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‘A Forma da Água’: Candidato traz romance para o Oscar

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Foto: Divulgação

Se Amelie Poulain tivesse um encontro marcado com o Alien, o resultado seria o filme indicado ao Oscar 2018, A Forma da Água. Do diretor mexicano Guillermo Del Toro, que é responsável pelo Labirinto do Fauno e a Colina Escarlate, a produção traz a história de uma mulher simples, que se apaixona por uma criatura.

Elisa Esposito (Sally Hawkins) é muda e trabalha como faxineira em um laboratório experimental do governo norte-americano. Ambientado no período da Guerra Fria, ali descobre um criatura que é mantida em cativeiro em um tanque, em um dos laboratórios da instituição.

Com o passar do tempo, os dois constroem, em segredo, uma amizade, que se transforma em algo mais. Com a paixão crescendo, Elisa, com a ajuda de amigos, arma um plano de fuga para libertar a Criatura do cativeiro. Metade humano, metade híbrido, o companheiro de Elisa precisa se adaptar a um novo ambiente para sobreviver.

Esta é a primeira indicação de Del Toro como diretor para o Oscar. Anteriormente, ele havia sido indicado pelo roteiro do Labirinto do Fauno. Neste ano, a Forma da Água concorre às categorias de roteiro, direção e o prêmio principal da noite, de melhor filme.

As semelhanças com o Maravilhoso Destino de Amelie Poulain não estão só nos trejeitos da protagonista, mas alguns detalhes da fotografia da produção e também da história. Isso resultou na acusação de plágio pelo idealizador do filme francês, Jean-Pierre Jeunet.

A Forma da Água é um romance diferente daqueles que estamos acostumados a assistir, mas não deixa de ser emocionante. A interpretação de Sally como protagonista, por exemplo, é um dos grandes destaques do filme, assim como a imponente participação de Olivia Spencer (Estrelas Além do Tempo e Histórias Cruzadas), como amiga e colega de Elisa.

Nas premiações que já ocorreram este ano, o filme venceu na categoria diretor no Globo de Ouro, além da indicação de melhor roteiro. No Bafta, maior premiação de cinema do Reino Unido, a produção concorreu a melhor roteiro e filme e levou para casa a estatueta de melhor direção.

Oscar acontece neste domingo

A partir das 22h deste domingo (4), acontece a 90º cerimônia do Oscar, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A edição histórica, contará com a apresentação do comediante Jimmy Kimmel.

O Oscar, oficialmente chamado de Prêmios da Academia, é o maior e mais prestigioso prêmio do cinema mundial, entregue anualmente pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, fundada em Los Angeles, Califórnia, em 1927.

São entregues em reconhecimento à excelência de profissionais da indústria cinematográfica. A cerimônia formal na qual os prêmios são entregues, é uma das mais midiáticas do mundo.

A primeira entrega aconteceu em maio de 1929, no Hotel Roosevelt em Hollywood, para honrar as realizações cinematográficas mais proeminentes de 1927 e 1928. A primeira cerimônia televisionada foi em 1953 somente nos Estados Unidos e no Canadá.

Em 1966, aconteceu a primeira exibição a cores. Desde 1969, a cerimônia é exibida em âmbito internacional. Em 1970, Brasil e México foram os primeiros países, além dos Estados Unidos e do Canadá, a televisionar o evento ao vivo, via satélite.

Atualmente, os prêmios da Academia são transmitidos em direto pela televisão para mais de 200 países, se tornando assim um dos maiores eventos televisivos do mundo.

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Completar o álbum da copa está 115% mais caro do que em 2014

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Foto: Divulgação

Mesmo a pouco mais de 2 meses para a Copa do Mundo na Rússia, cuja estreia ocorrerá em 14 de Junho em Moscou, uma paixão nacional já começou a entrar em campo com força total entre os fãs: completar o novo álbum de figurinhas, recorrente desde a copa de 1970 e fabricado pela italiana Panini.

A edição de 2018 conta com 682 cromos, contra 640 da edição de 2014. Engana-se quem pensa que a tecnologia acabou com a tradição dos colecionadores, que muitas vezes passam de geração em geração guardando e conseguindo os exemplares mais recentes do evento.

Tradição que pode ser rentável no futuro: uma réplica do álbum da Copa do Mundo de 1970 junto com os 288 cromos pode sair mais de mil reais em um dos marketplaces mais populares do Brasil.

Quanto vai custar para completar o álbum de 2018?

