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Bombeiros e Samu vão atuar de maneira integrada no estado

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Foto: Divulgação

Depois de vários anos de discussão, finalmente foi decidido que o serviço de atendimento pré-hospitalar será realizado de maneira integrada pelo Corpo de Bombeiros e Samu em Santa Catarina. A decisão foi oficializada a partir da assinatura de um edital por parte do governador Eduardo Pinho Moreira.

A integração será feita de forma gradual. Inicialmente, além dos profissionais, deverão migrar para os quartéis dos bombeiros em todo o Estado as ambulâncias de suporte avançado. A previsão é que, até o fim do ano, o atendimento seja realizado de forma totalmente integrada.

Na prática, as unidades já estão atuando de forma integrada, mas a decisão formaliza a unificação do atendimento que terá protocolos padrão e despacho mais ágil para o atendimento de ocorrências. A proposta é que o Samu passe a operar dentro do quartel do Corpo de Bombeiros, por meio de uma central única e regulada.

Atualmente, o serviço de atendimento pré-hospitalar no Estado é realizado por um quadro de aproximadamente 6 mil profissionais, com 96 ambulâncias de suporte básico do Samu (de administração do município); 23 de suporte avançado (de administração do Estado); 129 viaturas do Corpo de Bombeiros Militar e 74 do Corpo de Bombeiros Voluntário.

O coordenador do Samu na Serra Catarinense, Leonardo Augusto Coelho explica que, com as mudanças, todas as chamadas telefônicas passarão a ser atendidas  por uma central única, em Florianópolis. Esta central estará em contato com as unidades regionais, gerenciando os recursos disponíveis e disponibilizando o atendimento de acordo com as particularidades da ocorrência.

Ele comenta que a unificação tem como objetivo otimizar os serviços e dar maior rapidez do atendimento da ocorrência. Além disso, a expectativa é que a medida resulte em economia, pois fará com o que o Samu deixe de pagar aluguel por sedes nos municípios catarinenses.

A integração também visa evitar com que duas viaturas, uma do bombeiro e outra do Samu, se desloquem ao mesmo tempo para atender a uma ocorrência, como é comum ocorrer atualmente. Isso porque, dependendo da ocorrência, não há a necessidade dos dois órgãos despacharem carros para o mesmo atendimento. Leonardo afirma que a unificação foi decidida com base em estudo prévio.

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