Conecte-se a nós

Notícias

Celesc abre concurso público com vagas para todas as regiões do estado

Published

on

Foto: Celesc/Divulgação

Estão abertas as inscrições para o concurso público da Celesc, com oportunidades para diversas cidades do estado. Os salários iniciais variam de R$ 1.106,40 a R$ 4.365,06, além de benefícios como plano de saúde, auxílio creche/babá, auxílio estudante, vale-alimentação e plano de previdência.

São 49 vagas disponíveis: 16 para cargos de nível médio, 16 para cargos de nível técnico e 17 para cargos de nível superior. Do total, 20% das posições serão disponibilizadas a pessoas com deficiência (PcD). A previsão é que os primeiros concursados sejam chamados já a partir de maio deste ano. Os demais aprovados irão compor cadastro de reserva e poderão ser acionados à medida que for identificada a necessidade.

As inscrições podem ser realizadas no site 2018celesc.fepese.org.br (onde também está disponível o edital), até o dia 9 de fevereiro, ao custo de R$ 90 para candidatos a cargos de nível médio, R$ 110 para cargos de nível técnico e R$ 130 para cargos de nível universitário. A prova está marcada para o dia 4 de março e será aplicada em Chapecó, Criciúma, Grande Florianópolis, Joinville e Lages.

Confira na tabela abaixo o quadro com os cargos disponíveis e suas respectivas exigências:

CARGOS DE NÍVEL MÉDIO E TÉCNICO
CARGO Escolaridade exigida Especialidade/Formação
ATENDENTE COMERCIAL Ensino médio Sem especialidade
ELETRICISTA Ensino médio Sem especialidade
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO Ensino médio Técnico Técnico em Segurança do trabalho
TÉCNICO INDUSTRIAL – Edificações Ensino médio Técnico Técnico em Edificações
TÉCNICO INDUSTRIAL – Eletrotécnica Ensino médio Técnico Técnico em Eletrotécnica
TÉCNICO INDUSTRIAL – Mecânica Ensino médio Técnico Técnico em Mecânica
TÉCNICO INDUSTRIAL – Telecomunicações Ensino médio Técnico Técnico em Telecomunicações
CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR
CARGO/Posição Escolaridade exigida Especialidade/Formação (Reconhecida pelo Ministério da Educação)
ADMINISTRADOR Graduação Administração
ADVOGADO Graduação Direito
ANALISTA DE NÍVEL SUPERIOR – Psicólogo Pós-Graduação Ensino Superior em Psicologia com Especialização em Psicologia Organizacional ou Gestão de Pessoas
ANALISTA DE SISTEMAS Graduação Ciências da Computação, Sistemas de Informação ou Engenharia da Computação.
ASSISTENTE SOCIAL Graduação Serviço Social
CONTADOR Graduação Ciências Contábeis
ECONOMISTA Graduação Ciências Econômicas
ENGENHEIRO – Eng. Ambiental Graduação Engenharia Sanitarista Ambiental ou Engenharia Ambiental
ENGENHEIRO – Eng. Civil Graduação Engenharia Civil
ENGENHEIRO – Eng. De Agrimensura Graduação Engenharia de Agrimensura
ENGENHEIRO – Eng. De Produção Elétrica Graduação Engenharia de produção elétrica
ENGENHEIRO – Eng. De Segurança do Trabalho Pós-Graduação Ensino Superior em Engenharia com Especialização em Segurança do Trabalho
ENGENHEIRO – Eng. De Telecomunicações Graduação Engenharia de Telecomunicações
ENGENHEIRO – Eng. Elétrica Graduação Engenharia Elétrica
ENGENHEIRO – Eng.  Florestal Graduação Engenharia Florestal
ENGENHEIRO – Eng. Mecânica Graduação Engenharia Mecânica
MÉDICO – Medicina do Trabalho Pós-Graduação ou Graduação com Residência Ensino Superior em Medicina e certificado de registro da especialidade em Medicina do Trabalho no CRM

Comentários
Compartilhe

Notícias

Defensoria Pública realiza força-tarefa no sistema prisional

Published

on

Por

Defensor público Anderson Ouriques, que atua em Lages - Foto: Adecir Morais

A Defensoria Pública de Santa Catarina começou, ontem, uma força-tarefa no sistema prisional do Estado. O objetivo é analisar mais de sei mil processos de detentos do regime semiaberto, beneficiando aqueles internos que estão cumprindo pena de maneira irregular.  Os trabalhos seguirão até 14 de dezembro.

A força-tarefa, que já chegou à nona edição, envolve 25 defensores públicos em todo o Estado. Em Lages, serão analisados processos de detentos do Presídio Regional, que atualmente abriga 171 internos do semiaberto, isto é, a unidade comporta um número maior de sua capacidade.

