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Com Kaká fora, substituto natural é Júlio Baptista

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Joanesburgo, 22/06/2010, Correio Lageano

 


Com a expulsão do camisa 10 da seleção, quem tem esperança de jogar a próxima partida da equipe na competição, contra Portugal, na sexta, em Durban, foi o meio-campista Júlio Baptista, que é considerado um dos reservas imediatos do meia do Real Madrid. Outra opção é recuar Robinho para o meio-campo e colocar Nilmar no ataque.

 

E é Júlio Baptista que parte em defesa do companheiro da seleção. “Nós vimos a imagem e foi o jogador deles que veio ao encontro de Kaká. O árbitro, infelizmente, interpretou errado o lance. Agora, não sei se a vaga é minha. Mas estou esperando a oportunidade”, apontou o suplente se referindo a expulsão do meia Kaká no jogo diante da Costa do Marfim no domingo.

 


Os outros jogadores também defendem a linha de raciocínio de Júlio Baptista e inocentaram o meia Kaká da expulsão, após ele dar uma cotovelada no atacante Abdul Keita. Por isso, as críticas têm como alvo o árbitro da partida, o francês Stephane Lannoy. Para os brasileiros, o juiz permitiu algumas jogadas desleais e depois perdeu o comando do jogo.

 


Agora todos, tanto jogadores quanto comissão técnica da delegação brasileira, vão torcer para que a Fifa não puna severamente o meia do Brasil. Ao menos um jogo de suspensão ele vai cumprir, mas há um pequeno risco de ele pegar duas partidas de suspensão.

 


“Não vou fazer nenhum comentário sobre a expulsão. As imagens estão aí para mostrar que não fiz nada. As imagens falam por si só. Espero que a Fifa tenha um comitê e julgue corretamente”, disse Kaká..

 


“Quando começa essa situação de empurra-empurra, o juiz perde o controle do jogo. O clima esquentou no final e ele expulsou o Kaká para tentar ‘segurar’ os jogadores, mas já era tarde”, analisou o goleiro Julio César.

 


A indignação ficou ainda maior depois que os atletas da seleção viram o lance pela televisão, já nos vestiários. O volante Felipe Melo era um dos mais contrariados com a decisão tomada pelo francês dentro de campo. “Vimos que o Kaká não fez nada. Foi muito injusta esta expulsão”, afirmou.

 


“Desde que chegamos aqui temos conversado com os jogadores, falando que temos que começar com 11 e terminar com 11. Hoje foi uma prova dura para os jogadores, que apanharam bastante desde o início do jogo, mas não revidaram. Eles focaram em jogar bola, jogar futebol”, completou Dunga.

 

Foto: Divulgação

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