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Apae precisa de ajuda para ampliar atendimento

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Apae tem um prédio novo para ampliar estrutura de atendimento, mas precisa comprar os móveis e utensílios - Foto: Susana Küster

A Apae de Lages tem um novo prédio ao lado da instituição. Mas a nova estrutura ainda  não funciona por completo, devido a falta de mobiliário. Não há recursos para a compra dos móveis. A instituição precisa de ajuda da comunidade para que a estrutura possa funcionar efetivamente. Segundo a diretora, Roseli Freitas, o número de alunos aumenta com frequência e não há espaço suficiente no prédio antigo para atender todos.

O prédio novo precisa de mobiliário em várias salas de aula, o elevador teve um problema e precisa ser consertado, porém há um custo de manutenção mensal também. Uma verba de R$ 40 mil foi viabilizada através de um projeto da deputada Carmen Zanotto e o recurso será repassado pela prefeitura. “Vai nos ajudar muito, mas ainda falta bastante para a estrutura ficar pronta totalmente para o atendimento”.

Atualmente a Apae atende a 320 alunos. Quando a nova estrutura estiver funcionando, poderá receber outros 50 alunos. Com três andares. O novo prédio possui garagem para os veículos de serviço, um andar será para a secretaria e os outros dois para salas de aula e atendimentos na área da Saúde.

O presidente da Apae, Jorge Luiz Manfrói, explica que a estrutura é ampla com muitas salas, mas somente três estão equipadas devido uma doação feita pelo Instituto Guga Kuerten. “Há também um projeto pelo FIA, que está 90% aprovado e irá nos trazer R$ 100 mil. A construção terminou há um ano e foi com recursos particulares e de doações”.

Para ajudar na conclusão da obra, a Apae sempre faz eventos para angariar recursos. O próximo será sábado, no Clube Caça e Tiro, ao meio dia. Uma feijoada será feita e os ingressos, ao custo de R$ 25, estão sendo vendidos na instituição e também no clube, no dia do evento.

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Motociclistas morrem em acidente na BR-282, em Rancho Queimado

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Foto: Divulgação

Dois motociclistas morreram após um acidente de trânsito no quilômetro 70 da BR-282, em Rancho Queimado, após colisão entre as duas motos. Sendo uma com placas de Itajaí, e a outra com placas de Navegantes.  

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) o acidente aconteceu na tarde deste sábado (14). Suspeita-se que um dos motociclistas estivesse trafegando acima do limite de velocidade permitida. Com isso, teria perdido o controle da moto em uma curva, atingindo o condutor que trafegava em direção a Lages. 

Equipes do Samu, helicóptero Arcanjo do Corpo de Bombeiros, foram acionados, porém, não deu tempo de socorrer as vítimas. Os dois motociclistas morreram no local.

Ainda de acordo com informações, uma das vítimas fatais, estava vindo para o Motoneve. A PRF não divulgou mais detalhes sobre o acidente e nem a identidade das vítimas.

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Polícia apreende mais de 31 quilos de maconha na BR-282

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A Polícia Civil, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Lages, após dois meses de investigações, apreendeu 31 quilos e 750 gramas de maconha.

A droga era transportada em um Fiat Uno com placas de Correia Pinto. O carro foi abordado na madrugada deste sábado (14) na-BR 282, próximo a São José do Cerrito. Segundo a DIC, a droga é oriunda da cidade de Mundo Novo (MS) e seria entregue em Lages.

Foram presos em flagrante, Prudêncio Benitez Tonanez, de 54 anos,  morador do Estado do Paraná e Gutierres Zacarias Luis Américo, de 34 anos, que mora no Paraguai. 

Eles foram levados ao Presídio Regional de Lages.

Ainda de acordo com a polícia, os dois homens, responderão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. As investigações continuam a fim de identificar se há mais pessoas envolvidas no crime.