Conforme o defensor público em Lages, Anderson Ouriques, Santa Catarina tem, atualmente, 4.903 presos no regime semiaberto, destes, 3.303 estão cumprindo pena no regime fechado por falta de vagas, o que contraria a legislação.

Com o mutirão, a ideia é fazer cumprir a Súmula Vinculante 56 do Superior Tribunal Federal (STF), de 2016, que estabelece que a falta de vagas em estabelecimento adequado nas prisões, não autoriza a manutenção do condenado na prisão em regime pior.

A ideia da força-tarefa é fazer com que os detentos que já estejam próximos de cumprir a pena, possam usar tornozeleira eletrônica em prisão domiciliar. O Estado tem 600 tornozeleiras. Além disso, a Defensoria vai pedir a liberação do interno que estiver perto de cumprir a pena.

Anderson destacou que a falta de vagas é um problema do sistema prisional catarinense. Atualmente, o Estado conta com mais de 20 mil detentos no total, cerca de 4,5 mil a mais que o número de vagas, que é de 16.309.

Regime semiaberto

O semiaberto é um dos três tipos de regimes de cumprimento das penas privativas de liberdade previstas no ordenamento jurídico, com base no Código Penal e na Lei de Execução Penal. Os outros dois são o regime aberto e o fechado.

Por lei, o preso deste regime tem o direito de trabalhar, dentro (em pequenas empresas no interior da unidade) ou fora da prisão (quando é liberado da carceragem pela manhã para trabalhar e volta no final da tarde). Além de progressão da pena (a cada três dias trabalhados, o preso tem o direito a um dia de redução da pena que cumpre), o benefício é uma forma de ressocialização.

Comentários
Compartilhe
Continue Lendo

Notícias

Apesar de simpáticos, pombos podem transmitir doenças

Published

on

As pessoas estão acostumada a dividir os ambiente com os pombos - Foto: Bega Godóy

Seu Cláudio Luis de Sousa tenta, há décadas, construir uma relação amistosa com os pombos. Ele vende pipocas no Calçadão da Praça João Costa, desde 1990, em Lages e nunca gostou da presença dos habitantes emplumados. “Não dão benefício algum e ainda causam doenças”, afirma.

E não tem jeito, a má reputação das aves ganha ainda mais força quando vê as pessoas alimentando-as, pois isso, favorece a concentração dos animais na praça aumentando o  tormento diário do vendedor.

“Quando tinha o Colégio Aristiliano Ramos, a comida era farta, mas com a demolição eles ficam voando pela redondeza. Ficam nas fachadas das estruturas e sujam tudo. Já vi muita gente levar rajada dos pombos. Um já caiu na fritadeira”, acrescenta.   

Entretanto, há quem considere o pombo um animal simpático e concorde com a o título atribuído a ele: símbolo da paz. As crianças amam correr atrás delas e jogar migalhas e pipoca, ato prejudicial à saúde dos animais, além de viciá-los.

Como dificilmente são caçados por outros animais, sua população cresce muito rápido o que se tornou um grave problema de saúde, pois causam várias doenças graves, que podem levar à morte ou deixar sequelas.

Doenças

A forma mais comum de infecções causadas pelos pombos, é feita pelas vias respiratórias, através da inalação das fezes secas depositadas nos mais variados lugares, como em carros, chãos, janelas e calçadas. Porém outro modo de contaminação bastante comum é através do piolho dos pombos que podem cair sobre as pessoas quando eles voam.

Assim como os humanos, esses animais precisam de três fatores para sobreviver: água, alimento e abrigo. Justamente por isso, costumam viver perto da população, porque é ela que fornece esses elementos nas frestas das casas, porões, sótãos ou até mesmo por deixar comida acessível no lixo ou aberta na despensa.

Por isso, a dica é afastá-los, eliminando esses fatores de sobrevivência como uma maneira de prevenção de doenças. Além de não oferecer abrigo, alimento e água, vedar espaços e vãos, usar abrigos controlados e colocar o lixo no local adequado também são medidas que podem ajudar bastante.

Colocar espantalhos, papel laminado, CDs ou equipamentos sonoros nas janelas não resolvem o problema.

Com informações de  ISaúde Bahia e Saúde animal

Comentários
Compartilhe
Continue Lendo

Notícias

Música na Serra une músicos de várias partes do Brasil e do mundo

Published

on

Boaz Castro de Campinas participa pela segunda vez do evento - Fotos: Camila Paes

Dos diversos idiomas falados entre os participantes do 6º Festival Internacional Música na Serra, o da música é aquele que não há barreiras de compreensão. As masterclasses começaram e os cerca de 60 alunos e os 23 professores enchem as salas de aulas de escolas lageanas com música, dança e canto. Nesta terça-feira, sobem ao palco do Teatro Marajoara os professores de cordas e piano em apresentação gratuita.

