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Alimentação e alguns setores fazem racionamento para se manterem

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Foto: Susana Küster

Falta de gás, combustível, alguns tipos de carne e produtos do setor hortifruti, ovos e leite de saquinho. A paralisação dos caminhoneiros que começou na segunda-feira (21) e completa nesta domingo, o sétimo dia, mexeu com o cotidiano de todos. 

Aviso de supermercado comunica falta de produtos e pede compreensão dos clientes.

Para frear a falta de produtos, a maioria dos supermercados, limitou a quantidade de produtos por cliente. Por exemplo, no Supermercado Alvorada, da Avenida Presidente Vargas, cada cliente pode levar seis pacotes de leite longa vida.

Leite em pó também está sendo vendido com limite de quantidade por cliente.

No setor hortifruti, não há mais ovos, cenoura e cebola, e as outras prateleiras estão esvaziando. Há um comunicado para os clientes na frente do mercado, informando sobre a falta de produtos e pedindo compreensão.

Setor hortifruti é o mais atingido pela paralisação dos caminhoneiros.

Nos restaurantes, é difícil ter suco natural e alguns alimentos mais perecíveis no buffet. Algumas padarias também já sentem o reflexo da falta de produtos. Na panificadora Muller, na Avenida Luís de Camões, há bastante trigo, mas o fermento e gás de cozinha estão acabando. Até quarta-feira (30) haverá pão para vender.

Na padaria Santa Marta, na Presidente Vargas, tudo vai depender do movimento. Por enquanto, não há falta de produtos. Já na padaria Papa Pão, na Dom Pedro II, o leite de saquinho acabou na quinta (24). Porém, não há falta de outros produtos.

Transporte e educação

O transporte público, por enquanto, não reduziu as linhas, mas a maioria das empresas de transporte rodoviário diminuíram a quantidade de viagens. As aulas da rede municipal estão suspensas nesta segunda (28), e as da rede estadual, por enquanto, seguem normalmente.

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