Casa do Papai Noel do Natal Felicidade está na Praça João Ribeiro – CL+
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Casa do Papai Noel do Natal Felicidade está na Praça João Ribeiro

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Daniele Mendes de Melo/PML/Divulgação

Em uma das praças mais movimentadas, no Centro de Lages, a João Ribeiro, está instalada a Casa do Papai Noel do Natal Felicidade. Um ambiente dividido entre sala e cozinha conjugadas e quarto, onde os sonhos parecem ser realizados em poucos instantes. Tem árvore com pisca-pisca, lareira, e a mesa sempre posta. Outros artigos natalinos, como a árvore gigante e as caixas de presente, soldados de chumbo, casinhas nas árvores e o presépio, ajudam a compor o mundo de fantasias, onde todos viram criança novamente. A Casa do Papai Noel e da Mamãe Noel, onde está guardada a Chave da Cidade, está de portas abertas desde segunda-feira (4 de dezembro) e não fechará até dia 23 de dezembro. No sábado (9), abrirá das 13h às 19h. A partir do dia 10 (domingo) será das 14h às 21h.

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Foz do Iguaçu recebe roda-gigante na tríplice fronteira

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O Marco das Três Fronteiras, em Foz do Iguaçu (PR), conta desde 28 de janeiro com uma atração a mais para os turistas e moradores que visitam o local onde o Brasil demarca seu território com os vizinhos Paraguai e Argentina. Uma roda-gigante de 27 metros de altura permite uma visão privilegiada da região onde os rios Paraná e Iguaçu se encontram, além do obelisco brasileiro da Tríplice Fronteir

São 18 cabines fechadas com capacidade para transportar até 108 pessoas simultaneamente. Cada cabine transporte seis turistas e, seguindo o programa de acessibilidade do Parque Nacional do Iguaçu, a roda-gigante também disponibiliza gôndolas especiais para cadeirantes. O atrativo vai funcionar até o dia 28, das 16h às 22h.

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Foto: Marco das Três Fronteiras/ MTur/Divulgação

O Marco das Três Fronteiras, inaugurado em 20 de julho de 1903, é um dos principais símbolos da região de Foz do Iguaçu. O atrativo turístico estabelece a soberania e o limite territorial do Brasil com a Argentina e o Paraguai.

O marco é anterior a emancipação política da cidade de Foz do Iguaçu (1914), hoje um dos principais destinos turísticos do Brasil. O marco brasileiro é verde e amarelo. Do outro lado da fronteira, Argentina e Paraguai também ergueram obeliscos com as cores dos países vizinhos.

Quem vista o local também encontra o Memorial Cabeza de Vaca sobre a história da região de Foz do Iguaçu e do desbravador espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca que teria sido o primeiro homem branco a “descobrir”, em 1542, as Cataratas do Iguaçu, uma das maravilhas da natureza, Patrimônio Natural Mundial da Unesco.

Durante o passeio, o visitante é imerso em uma projeção tecnológica que narra detalhes da riquíssima história da formação de um dos lugares mais encantadores do mundo. A experiência sensorial permite o envolvimento do turista com a formação cultural, histórica, política e geológica do encontro entre três países e dois rios.

Outro atrativo local é a Vila Cenográfica das Missões Jesuíticas do Marco das Três Fronteiras. A vila retrata o sistema espanhol de colonização da região que era habitada pelos Guaranis. A estimativa é de que uma população equivalente a 100 mil indígenas tenha sido catequisada em 30 missões jesuíticas entre o Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Ao caminhar pelos ambientes do complexo turístico, os turistas “viajam” no tempo numa ambientação histórica que revive o ambiente sem fronteiras ocupado pelos jesuítas, onde viviam os índios nos séculos 16 e 17. O marco das Três Fronteira ainda oferece show de luzes multicoloridas, cortina d’água e apresentações culturais, além de restaurante, para quem visita o atrativo à noite.

LISTA DE MELHORES DESTINOS – A revista americana Forbes, uma das mais importantes publicações dos Estrados Unidos, destacou o destino brasileiro entre os melhores do mundo. As cataratas são consideradas pela revista como deslumbrantes e aparecem como o único representante do Brasil no Guia de Viagens da publicação, ao lado de 18 destinos turísticos.

O atrativo localizado, entre o Brasil e Argentina, recebeu no ano passado 1,8 milhão de visitantes – recorde de visitação anual – do lado brasileiro onde fica o Parque Nacional do Iguaçu.

