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Compensa mais pagar à vista ou parcelar as contas?

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Foto: Divulgação

Todo início de ano a situação se repete: após as comemorações e os gastos extras de dezembro, chega a hora de planejar como serão feitos os pagamentos dos tributos do novo ano. Os mais conhecidos são IPTU, IPVA e licenciamento.

O importante é programar as finanças pessoais para que não haja desequilíbrio financeiro, pois além desses impostos existem ainda as contas regulares, matrícula e material escolar e, muitas vezes, despesas inesperadas.

Na visão da contadora, Thais Muniz da Silva dos Santos, a economia do país está se recuperando. Ela está otimista, mas mesmo assim alerta o cidadão a manter a cautela, quando se trata de gastos.

Para, ela O IPVA e IPTU são casos interessantes e distintos e levanta o questionamento se é melhor pagar a vista ou a prazo. “Para pagar o IPTU, existe um desconto caso a pessoa queira e possa pagar à vista, sendo assim, essa opção será a mais vantajosa, já o IPVA, pagar a vista ou parcelar, no fim das contas fica o mesmo valor, ou seja, se a pessoa não tiver o dinheiro para quitar e optar por parcelar, não sairá no prejuízo”, explica a contadora do escritório Orgacon em Lages.

Thais também orienta nos casos em que a pessoa fique em dúvida, se paga as dívidas do final de ano ou as contas do começo. “O mais vantajoso é sempre escolher a dívida mais cara, por assim dizer, aquela que agrega mais juros, como cartão de crédito e cheque especial, evitando a bola de neve”, afirma.

Sobre as despesas com material escolar, por exemplo, ela recomenda comprar a vista. “Em geral se consegue um bom desconto para pagamentos à vista nessas despesas, sendo assim, essa seria a melhor opção.

Porém, se a compra não tiver desconto e o valor parcelado for igual, talvez seja uma boa opção parcelar e usar o dinheiro para contas onde se consegue desconto”, conclui a contadora.

Empresas precisam se preparar para preencher o eSocial

O eSocial para empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões entra em operação na próxima segunda, dia 8 de janeiro. Elas fazem parte do primeiro grupo que é obrigado a incluir informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas no sistema digital do governo.

Com isso, espera-se unificar os informes de forma digital e tornar a fiscalização do cumprimento da legislação mais efetiva. Em julho, será a vez das demais, incluindo as pequenas e o Micro Empreendedor Individual (MEI). O prazo final é janeiro do próximo ano com os órgãos públicos.

“Acredita-se que muitas empresas estejam preparadas para utilizar o sistema, mas os desafios são a inclusão dos dados de forma correta e o investimento em tecnologia, treinamento e organização dos dados da folha de pagamento.

Será um teste para o governo e as companhias que possuem grande quantidade de dados. Será um momento de ajustes. A não inserção dos dados no prazo poderá acarretar em contingências. O grande desafio será para o segundo grupo formado pelas pequenas e médias empresas.”, afirma o sócio da KPMG, Valter Shimidu.

O sistema do e-Social possui cerca de 45 tabelas e 1.900 campos de conteúdo a serem preenchidos com dados referentes a quatro temas: recursos humanos, fiscal, jurídico, saúde e segurança do trabalho.

Segundo Valter, a inserção de informações das empresas no e-Social trará uma série de desafios para as empresas. “Além da necessidade de revisar os processos tributários, trabalhistas e previdenciários para assegurar a conformidade, as empresas terão ainda que realizar uma mudança de cultura e de processos internos já que a alteração dos eventos deverá ser reportada imediatamente.”

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