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Acidente envolvendo dois veículos deixa feridos leves

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Logo depois das 12 horas deste domingo (11), Samu, Corpo de Bombeiros e o helicóptero Águia 04 da Polícia Militar, atenderam um acidente envolvendo dois veículo na localidade Salto Caveiras, em Lages.

 

 

A colisão transversal resultou em três pessoas feridas levemente. Elas foram conduzidas ao Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages, pelo Samu e bombeiros.

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Bombeiros combatem incêndio em secadora de grãos

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Foto: Divulgação Corpo de Bombeiros

Equipes do Corpo de Bombeiros continuam combatendo um incêndio em uma secadora de grãos, em São José do Cerrito. O fogo começou nesta quinta-feira (21), pela manhã.

Segundo informações do Bombeiros, devido a proporção do incêndio a secadora teve de ser totalmente esvaziada.

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Reclamações de baderna em bar na Avenida Marechal Floriani, em Lages

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Um dos proprietários até fixou uma placa alertando a proibição e valor da  multa ao urinar em público - Foto: Bega Godóy

As comunidades que moram no entorno de bares e casa noturnas reclamam do barulho e da sujeira produzidos pelos frequentadores. A situação não é  exclusividade apenas de um estabelecimento, tanto que proprietários do setor, preocupados com esses registros, estão formando um núcleo, junto à Associação Empresarial de Lages (Acil) para discutir e definir condutas e criar um estatuto.

Na madrugada de quarta-feira, uma briga próximo a um bar na Avenida Marechal Floriano, Bairro Santa Rita, voltou a levantar a discussão e alimentar as queixas dos vizinhos.

O vídeo de toda a briga ganhou as redes sociais e mostra bem como é o local a noite. A bagunça, segundo os moradores, começa às quartas-feiras e segue até sexta-feira. E eles têm que conviver com cenas deprimentes como garrafas quebradas, copos espalhados pelas calçadas, som alto, muita gritaria, brigas e pior: com cheiro de urina.

“Não consigo dormir. Minha avó de 80 anos também sofre por causa do som dos carros e a algazarra durante a noite. E de dia é quase impossível passar pela rua devido ao cheiro forte de ‘xixi’.  Não somos contra os bares, mas contra a atitude dos frequentadores”, protesta.

Um comerciante, que não quis se identificar, falou que como o comércio funciona em horário comercial não presencia as barbaridades, mas quando abre o estabelecimento no outro dia, tem que primeiro recolher o lixo que é deixado no entorno.

“Imagino quem mora mais perto, como aguenta o cheiro de urina?”, diz ele que está estabelecido a uns 50 metros de dois dos quatro bares da redondeza. “Uma noite dessas a câmera de segurança registrou uma briga envolvendo cinco pessoas e foi tão grande que se estendeu para as rua e houve danos nos carros estacionados”, contou.

Outro comerciante diz que as brigas são constantes e sempre que a Polícia Militar é acionada vai verificar. Ele lembra que em algumas situações a PM chega,  “manda” todos embora, mas não leva muito tempo os arruaceiros retornam e a bagunça recomeça.

“A pracinha dos Bandeirantes ficou por quase dois meses sem iluminação”, recordou outro morador. Local que, de acordo com ele, virou ponto de encontro e propício para o consumo de drogas. O problema já foi resolvido e as reuniões reduzidas  

“Não somos os vilões”

O dono do Bar TCC, Luis Fernando Campos, admite que brigas acontecem. E para preveni-las contratou dois seguranças, um deles externo para, justamente, coibir abusos. Em um ano e quatro meses, viu apenas uma briga próximo ao seu bar.

“Não permitimos que as pessoas saiam com garrafas. Tentamos controlar o máximo possível o que acontece no entorno. Também somo atingidos por certas atitudes. Tive que contratar uma pessoa só para lavar as paredes onde os frequentadores urinam. Nem uma placa dizendo o valor da multa intimidou os infratores.”

Ele explica, ainda, que foi um dos mentores em criar o núcleo de bares e casas noturnas. “Já tivemos duas reuniões. Um dos motivos é garantir a concorrência legal.” Ele ressalta que tem bom relacionamento com a PM e quando é solicitada, atende prontamente.     

O que diz a PM

O tenente, chefe da seção técnica do 6 º Batalhão de Polícia Militar, Bruno Montovani,  disse que a situação é preocupante ao menos em dois bares que ficam de frente um para o outro, na Avenida Marechal Floriano.

Segundo ele, em três meses houve 38 ocorrências, mas a da madrugada desta quarta-feira não gerou procedimento, uma vez que a PM não foi acionada pelo 190. “O local é problemático e preocupa desde o ano passado. E gera as mais diversas ocorrências possíveis”, diz o policial.

Desordem, perturbação do trabalho e do sossego, barulho dos frequentadores. Há relatos de fechamento da rua proibindo as pessoa de transitarem e até queixa de impedimento dos veículos passarem são as ocorrências mais registradas.

“Eles também ficam sobre a pista de rolamento. Há queixa, ainda, contra a dignidade sexual, depredação de placas, carros, propriedades, consumo e venda de drogas,” segundo o policial. “Inclusive quando as nossas guarnições vão lá, são recebidas a garrafadas e pedradas.”

