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Correio Lageano: O senhor teve uma votação de 30 mil votos em mais de 130 municípios do Estado, como foi a sua campanha?

Marcius Machado: Faço um trabalho há muito tempo, para ter uma noção estava fazendo campanha em Anita Garibaldi, entrei em uma locadora, um jovem falou que me acompanha desde o tempo do Orkut. As pessoas me acompanham no Facebook, no Instagram, eu tenho uma legião muito forte de pessoas que acreditam no meu trabalho. Trabalhei com várias palestras na região toda, e, além de conhecerem o Marcius político, conheceram o palestrante. Trabalho com palestras há 17 anos, as minhas palestras, no início era sobre a ciência política,  quando fazia o curso em Itajaí. Explicava o origem da política até a sociedade pós-moderna. Com o passar do tempo comecei a trabalhar com desenvolvimento pessoal. Fiz um curso com Antony Robbins, o maior coach do mundo, que veio pela primeira vez ao Brasil, foram 13 mil pessoas. Consigo trabalhar com jovens, professores e vereadores, resgatando o que tem de melhor no coração de cada um.

Você ficou três anos afastado de cargo público, desde que foi vereador, foi uma espécie de preparatório para assumir esse desafio?

Tem uma cidade no Alasca, que como se fosse Lages, adoram cortar lenha, tem até competição, tem o mestre dos mestres, um dia esse mestre cortando lenha, um jovem falou o seguinte ‘quero aprender contigo a arte de cortar lenha’ e o jovem foi chamado a aprender com ele na fazenda. Chegou um momento que jovem falou que sabia mais que o mestre, e o convidou para uma competição de cortar lenha. O jovem quando olhava para o mestre, este estava sentado. Foram contar o número de lenhas, o mestre ganhou. O jovem questionou que o mestre estava sempre sentado durante a competição, e este disse que estava apenas amolando o machado. E foi isso que fiquei fazendo, neste período pós 2016, estudando e advogando, porque a minha profissão raiz é a advocacia. O meu ganha pão é do meu trabalho como advogado. Agora estou pronto para assumir essa missão.

Você acredita que, na Serra, se houvesse menos candidaturas seria mais fácil de eleger mais candidatos?

Quando você um carro com adesivo de um candidato estadual de fora alguma coisa tem, ou porque está recebendo dinheiro, porque, ideologicamente, é muito estranho você apoiar alguém de fora, pode até ser uma questão de partido. O número de candidatos a estadual foi muito grande e o povo não votou fechado. Para ter uma noção encontrei alguns vendedores, grande parte do Oeste, quando pedia apoio diziam que: ‘não sei em quem votar, mas vou votar em alguém da minha região’. Por isso o Oeste é desenvolvido e o Sul está em crescimento. Temos apenas um deputado estadual, sabe quanto a gente tem de emenda?  Seis milhões de reais, se tivessem dois seriam 12 milhões e estariam onde? Aqui na Serra Catarinense.

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