O que chamou a atenção do consumidor na banca ao adquirir os produtos foi, de prontidão, os preços. O custo unitário do pacote de figurinhas sai o dobro do cobrado na edição prévia: de R$ 1 para R$ 2, com 5 figurinhas. Se o valor cobrado fosse baseado no IPCA, o preço deveria ser 46% menor do que o atual, ou de aproximadamente R$ 1,37.

O Cuponation, plataforma de descontos online pertencente à alemã Global Savings Group, aponta que para conseguir completar a nova edição, com base no método estatístico de Monte Carlo, levando em conta o número de cromos repetidos e ainda sem incluir a troca dos mesmos entre amigos, custará pelo menos R$ 1.938, valor 115% mais alto desembolsado pelo consumidor para completar a edição de 2014, aproximadamente R$ 901,05.

Novamente, as estimativas consideram a repetição dos cromos e não considera o ato da troca. Ainda, se comparado ao valor calculado com base no IPCA, o preço total de completar o álbum está 83% mais alto do que o estimado pelo índice do IBGE, sendo este R$ 1.058,16.

A plataforma de descontos também estima que para conseguir todos os 682 cromos seja necessária a compra de pelo menos 969 pacotes de figurinhas, ou 68 pacotes a mais que a última edição.

Veja no infográfico interativo uma análise completa do estudo, que reúne a comparação dos preços desde a Copa do Mundo de 1998, comparado aos valores calculados com base no IPCA e com alguns itens básicos para uma análise econômica completa, como cimento, cesta básica e o salário mínimo.

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Alongamento de cílios fio a fio

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Alongamento de cílios fio a fio. Fotos: Agnes Samantha

O sonho de muitas mulheres é ter aqueles cílios de boneca, volumosos e compridos.

Com o tempo, surgiram procedimentos que possibilitaram tornar isso realidade.

Junto às técnicas, também vieram as dúvidas, entre elas: se eu fizer o alongamento vou perder os meus cílios naturais? A resposta para esta pergunta é, não!

Vale ressaltar que para isso o procedimento deve ser feito por um profissional e alguns cuidados precisam ser tomados.

A técnica mais utilizada ultimamente é o alongamento fio a fio. Nela são aplicados fios sintéticos ou de seda sobre cada cílio natural. Diferentemente da técnica anterior, que utilizava “tufos” de cílios que ocasionavam a queda pelo peso das cerdas.

Esta técnica é feita com material próprio e o profissional deve utilizar uma pinça esterilizada e cola registrada pela Anvisa.

Mesmo que o procedimento seja artificial, quem já teve alguma lesão na córnea, apresente sinais de conjuntivite ou histórico alérgico dos materiais utilizados não deve seguir com procedimento.

A designer Letícia Marció ressalta que o profissional faz alguns questionamentos e adverte o cliente sobre os cuidados, “a técnica é indolor e se em até 3 dias a pessoa sentir algum tipo de irritação ou dor, deve retornar para retirar os cílios e procurar seu médico”.

Letícia Marció – Designer

Alguns cuidados devem ser tomados para manter a saúde dos cílios:

Lavar com sabonete neutro

Escovar bem os cílios uma vez ao dia

Não utilizar produtos oleosos

Não coçar

Não puxar

 

Diferentemente da técnica antiga, não é necessário deixar os fios naturais “respirarem”, mas a manutenção deve ser feita de 21 a 30 dias.

“Com o retorno mais frequente, a quantidade de fios que caíram será mínima e o cliente não vai precisar refazer todo o processo. Somente inserir fios onde existem falhas” comenta Letícia.

Em Lages, os valores variam de R$ 100 a R$ 150. A manutenção varia conforme a quantidade de cílios que restaram, mas fica na faixa de R$ 50.

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Relacionamentos: Do like ao altar

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Casais que iniciaram o namoro por aplicativo de relacionamento. Fotos: Arquivo Pessoal

Quem cresceu vendo desenhos da Disney ou lendo romances pode ter acreditado no seu príncipe chegando em um cavalo branco e derrotando a bruxa má. Mas as coisas não acontecem assim (ou aconteceram para você?).

Nem sempre é tão fácil encontrar alguém, a rotina cada vez mais atribulada, trabalho, estudo e pouco tempo para o lazer.

Em pleno século 21, com milhares de pessoas se comunicando diariamente, muitos namoros não começam cara a cara, e sim através de aplicativos de relacionamento.

Eles são diversos, aqueles direcionados às pessoas que buscam pela alma gêmea ou os mais comuns, as nossas redes sociais, que abrem uma porta para possíveis paqueras.