Montovani antecipa que o Ministério Público está ciente do problema, assim como a Secretaria do Meio Ambiente e a Secretaria de Planejamentos, e todos se prontificaram a adotar medidas para coibir a quebra da ordem nesses locais.

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Workshop trabalha o fortalecimento da identidade cultural da Serra

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Foto: Andressa Ramos

A Serra Catarinense já é conhecida nacionalmente e até internacionalmente pelas suas belas paisagens e temperaturas negativas durante o inverno, fatores que elevam o turismo nessa época. Porém, há outros potenciais a serem explorados, como os produtos artesanais feitos por pessoas da região.

Exemplo disso, é o grupo “As Mulheres do Divino”, da localidade Espírito Santo, em Rio Rufino. Foi descoberta, nessas mulheres, a capacidade de fazer panificados com receitas de família, para vender nas cidades vizinhas e também em Rio Rufino.

Uma forma de incentivar e desenvolver não só a economia na localidade, mas também criar um atrativo para que as pessoas busquem o grupo para comprar seus pães, bolachas, bolos, entre outros.

Visando a fortalecer a identidade cultural da Serra Catarinense para que o turista visite as cidades pensando, também, nos produtos que caracterizam a região, o 1º Workshop Identidade Cultural da Serra Catarinense começou o debate com o objetivo de diagnosticar e promover ações de incentivo para a discussão dos elementos identitários com potenciais indutores de desenvolvimento sustentável de cultura, educação e turismo na Região Serrana.

A assessora de turismo da Amures e turismóloga da Secretaria de Turismo, Ana Vieira, explica que a iniciativa de fazer esse evento é para se utilizar daquilo que a região tem de mais importante, como a  produção agrícola, e de artesanato.

“Produção do nosso fazer, do nosso ofício no turismo. A estratégia é que o turista possa vir buscar aqui uma identidade única que é aquilo que nos representa. Entre quarta e quinta, um documento está sendo produzido, relatando o perfil de identidade cultural da Serra Catarinense e dando subsídios para o turismo utilizar isso como fator econômico. Porque nós temos que usar nossas produções artesanais, nós temos muita produção e o turismo tem de se apropriar disso, tornando-nos um destino turístico.”

O turismo como impulso ao desenvolvimento socioeconômico

O professor e antropólogo da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), Geraldo Augusto Locks, primeiro palestrante do Workshop, enfatiza que o evento abre as portas para outros segmentos sociais e, apesar do foco estar bastante voltado ao turismo, é importante mostrar o que o serrano é e o que as pessoas fazem na Serra Catarinense.

“Eu vejo como uma das primeiras iniciativas que parte do governo com a sociedade civil de pensar a relevância da nossa cultura, da nossa identidade cultural como uma potência capaz de transformar a realidade e impulsionar o desenvolvimento socioeconômico”, diz Locks.

“É uma das primeiras vezes que eu vejo que tá se colocando essa pauta: a importância da nossa cultura e da nossa identidade. Na minha fala, a gente traz a identidade nossa, nos perguntando, quem somos, como nos construímos como povo serrano, quais as características que nos singularizam”, complementa.

Para ele, o povo serrano tem uma identidade própria. “Isso nos diferencia de outras realidades e de outras regiões do Estado de Santa Catarina e aí está o caminho pra gente pensar o desenvolvimento, que se diferencia da região de Joinville e de Chapecó, por exemplo, que têm claro essa identidade”.

“Nós aqui parece que andamos ainda muito às escuras sobre isso. Então, esse encontro pode jogar luzes pra gente pensar a nossa identidade, quem somos, como nos constituímos e o que queremos com o nosso desenvolvimento”.

Locks ainda completa dizendo que “considera nosso desenvolvimento econômico ainda socialmente desigual, economicamente injusto e ambientalmente predatório. Temos que mudar essa rota. E pensar nossos valores que estão dentro da nossa cultura. A grande pergunta: que desenvolvimento queremos que responda a lógica dos grupos étnicos”.

Um desafio para transformar a economia

O prefeito de Lages Antonio Ceron destacou em sua fala, a importância do evento para a integração da Serra Catarinense e disse que o maior desafio é transformar o turismo e as ações de cultura em atividade econômica.

Para o prefeito de Bom Retiro Vilmar Neckel, o Workshop terá papel importante no resgate da cultura e das tradições como instrumento de fomento do turismo. “Esse encontro ajudará a valorizarmos nossa cultura, nossa tradição, as nossas coisas da maneira como são. E será importante elo para integrar nossas ações”, comentou Neckel.

Programação

Local: Auditório do Centro Tecnológico da Uniplac

9h: Painel de Palestras – Palestrantes Confirmados – IFSC / EPAGRI / MTG

10h30: Discussão sobre os resultados da oficina e organização das próximas ações (Condução Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte)

12h: Intervalo para Almoço

13h30: Palestra com Ex-Ministro de Turismo – Luiz Barreto

14h30: Rodada de Negócios SEBRAE

17h: Encerramento

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