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Alessander ainda espera por cirurgia

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Alessander já está estudando e adora desenhar caminhão e carro - Foto: Bega Godóy

O garotinho Alessander Macedo vai completar seis anos em novembro. Poderia ser uma comemoração normal, afinal muitas crianças alcançam essa idade todos os anos. Porém, para o pequeno lageano, cada dia tem sido uma luta e que vale por um ano. Quando nasceu, os médicos perceberam que ele tinha má formação do intestino e bexiga. E desde então, ele está na fila para fazer uma cirurgia de reconstrução desses órgãos.

Uma pequena “correção” por meio de colostomia, abertura na parede abdominal foi realizada para que o menino possa fazer as necessidade fisiológicas, até que os órgãos sejam ligados. Por essa razão, ele usa fraldas, muitas gazes e pomadas.

A “emenda” do intestino foi feita no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, em fevereiro deste ano. E na consulta de retorno em maio, deveria fazer o exame de colostograma para, por meio de cirurgia, corrigir a anomalia anorretal e fístula urinária . “Ligaram da direção avisando que o aparelho para fazer o exame estragou e uma nova data seria marcada. Mas não recebi outra ligação”, conta Elizete Oliveira Macedo, mãe também de outros três garotos.   

Segundo Elizete, são seis meses o prazo que a médica, Joyce Lisboa Freitas, lhe repassou para fazer a correção e ele vence dia 19 de agosto, o que causa preocupação. “A vida dele não mudou muito. Exige cuidados permanentes e o risco de infecção permanece mais leve, mas existe”, explica.

A reportagem entrou em contato com o direção do Hospital Joana de Gusmão e o setor que repassaria as informações sobre o prontuário do menino atende até às 16h, e não foi possível saber que tipo de aparelho seria usado no exame e nem se já foi consertado.

A notícia boa é que, Alessander antes impedido de estudar por conta da anomalia e  risco de infecção, está na escola. Desde março ele frequenta o Ceim Bem Te Vi, no Bairro Penha onde mora. “Eu gosto de pintar e desenhar caminhão e carro”, disse o menino, enquanto contornava de verde, sua cor preferida, uma de suas artes no caderno de desenho.

Também contou que fez vários amiguinhos e que já sabe escrever seu nome e contar até 20. “Ele é tão inteligente. Aprende rapidinho e já reconhece algumas letras”, acrescenta a faceira e orgulhosa mãe que é separada.

Família precisa de ajuda

A medida que os obstáculos vão se apresentando, na vida do pequeno Alessander, ele vai tirando de letra, exceto quando se trata de situações que adultos têm que resolver. A família vive do salário mínimo que o governo paga por conta da doença, mas não é suficiente. O estoque de fraldas, pomadas e gaze  têm que ser reposto e nem sempre o que recebe cobre.

A família precisa de ajuda, visto que os cuidados com o menino são permanentes e mesmo que a mãe faça alguns bicos de faxineira não consegue renda suficiente para manter as despesas da casa e necessidades do menino. Quem quiser ajudar pode ligar no celular  49 (991097798).

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