Luísa (nome fictício) é uma dessas pessoas que optou por procurar um relacionamento no aplicativo Tinder. Com 22 anos, quase concluindo o curso de Direito, depois de terminar um relacionamento longo, viu no App a possibilidade de conhecer pessoas novas. “Lages é uma cidade pequena e as pessoas frequentam sempre os mesmos lugares. Não havia muito o que conhecer, então, foi mais uma forma de demonstrar interesse,” comentou.

Foi assim que conheceu seu ex-namorado. Eles frequentavam os mesmos lugares e tinham amigos em comum, mas nunca haviam conversado, e quando deu “match” passaram a se relacionar15. O namoro durou um ano e, depois disso, ela optou por não instalar mais o App quando estivesse pela região. Mesmo que o relacionamento não tenha dado certo, diz que é um facilitador, pois aproxima pessoas que estão longe e encoraja as que estão perto.

Um exemplo disso é Natália. A lageana também estava saindo de um relacionamento e viu no Tinder a forma mais rápida e prática de conhecer novas pessoas.

O aplicativo informa a distância em que outras pessoas se encontram, fornece alguns dados e também possibilita visualizar a foto. Quando um dos lados se mostra interessado é só arrastar a imagem ou clicar no botão de “like”. Se o clique for recíproco, o App abre uma conversa instantaneamente. No caso dela e Jheyson foi assim, ele já havia visto Natália algumas vezes na lotérica onde trabalha e quando se encontraram no App, logo deram o gostei. A conversa fluiu naturalmente.

Ela conta que teve outras conversas que não evoluíram, chegou a marcar encontros mas acabou desistindo, por insegurança. “A gente nunca sabe quem está do outro lado. Tem que ter muito cuidado, eu procurei alguém que eu conhecia, ao menos de vista”.

Nos outros casos, abria a conversa e procurava o perfil da pessoa nas redes sociais. Quando a conta era bloqueada ou não tinha muitas publicações, parava a conversa imediatamente. “Lembro que quando abria a conversa, perguntava se algum dos meus amigos conhecia, já que a cidade é relativamente pequena e todos se conhecem.”

Hoje, o casal tem um filho e já contabiliza 3 anos e 5 meses junto.

Natália e Jheyson

Para ela, está cada vez mais difícil as pessoas se conhecerem em baladas ou barzinhos, sempre tem uma conversa, um like, um comentário em uma rede social que antecede os primeiros encontros.

Mas nem todo relacionamento virtual se inicia por aplicativo de relacionamento, no caso de Patrícia e Polaco, começou através do Facebook.

Patrícia e Polaco

Ele, que mora em Lages, estava em busca de novas amizades e se inscreveu no site de uma rádio. Ela, que morava na Bahia, entrou no site e resolveu mandar uma solicitação de amizade. Ele aceitou e enviou o número de telefone. Foi quando a conversa começou. Foi então que surgiu a vontade de se conhecerem pessoalmente. Na época, ela tinha um bom emprego, mas largou tudo e veio para Lages.

Amor sem escalas

Na intenção de fazer amizades, angariar clientes e talvez um relacionamento, Su instalou o App Tinder.

Trabalhando na área de marketing, estava a um certo tempo solteira, e como os outros relatos, também procurava conhecer novas pessoas. Foi quando abriu uma conversa com Daniel que seus caminhos mudaram. Antes de dar match ela não tinha visto que ele morava tão longe. O longe deles era muito longe, afinal ele é do Japão.

Mesmo assim, a conversa fluiu e o namoro virtual se iniciou. Ambos têm 27 anos. Ele nasceu no Brasil e foi para o Japão com 5 anos de idade.

Su é de Vargem, mas mora há 5 anos com os tios em São Paulo. Eles, que no início acharam a relação duvidosa, pensaram que poderia se tratar de uma farsa, mas pela insistência da sobrinha, aceitaram.

Foram 8 meses se comunicando pelo celular, até que em abril de 2017 Daniel veio para o Brasil e eles puderam se ver pela primeira vez. “Quando ele voltou para o Japão, foi muito triste, mas retornamos a rotina do namoro pelo celular,” lembra ela.

Suh Toyoshima e Daniel Kenji Toyoshima.

Somados são um ano e seis meses de relacionamento e duas visitas. Esta última, para o casamento, que aconteceu em janeiro deste ano. Agora, ela aguarda a documentação para se mudar para o Japão. “Todos diziam que éramos loucos, mas a gente nunca deu atenção, sempre confiamos um no outro e no nosso amor.”

Match: Expressão que vem do aplicativo de encontros Tinder. Quando alguém der match é porque ambos curtiram e aprovaram a foto do outro.

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