Segundo o delegado da DIC Sérgio Roberto de Sousa, nos últimos 30 dias a polícia de Lages, apreendeu aproximadamente 731 quilos de maconha, e as ações continuam para reprimir o tráfico de drogas na em Lages e região.

Participaram da ação, policiais da DIC e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). 

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Usuários deixam planos de saúde para utilizar SUS

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Foto: Camila Paes

O aumento dos preços dos planos de saúde afastou ainda mais usuários em 2018. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde (ANS), desde 2015, cerca de 2,9 milhões de pessoas saíram do sistema de saúde privado. Em Lages, esta mudança tem refletido no aumento dos atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como no Pronto Atendimento Tito Bianchini.

A secretária de Saúde, Odila Valdrich, explica que este aumento tem sido sentido desde 2017 e, há dois meses, o fluxo cresceu ainda mais. Uma pesquisa nacional revela que 30% dos pacientes que antes usavam planos de saúde migraram para o SUS. Ela ressalta que o impacto é violento, porque a estrutura permanece a mesma, mas o número de atendimento sobe.

“Nós temos a consciência que todos têm direito a ter o atendimento gratuito, mas é uma grande demanda e esgota a equipe.”

Em junho deste ano, a ANS publicou a autorização de reajuste máximo de 10% para planos de saúde médico-hospitalares individuais e familiares com ou sem cobertura odontológica. A medida é retroativa a 1º de maio deste ano e vale até 30 de abril de 2019.

O percentual é válido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98 – atinge, portanto, 8,1 milhões de beneficiários, o que representa 17% do total de 47,3 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil, de acordo com dados referentes a abril de 2018.

Liminar concedida pela Justiça Federal de São Paulo, no último dia 12, chegou a limitar o reajuste a 5,72% a pedido do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, no entanto, suspendeu a liminar, abrindo caminho para o percentual máximo de 10% anunciado pela ANS.

Pronto Atendimento é para urgência

Odila também ressalta que as pessoas têm procurado o Pronto Atendimento por motivos de pouca urgência. Em média, entre 60% e 70% dos casos são de dor e cabeça, náuseas, falta de ar, tontura, tosse e dor de garganta, os quadros clínicos mais comuns que dão entrada no PA.

Muitos casos, considerados sem gravidade acabam competindo com os que realmente necessitam de atenção naquele momento e aumentam o tempo de espera para atendimento. Odila explica que isso também é um reflexo da saída dos usuários dos planos de saúde que, anteriormente, ao apresentar sintomas sem gravidade, agendavam consultas médicas pelos planos.

E esta demanda, segundo ela, não deve parar. Em casos não urgentes, a orientação é procurar as Unidades de Saúde para atendimento ou para agendar consultas com especialistas na Policlínica.

De acordo com dados da Prefeitura, entre os dias 1º e 7 de julho de 2018, foram realizados 1.870 atendimentos no Pronto Atendimento. Todos os pacientes que deram entrada, passaram pelo sistema de classificação que organiza o fluxo por cores, conforme a gravidade da ocorrência. O tempo de espera para o atendimento médico pode ser imediato, urgente, pouco urgente e não urgente. No período apurado de uma semana, verificou-se que do total dos pacientes atendidos, 189 foram classificados como pouco urgente. Outros 25 pacientes foram classificados como muito urgente.

Reflexo também nos leitos hospitalares

A utilização do Pronto Atendimento em substituição a um consultório médico pode, também, sobrecarregar o atendimento de demandas que comprometem o fluxo de atendimentos, como a falta de leitos hospitalares.

Desde o dia 1º de julho, todos os leitos da emergência e das salas de observação feminina e masculina estão lotados com pacientes aguardando internamento. A maioria idosos com problemas respiratórios ou cardíacos, que chegam a ficar até quatro dias no PA aguardando um leito hospitalar. Durante o período em que permanecem na unidade, recebem toda a atenção, com exames, medicamentos e o mesmo acompanhamento médico que deveriam receber no hospital.

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