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Turismo

Destinos turísticos para viajar e surfar pelo Brasil

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Foto: Pedro Kirilos/MTur/Divulgação

Não é por acaso que o Brasil vive um momento de destaque no cenário mundial do surfe. Com cerca de 8 mil km de praias, os atletas despontaram para o esporte em diferentes pontos da costa brasileira. A onda que faz bem ao surfe, também é boa para o turismo de sol e mar. Os campeonatos que marcam os destinos de surfe no Brasil, não atraem só visitantes amantes do esporte, como também turistas que nunca se aventuraram em cima de uma prancha.

Fernando de Noronha é o maior exemplo de paraíso dos surfistas brasileiros e ocupa o topo das listas das mais belas praias do mundo. O destino, Patrimônio Natural Mundial da Unesco, é visitado por viajantes do Brasil e do mundo. A posição geográfica não só garante grandes ondas, principalmente nas praias do Cachorro, Conceição e Cacimba do Padre, como faz do destino de natureza e aventura um dos melhores pontos de mergulho do mundo e apresenta uma vida marinha exuberante. São cardumes de peixes, golfinhos, tubarões e tartarugas. Um cenário inesquecível com paisagens deslumbrantes, além de colônias e revoadas de pássaros marinhos que povoam a terra e o céu de Noronha.

A costa nordestina está cheia de destinos turísticos que casam perfeitamente com o esporte. Pipa e Baia Formosa, ao sul de Natal, são parceiras tanto em belezas e atrativos naturais como também na atração de turistas e surfistas para o Rio Grande do Norte. O mesmo ocorre com a paradisíaca Maracaípe, vizinha Porto de Galinhas, em Pernambuco, famosa pelas piscinas naturais na maré baixa. Três destinos turísticos da Bahia também se consagraram pela prática do surfe. Ilhéus, Itacaré e Praia do Forte estão na lista da “surf trip” dos sonhos de muitos esportistas.

Mesmo quem não é adepto do surfe admite que nossos mares são perfeitos e oferecem ondas perfeitas e, de quebra, paisagens fantásticas para todas as tribos do turismo brasileiro. O esporte já imortalizou alguns entre os mais badalados destinos capixabas, fluminenses e paulistas. No Espirito Santo, destacam-se Linhares e Guarapari. No Rio de Janeiro, Saquarema é a favorita dos surfistas na região turística dos Lagos. Entre os surfistas cariocas, o Arpoador e a Prainha, no Recreio dos Bandeirantes, são as mais concorridas. Já em São Paulo, Maresias (terra do primeiro campeão mundial brasileiro de surfe, Gabriel Medina) e Ubatuba são os destinos mais badalados entre os surfistas, além do Guarujá e Santos, esta última é considerada o berço do esporte no Brasil.

 

Santa Catarina

Santa Catarina é outro destino turístico importante. A capital, Florianópolis, concentra algumas das praias mais badaladas para a prática do esporte: Joaquina, Praia Mole e Campeche. A cidade é um destino completo, tanto pelos atrativos naturais, históricos e culturais, além de ser um polo gastronômico e de lazer para quem visita a ilha. Fora da capital, Garopaba sedia etapas de vários campeonatos nacionais e internacionais e figura entre as praias mais disputados do litoral catarinense, assim como as praias do Rosa e Guarda do Embaú, com muitas ondas durante o dia e agitação noturna. No Rio Grande do Sul, Torres com sua praia dos Molhes, recebe turistas, surfistas e visitantes ilustres como os lobos e leões-marinhos.

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Preservar o meio ambiente e relaxar

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Que delícia ficar vendo o mar e relaxar! Mas, quando for à praia, leve uma sacola para recolher seu lixo - Foto:

A onda agora é ser natural, praticar a ecologia e se manter em paz com o meio ambiente, afinal a mãe natureza agradece! Mas para você ser um bom ecoturista é necessário tomar alguns cuidados para preservar o local o qual pretende conhecer. Viajar e descansar são momentos bastante esperados, mas podem pesar na conta do meio ambiente se envolver atividades que o prejudicam.

A primeira opção, por ser mais econômica e ambientalmente amigável é aproveitar o que sua cidade tem para oferecer. Visitar parques, praças, museus e outras atrações locais é a opção mais acessível financeiramente e a mais amiga da natureza também. Caso o destino escolhido seja distante, não há como evitar a viagem de avião. A dica aqui então é optar por voos diretos, que têm impacto menor. Estender as férias, evitando fazer diversas viagens ao longo do ano, também é indicado. E lembre-se que levar bagagens leves contribuem para a economia de combustível durante o voo.