O professor de viola e música de câmara, Marcelo Jaffé, participa do festival pela segunda vez. Foi através do maestro Jean Reis que Jaffé conheceu o evento, que considera sensacional, principalmente por acontecer durante, segundo ele, um momento delicado do nosso país. “Há uma falta de política cultural vindo do Governo Federal, por causa da crise houve uma diminuição muito grande do apoio”, acrescenta.

Por causa disso é grande a importância de eventos como o 6º Festival Internacional Música na Serra, principalmente para os jovens e crianças, o que gera uma preocupação com a cidadania e com aquilo que pode gerar uma diferença na vida dessas pessoas. “Como é um momento muito complicado, acredito que será preciso muito tempo para retomar o investimento na cultura. O Música na Serra é um bastião de resistência durante este período”, ressalta Jaffé.

O paulista Kauê Belisário da Silva, 28, estuda viola há cerca de 10 anos. Esta é a segunda vez que participa do Festival como bolsista e mesmo com as temperaturas acima dos 20ºC, estava com frio. Antes de começar a especializar na viola, Kauê tocava outros instrumentos, como violão e guitarra. A vontade de levar a música como profissão fez Kauê começar a estudar o novo instrumento.

Kauê e Jaffé participar do primeiro dia de masterclass

Evento deveria acontecer em mais cidades, avalia bolsista

Boaz Castro, 24, e Rafael Melo, 23, participaram nesta segunda da masterclass de violoncelo do professor Viktor Uzur. Esta é a segunda vez em Boaz, morador de Campinas (SP), que desde os 16 estuda violoncelo, é bolsista do Festival. Acostumado a participar de diversos festivais, ele acredita que eventos como o Música na Serra deveriam acontecer em mais cidades brasileiras.

Já o catarinense Rafael Melo está pela terceira vez no Festival. Segundo ele, a importância de estar neste ambiente, além de aprender ainda sobre o instrumento, é poder estar em contato com colegas, amigos e fazer novos contatos. Além de aprender com bons professores e novas oportunidades, o que ele acredita faltar em Santa Catarina para os músicos.

Professor sérvio participa pela quinta vez

O professor sérvio, Viktor Uzur, está pela quinta vez no Festival. Em inglês, já que mora nos Estados Unidos e arriscando algumas palavras em português, Viktor deu aula para Boaz e Rafael nesta segunda-feira. Analisando as mudanças em que o Música na Serra passou nos últimos anos, ele percebe que o evento cresceu muito, já que começou com um grupo pequeno de músicos e agora têm uma orquestra completa e um coral.

Para ele é importante que o evento aconteça não apenas em capitais, mas também no interior, já que leva cultura para as diversos grupos de pessoas. “Assim, todos têm a vivência, principalmente a comunidade regional”, acrescenta. Viktor ainda exemplifica que, em eventos como este, é possível dar a experiência de ouvir artistas de diversas partes do mundo e músicas que foram compostas por artistas de outros séculos.

Um exemplo disso é a sonata para cello e piano, L.135 do francês Claude Debussy do século 19, que será apresentada nesta segunda-feira (16) por Viktor no violoncelo e pelo georgiano Guigla Katsarava no piano. O músico participa de festivais no Brasil há 10 anos e para ele, o Música na Serra é um dos maiores eventos do País.

Nesta terça, a partir das 20h, serão quatro apresentações com seis professores. Além da sonata L.135; os músicos tocarão Pieces in Folk Style de Roberto Schumann; Trio para violino, viola e cello No. 3 em C menor, OP. 9 de Beethoven e Flute Quartet No. 1 in D major, K. 285 de Mozart. O 6º Festival Música na Serra vai até sábado, com apresentações gratuitas durante todas as noites.

Professor Viktor está pela quinta vez no Música na Serra

Confira a programação completa:

Terça-feira (17)

Professores em cena

Cordas e Piano

Quarta-feira (18)

Fernando Ávila & Quinteto Versatilis

Acordeon – Quinteto de Cordas

Quinta-feira (19)

Orquestra Acadêmica​

Ballet Infantil & Orquestra

Classe de Canto

Sexta-feira (20)

Coro infanto-Juvenil

Coro Música na Serra

Ballet ” CARMEN” de Bizet

Suíte versão reduzida

Sábado (21)

Concerto de Encerramento

Orquestra Sinfônica

Solista: Lyndon Taylor

Coro Música na Serra

Regência: Jean Reis

Comentários
Compartilhe
Continue Lendo
Anúncio

Capa do Dia

Anúncio

Instagram

Facebook

Anúncio

Rua Coronel Córdova, 84 - Centro - CEP: 88502-000 - Lages (SC) - Brasil . Contato - Fone: 49 3221.3300 e-mail: correiolageano@correiolageano.com.br

Todos os direitos autorais são propriedade/responsabilidade do Correio Lageano. A reprodução, adaptação, modificação ou utilização do conteúdo disponibilizado neste site, parcial ou integralmente, é expressamente proibida sem a permissão prévia por escrito do CL ou do titular dos direitos autorais.