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Continua a vacinação contra a febre amarela

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Foto: Susana Küster

Em Lages, não há nenhum caso de febre amarela, segundo a gerente de Vigilância Epidemiológica, Sumaya Pucci. Mesmo assim, ela afirma que todas as pessoas que procuram pela imunização, são vacinadas.

É importante principalmente para quem viaja para o exterior, já que alguns países exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). No site da Anvisa, há a lista desses países.

Segundo a Anvisa, serão aplicadas vacinas fracionadas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, com o intuito de aumentar o número de doses aplicadas. As pessoas que precisam do CIVP precisam tomar a dose inteira, pois os países que exigem o certificado não aceitam imunização com dose fracionada.

Não será emitido CIVP, em hipótese alguma, para quem apresentar comprovante de vacinação com etiqueta referente à dose fracionada. No ato da vacinação, os viajantes devem apresentar o comprovante da viagem para que possam receber a dose padrão da vacina.

Quem não pode tomar

  • Imunossupressão: Esta é principal contraindicação. Isso significa que as pessoas que por alguma razão estejam com o sistema imunológico comprometido por quaisquer doenças ativas que cursem com imunossupressão e/ou pelo uso de quaisquer medicamentos, como quimioterápicos ou corticoides em altas doses.
  • Gestantes e bebês com menos de 6 meses de idade: Não devem receber a vacina da febre amarela. O vírus contido na vacina pode causar graves complicações no sistema neurológico dos bebês. As mães que amamentam bebês com menos de 6 meses de idade também não devem receber a vacina, a não ser em situações de risco muito específicas, uma vez que depois da vacina estas mães devem ficar pelo menos 10 dias sem amamentar.
  • Alergia grave ao ovo: Pessoas que tem alergia importante e grave ao ovo não devem receber a vacina.

Importante

Vale lembrar que as vacinas têm um período, que pode variar entre dez dias e seis semanas, para atingir a proteção esperada. No caso da vacinação contra febre amarela, o não cumprimento do prazo de proteção pode impedir sua entrada em alguns países. Por isso, vacine-se com antecedência.

Vírus se alastra pelo Brasil, principalmente no Sudeste

A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) destaca que número de casos em humanos e em animais registrados na região no último ano é o maior em décadas de vigilância sobre a doença.

Apesar de citar que sete países registraram casos (Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru e Suriname), o boletim divulgado destaca a situação brasileira, pois foi o único país a reportar novos casos em janeiro desse ano.

Somente o Brasil teve 777 casos confirmados, 261 mortes e 1659 casos em animais entre o segundo semestre de 2016 e junho de 2017. Ainda, segundo a entidade, houve um breve período de transmissão entre humanos no país, sem dar mais detalhes.

O registro de macacos mortos ou doentes é importante para a vigilância, pois permite a identificação de transmissão do vírus.

Orientação

No momento do registro da vacinação no Cartão Nacional de Vacinação é preciso que sejam anotados o lote da vacina, a data vacinação e o local em você que foi atendido. Vale lembrar que as vacinas têm um período, que pode variar entre 10 dias e seis semanas, para atingir a proteção esperada.

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Reunião definirá os rumos da paralisação dos médicos

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Foto: Andressa Ramos/Arquivo/CL

Está agendada para esta terça-feira (20), uma reunião, em Florianópolis, que pretende resolver a paralisação dos mais de 100 médicos que atendem na emergência e na urgência do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages. Desde ontem, eles suspenderam os atendimentos não emergenciais e as cirurgias eletivas.

Apesar da paralisação, os atendimentos de urgência e emergência permanecem. O motivo, segundo o corpo clínico, é a falta de pagamento aos médicos, que afirmam estar há quase sete meses sem receber seus salários.

O diretor do corpo clínico explica que espera resolver a situação o mais breve possível. Para tratar do assunto, se reunirão nesta terça, com o secretário da Saúde de Santa Catarina, Acélio Casagrande, e a secretária de Saúde de Lages, Odila Maria Waldrich, acompanhada da direção do Nossa Senhora dos Prazeres. O encontro está agendado para às 15 horas, em na capital do estado. O corpo clínico enfatiza, que as cirurgias e os atendimentos pelo Sistema Único de Saúde, convênios ou particulares não estão acontecendo. Porém, nos casos de risco de morte os pacientes serão atendidos normalmente.

Hospital atende a macrorregião

Instalado em Lages, o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres é especializado em traumatologia e atende uma grande região, que compreende todos os municípios da Serra Catarinense, Meio Oeste, Planalto Central e parte do Vale do Itajaí.  Ao todo são mais de 200 médicos e 500 funcionários. Em média, a cada mês, são internadas mais de 700 pessoas e são realizadas 500 cirurgias.

É justamente uma parcela deste atendimento que está sendo prejudicado pela suspensão dos serviços por parte dos médicos. A situação exige a remarcação de várias cirurgias.  Além da procura espontânea, o hospital funciona como uma extensão do Pronto Atendimento, de onde os pacientes mais graves são encaminhados para exames.

