BR 116, em Lages

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Foto: Divulgação

Um acidente no acesso a empresa Vossko do Brasil, na BR-116, em Lages, na noite desta segunda-feira (21), deixou uma das vítimas, ocupante de um Fiat Uno, presa as ferragens. O Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência. O nome das vítimas não foram divulgados.

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Caminhoneiros só voltam se o diesel baixar

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Foto: Susana Küster

Em meio as paralisações de caminhoneiros pelas rodovias do país, a Petrobras anunciou ontem, mais um aumento da gasolina e do diesel. Este foi o 11º aumento nas últimas duas semanas e os preços sobem de novo hoje. Dados da Agência Brasil são de que a gasolina vai subir 0,9% e o diesel 0,97%. Com o reajuste, o preço da gasolina nas refinarias passa a custar R$ 2,0867 enquanto o do óleo diesel sobe para R$ 2,3716.

Neste mês, a gasolina subiu 16,07%. O diesel já recebeu sete aumentos consecutivos, só no mês de maio, o combustível aumentou 12,3%. O aumento do combustível gera alta no transporte dos caminhoneiros, que impacta no preço dos alimentos e produtos em geral.

A greve dos caminhoneiros não tem data para acabar, segundo o diretor regional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística, Jorge Flores de Oliveira. Na segunda-feira (21) de tarde, ele e cerca de 50 caminhoneiros pararam no Km 245, na BR-116, no pátio do posto Ampessan, em Lages. Ninguém era obrigado a parar no trecho, mas grande parte dos caminhões aderiram à paralisação.

Para os caminhoneiros autônomos, Luiz Mendes e Nilson Rodrigues, o aumento constante do combustível já se tornou abusivo. Mendes também reclama da cobrança do pedágio quando os eixos dos caminhões estão erguidos, sendo que a Lei Federal nº 13.103/15, proíbe. A assessoria de imprensa da Autopista Planalto Sul, contesta a informação, dizendo que não cobra.

Reivindicações

Segundo a Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam), que organiza o movimento, os caminhoneiros reivindicam que as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sejam zeradas, além da isenção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Os impostos representam quase a metade do valor do diesel na refinaria. A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), que representa os donos de postos, também pede mudanças tributárias.

Motivos da alta

Em julho de 2017, o governo implantou na Petrobras o sistema de reajuste diário dos preços. O objetivo era de competir com combustíveis importados por outras companhias. Desde então, até o dia 12 de maio deste ano, a gasolina acumulava alta de 26% e o diesel de 30%. Vale lembrar que a inflação do período foi de 3,8%.
Desde quando o novo método de reajustes foi adotado, o preço do diesel comercializado nas refinarias subiu 57,78%.

Reunião

O presidente Michel Temer fez uma reunião de emergência para discutir a alta dos preços dos combustíveis com os ministros Moreira Franco (Minas e Energia), Eduardo Guardia (Fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil), Esteves Colnago (Planejamento) e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid. Até o fechamento desta edição, a reunião não havia acabado.

 

Fetrancesc se posiciona contra aumentos

A Federação das Empresas de Transporte de Carga do Estado de Santa Catarina (Fetrancesc) é contrária à nova política de preços da Petrobras e é solidária ao movimento de paralisação nacional dos caminhoneiros. Em nota, a entidade diz que desde a implantação da política de preços da estatal, em junho de 2017, houve aumentos extremamente prejudiciais ao setor dos transportes, aquele que movimenta a economia do Brasil.

O texto ainda diz que os aumentos são um exagero, diante de uma taxa de inflação abaixo da média e da excessiva carga tributária do Brasil que incide no transporte. A proposta da Fetrancesc para os caminhoneiros é de que eles nem saiam dos pátios das empresas para garantir o direito de ir e vir de todos. A entidade espera que o governo revise a tributação federal dos combustíveis e que reveja a política adotada pela Petrobras.

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Buraco na Serra do Panelão deixa trânsito em meia pista

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Foto: Divulgalção

A chuva da última semana abriu um buraco no Km 361 da SC 110, na Serra do Panelão, em Urubici. A abertura no asfalto fica no meio da pista de rodagem no sentido BR 282 a Urubici. O local está sinalizado, mas é preciso cuidado dos motoristas.

O Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), em Lages está tomando as medidas para solucionar o problema. Nesta terça-feira (22) engenheiros do Deinfra e da Rodec, empresa que tem o contrato de conservação estrutural das rodovias da região, farão uma análise técnica para decidir o que será feito.

O buraco mede cerca de 10 cm de diâmetro, e, segundo uma análise superficial apresentada pelo Deinfra, está relacionado ao um problema de infiltração de água. O local é próximo do ponto da Serra, que no mês de junho ano passado, teve rachadura na pista decorrente das fortes chuvas na região. Na época foi necessário  realizar a recomposição do corpo da estrada.

 

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