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Com 20 anos, Proerd homenageia ex-alunos

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Ex-alunos ganharam mascote do Proerd de autoridades - Foto: Susana Küster

Na data em se completou 20 anos da primeira aula do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), em Santa Catarina, foram homenageados, no Centro Cultural Vidal Ramos, em Lages, 20 pessoas.

O primeiro evento comemorativo do programa, não poderia deixar de acontecer na cidade, já que foi a pioneira do Estado. Hoje, um a cada sete catarinenses, passaram pelo Proerd.

A missão do programa é capacitar crianças, adolescentes e adultos para resistirem às drogas e à violência, através de ações de polícia ostensiva de caráter educacional, realizada por policiais militares habilitados, em instituições públicas, privadas e comunitárias.

O programa foi inspirado em um iniciado nos Estados Unidos, em Los Angeles, em 1983. Lá, era denominado D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education). Os resultados dos dois primeiros anos do Proerd foram tão significativos que fizeram com que a PM de SC se transformasse em Centro de Treinamento do D.A.R.E. fora dos Estados Unidos. Apesar de no Brasil, começar no Rio de Janeiro, foi Santa Catarina que se tornou, no ano de 2000, o 4º Centro de Formação de Instrutores do Proerd do país.

Estratégia

Para fazer com que o programa permanecesse, mesmo com a troca de governo, foi feita uma capacitação dos instrutores e criado um sistema de gestão, chamado SisProerd. Com ele, foi possível recuperar as informações do período de 1998 à 2008 e como os dados foram significativos, em 2009, o Proerd se tornou política de Estado e isso possibilitou repasse de recursos.

O programa abrangeu mais de um sexto da população catarinense e 700 instrutores. Nos 20 anos de atuação, ele chegou em 265 cidades das 295 do Estado. Este ano, o número de estudantes atingidos chegou a 1.342.033.

Influência na vida

Mariana Ramos Oliveira, 25 anos, fez parte do Proerd em 2002, quando estudava na escola do Dom Daniel. Ela conta que o programa a ajudou na convivência com os amigos e familiares. Lembra que quando tinha aulas do programa, ofereceram bebida alcoólica e cigarro para ela, que não aceitou. “O Proerd fortaleceu o que meus pais me ensinaram”.

Outro homenageado do evento, foi Caetano Miranda de Oliveira, 22 anos. Ele atua hoje como professor de educação física e fez Proerd em dois anos diferentes da vida escolar, pois mudou da rede privada de ensino para a pública e coincidiu ter aula duas vezes com os policiais. Na visão dele, um policial dentro da sala de aula, auxilia no papel de bom exemplo que os estudantes precisam ter.

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