Essa não é a primeira vez que a categoria reivindica salários. Reclamações anteriores resultaram no aporte de recursos estaduais, que atualmente estão em atraso.

 

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Atropelamento no Pró-Morar deixa duas pessoas feridas e uma vítima fatal

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Um atropelamento na Rua Edmundo da Costa Arruda, Bairro Pró-Morar, na noite de domingo (18), por volta das 21 horas, deixou duas pessoas feridas e uma vítima fatal.

Michele Lopes de Liz, de 24 anos, e mais um senhor e uma senhora de 43 e 41 anos, respectivamente, caminhavam pela rua, quando um Corsa, placas de Lages, os atingiu. O veículo era conduzido pelo motorista de iniciais J.M.L, 21, que segundo a Polícia Militar, era primo de Michele. Ele fugiu do local do acidente a pé.

A jovem chegou a ser socorrida pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos e teria morrido no local. O senhor teve o pé esquerdo lesionado e a senhora sofreu escoriações no pé esquerdo e fortes dores na panturrilha direita. A identidade dos dois não foi divulgada.

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Fechamento de área no Salto gera polêmica

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Cerca fechou acesso dos veículos ao entorno da praça e Academia da Terceira Idade - Foto: Susana Küster

Segundo comerciantes, o Salto Caveiras, em Lages, não é um local que possui muitos atrativos turísticos e a restrição de acesso a um local usado como estacionamento, diminuiu mais ainda o movimento de visitantes. Edson Küster é um dos que reclamam do fechamento da área do parque e da Academia da Terceira Idade do Salto.

Ele mostra um abaixo assinado com 500 adesões de pessoas, que frequentam e moram no local. A área cercada era também utilizada como estacionamento, principalmente nos fins de semana.

E, isso segundo Küster, e, outro comerciante, chamado César Bastos, foi péssimo para as vendas. De acordo com relato dos dois, a cerca não só tirou vagas de estacionamento perto de seus estabelecimentos, mas reduziu a clientela.

Eles são os únicos que ficam próximo da academia e do parque. “O secretário Osvaldo Uncini me pediu para fazer esse abaixo assinado para reverter a situação”, diz Küster.

A informação de que o secretário de Agricultura e Pesca, Osvaldo Uncini pediu para ser feito um abaixo assinado não foi confirmada, porque ele estava afastado da pasta até o fim do feriadão de Carnaval e não atendeu o telefone celular para esclarecer o assunto.

O presidente da Associação de Moradores do Salto Caveiras, Sauro Tadeu dos Reis, afirma que muitos pais reclamavam de que não teria como levar suas crianças para brincarem na praça, devido à sujeira deixada por pessoas que utilizavam a área no fim de semana. “Não foi uma decisão minha, foi de todos os integrantes da associação”, destaca Reis.

A ideia é fazer um posto de saúde e uma quadra de areia no espaço que fica ao redor da academia da terceira idade e do parque. Atualmente, o atendimento na área da saúde para os moradores é feito na casa da associação.

“Mostramos a situação para o secretário do Meio Ambiente (Euclides Mecabô). Eles deixavam tudo sujo, traziam bebida de fora e quebravam as garrafas no local”, lamenta.

O presidente da associação nega a informação de que o movimento nos comércios diminuiu por conta da área cercada. “As pessoas que ficavam ali, nem compravam no Salto. Traziam comida e bebida de fora e deixavam tudo sujo local”.

Ele salienta que as pessoas podem usar a praça e parque, porque foi deixado um espaço aberto na cerca para não inviabilizar o acesso. O secretário do Meio Ambiente, Euclides Mecabô, afirma que não sabia da existência da cerca até o CL informar e que iria até o local checar a situação.

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Ocupação contra a Reforma da Previdência no INSS de Lages

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Fotos: Yuri Amaral/ Divulgação

Desde às 10 horas desta segunda-feira (19), cerca de 100 pessoas ocuparam Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Lages, em manifestação contra a Reforma da Previdência, que pode ser votada essa semana.

O único serviço que está funcionando é a perícia médica já agendada, todos os outros processos foram suspensos nesta segunda.

O representante da Pastoral da Juventude e coordenador da Frente Brasil Popular Planalto Serrano, Yuri Amaral, explica que a ocupação acontecerá até às 16 horas, sendo que às 14 horas deve ter um grande ato, onde se espera de 500 a mil pessoas, se mobilizando contra a reforma.

“Esperamos que a comunidade lageana se mobilize em estar aqui, com a gente, para barrar essa reforma, que vem tirar o direito dos trabalhadores se aposentar”, diz Amaral.

Enquanto isso, o Rio de Janeiro passa por uma intervenção federal. Isso impede a votação da reforma, a menos que o Governo Federal faça alguma manobra e consiga realizar a votação.

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