Explorar as opções turísticas do Brasil e ainda apoiar as unidades de conservação nacionais é uma ótima forma de aproveitar as férias. O Brasil tem mais de 70 parques nacionais, consideradas unidades de conservação de proteção integral, de acordo com o Sistema Nacional de Unidade de Conservação da Natureza (SNUC). O site www.wikiparques.org é uma espécie de fórum online em que os viajantes podem indicar e compartilhar experiências em Parques Nacionais e áreas protegidas.

Aproveitar o período de férias para se comprometer com alguma causa ambiental é uma ótima alternativa. Há, inclusive, agências de viagens que oferecem opções de voluntariado de diversos tipos, como o auxílio a pessoas em situação de risco, tratamento de animais em extinção e conservação de florestas e áreas naturais, em diversas regiões do mundo.

Continuar com os hábitos de conservação que se utiliza em casa é obrigatório. Não é porque você está em um hotel que deixará de apagar a luz quando sair, ou desligar os aparelhos como ventilador/aquecedor/ar-condicionado. Outra sugestão é reutilizar as roupas de cama e toalhas. O mesmo vale para as compras: ao escolher aquela lembrança para familiares e amigos, dê preferência a mercadorias que valorizam a mão de obra local.

Evite atrações que utilizam exploração animal. Se você quer conhecer animais, o melhor é observá-los em seu habitat natural, como Parques Nacionais, Reservas Naturais e outras categorias de unidades de conservação. Apesar disso, quando executado com cautela, o turismo de interação pode ser uma prática importante na sensibilização ambiental da sociedade para a conservação da natureza.

Quando for à praia, lugares que geralmente oferecem menos acesso à lixeiras e serviços públicos de limpeza, leve uma sacola para recolher seu lixo.  Grande parte do lixo deixado na areia vai para o mar e pode causar prejuízos ambientais graves, como a perda do potencial turístico causado pela alteração estética, contaminação dos oceanos e a morte de animais marinhos, que confundem o lixo com alimento. Segundo estudos, 54% de todas as espécies de mamíferos marinhos, todas as espécies de tartarugas marinhas e 56% espécies de aves marinhas já foram afetadas pelo emaranhamento ou ingestão acidental de lixo. A dica aqui é seguir os mandamentos do turismo ecológico: não tirar nada a não ser fotografias; não deixar nada além de pegadas; não matar nada além do tempo e não queimar nada além de calorias.

 

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Movimento do comércio no Salto Caveiras reduziu em até 80%

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Foto: Susana Küster

O movimento grande de pessoas e veículos é um cenário do passado no Salto Caveiras. Comerciantes reclamam de queda nas vendas todos os anos, e, dizem que esta temporada de verão foi a pior de todos os tempos. O auge do calor já passou, se percebe que o frio começou a aparecer, principalmente no início da manhã e de noite.

O local não é divulgado e não tem eventos. Há alguns anos, possuía a Festa Internacional do Lambari, que atraía até turistas e possuía uma programação variada de música e competições esportivas. Porém, hoje, tirando a pesca, não há nada para se fazer no Salto, além de comer e beber. Claro, que a paisagem é bonita, principalmente quando o alagado está cheio, porque se forma até uma cachoeira. Porém, nem a ela, as pessoas têm acesso. Só é possível ver de longe, da estrada geral.

Grande parte das pessoas que vão pescar, arrumam suas cadeiras e barraquinhas na margem. Entretanto, até isso poderia ser melhor, se por exemplo, um trapiche fosse implantado em alguma parte do alagado.

Um dos empresários do local, Edson Küster, afirma que o fluxo de clientes caiu 80% este ano. Ele acredita que isso se deve, não só a crise econômica, mas a falta de atrativos no Salto. “O movimento maior era no domingo, aqui era um lugar tão bom, todo dia cheio de gente e agora está vazio”.
Outro comerciante é César Bastos. Ele também reclama da falta de clientes. Na sua visão, o movimento diminuiu 50%. “Acho que isso é por conta da crise e também porque não tem o que fazer aqui, além de comer, beber e pescar”.

Proposta

Foi publicado em janeiro pelo Correio Lageano, que o Executivo da Secretaria de Turismo, Luiz Carlos Pinheiro Filho, estuda um calendário de eventos específico para a comunidade do Salto. O objetivo é atrair público.

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